Phi Phi Island

Em relação à excursão do dia anterior, esta não correu muito bem, quer dizer, correu bastante mal. Por onde começar?

Primeiro, pagamos bem mais por esta excursão, porque para além de ir às Phi Phi, também queríamos ir à Bamboo Island. Quem nos vendeu esta excursão reparou neste nosso interesse e aproveitou-se disso, e fez-nos um preço bem mais alto… Como descobrimos? Durante a excursão conhecemos um rapaz egípcio que pagou 1000 Baths e nós… 2500 Baths, cada… 😦

Antes de embarcarmos, tivemos um briefing com o nosso guia, que começou logo a dizer que estava muita ondulação e que talvez não conseguíssemos ir à ilha Bamboo! Whatttt??!?! Ainda com uma réstia de esperança que o tempo melhorasse e que conseguisse ir a essa ilha, dirigimo-me para o speedboat, que íamos fazer a excursão.

Sentamo-nos nos bancos junto aos motores, para não corrermos o risco de enjoarmos, mas como estava muita ondulação entrava bastante água para dentro do barco, principalmente para a zona onde estávamos sentadas, resultado, ficamos encharcadas até os ossos. Nem tivemos tempo para pensar em enjoar, naquele momento esse era o menor dos nossos problemas…Levamos todo o tempo a tentar cobrir-nos com as toalhas, para minimizar os estragos que os jactos de agua que iam na nossa direcção estavam a provocar…

Em comparação à excursão às Similan, que também foi num speedboat, este ia completamente cheio, ia toda a gente super apertada, por isso, nem de lugar conseguimos mudar…

Depois de umas tortuosas horas naquele barco, chegamos ao primeiro destino do dia, à ilha Phi Phi Leh, mais concretamente à Maya Bay.

A famosa praia que serviu de cenário para o filme “A Praia”, com o Leonardo Dicaprio.

Maya Beach

Toda a gente me avisou que ia ter uma desilusão nas Phi Phi, mas queria comprovar com os meus próprios olhos o que tanto me tinham dito… E foi pior do que imaginava!

Quando começamos a aproximar-nos da praia, reparo nas dezenas de barcos atracados, sem qualquer espaço para mais nenhum… Pensei que seria impossível atracar o nosso, mas qual quê, para eles aquilo é o prato do dia… Aperta para um lado, aperta para o outro, cabe sempre mais algum…

Tínhamos cerca de uma hora para lá estar…

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Maya Beach (10)As fotos são lindas, não são? A água cristalina, a paisagem envolvente… Mas não imaginam a dificuldade que tive para conseguir tirar estas fotografias…

Esta é a triste realidade que lá se encontra:

O espaço onde é permitido mergulhar é delimitado por bóias, e resume-se a pouquíssimos metros, o resto, está destinado às dezenas de barcos. Uma das minhas amigas deu-se ao trabalho de contar os barcos que estavam naquele momento atracados… Mais de 50… Se cada barco levar 30 pessoas, dá 1500 pessoas, por hora… Façam as contas, da quantidade de pessoas que passam por esta praia todos os dias…

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Esta é uma das paisagens mais conhecidas em todo o mundo, mas o homem está a destruí-la. Torna-se decadente assistir a este cenário… Duvido que ainda se vá a tempo de salvar este, que foi em tempos, um paraíso…

A paisagem que encontramos já nada tem a ver com a que foi filmada no “The Beach”, no ano 2000.

Se tiver oportunidade de voltar às Phi Phi, vou contratar um barco privado e organizar tudo à minha maneira. Acredito que se for logo de manhã cedo, não se encontre esta quantidade absurda de turistas… E aí, talvez a minha opinião sobre a Maya Bay mude…

Daqui partimos para uma suposta praia do macacos, mas praia não vi… Nem saímos do barco, estava a tirar fotografia à paisagem, uma vez que o mar estava com uma cor extraordinária… Quando reparei já estávamos a sair dali… Ainda fui a tempo de tirar uma fotografia a um macaco…

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Fizemos uma paragem em Phi Phi Don onde almoçamos num restaurante bastante movimentado.

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Phi Phi Don (4)Depois do almoço restou-nos muito pouco tempo livre para explorar a ilha. A minha ideia era ir até ao View Point, de onde temos uma vista espectacular. Mas não nos sobrou praticamente tempo nenhum… Demos apenas uma voltinha, e encontramos um macaquinho tão fofo 🙂

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Phi Phi Don (3)E foi o momento alto do dia! Assim que foi para o meu colo, tirou-me os óculos, depois subiu para a minha cabeça e começou a tirar-me a bandolete…

Passado um bocado o nosso guia chama-nos com o seu apito… Era assim que nos tratava…

Lá seguimos a bordo, para a próxima paragem… Íamos fazer snorkeling! Uma excelente ideia, tínhamos acabado de almoçar e íamos enfiar-nos dentro de água…

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Mal mergulhei começo a ver bastantes peixes à minha volta, eram tantos, tantos… E não tinham nenhum receio das pessoas, vinham na nossa direcção e quase que chocavam connosco.

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Apesar de serem todas da mesma espécie, foi engraçado fazer snorkeling aqui.

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Era altura de irmos para a Bamboo Island, mas o nosso guia disse que não dava devido à ondulação… Fizemos uma revolução dentro daquele barco, eu e as minhas amigas começamos a gritar BAMBOO! BAMBOO! BAMBOO! Houve quem se juntasse a nós… Mas a organização estava irredutível, se quiséssemos ir, deixava-nos lá perto e íamos a nado!! Pedimos o nosso dinheiro de volta, mas claro que não nos devolveram…

Ainda ficamos mais revoltadas, quando passamos perto da Bamboo e vimos que havia barcos atracados! Se os outros conseguiam porque nós não conseguíamos?!

Acabaram por nos enfiar numa ilha, a Khai Nai Island.

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Khai Nai Island (4)

Apesar da desilusão, decidi aproveitar o tempo que tinha livre, e fui fazer snorkeling, enquanto as minhas amigas ficaram a ver roupa numa barraquinha que havia na praia.

Agora que já sabia fazer snorkeling não queria outra coisa… 🙂

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Khai Nai island

Não deu para ver grande variedade de peixes, mas foi divertido, tirando a parte que fiquei toda arranhada por ter ido contra os corais…

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Embora estivéssemos um pouco descontentes por termos sido “obrigadas” a ir para aquela ilha, tínhamos que aproveitar…

Decidimos fazer uma sessão fotográfica, já que o cenário até era bonito 🙂

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Era hora de regressar a Phuket, mas esta excursão deu dores de cabeça do inicio até ao fim…

Claro que tivemos mais uma peripécia no regresso… Como a maré estava muito baixa, o nosso barco ficou encalhado… Levamos umas duas horas a fazer um percurso bem pequeno…

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O nosso barco a tentar sair do sítio…

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phi phi (3)Mas houve quem ficasse em pior situação que nós… Este barco ficou completamente encalhado na areia… Quando perguntamos a um membro da tripulação como é que eles faziam para sair dali, responderam com toda a naturalidade, quando a maré subir…

Felizmente esta foi a última excursão que fizemos, como correu tão mal, não sei se teria vontade de marcar mais excursões e passar os dias a ser enganada e não conseguir aproveitar nada do que estava a visitar…

Ilhas Similan

Ao marcar a excursão para as Ilhas Similan tínhamos a opção de permanecer uma noite numa das ilhas, a diferença de preços, entre fazer a excursão de um dia ou dois dias não era muito grande, por isso ficamos na dúvida… Mas já tínhamos o hotel pago, e os dias já eram tão poucos para tudo o que queríamos fazer… Em contrapartida, podíamos permanecer numa ilha praticamente deserta, quando todas as excursões abalassem…

Depois de muita discussão e ponderação, decidimos fazer a excursão apenas num dia.

A excursão foi caríssima, tendo em conta os preços que estávamos habituadas a pagar em Bangkok, foi 3200 Baths (70€), por pessoa.

Bem cedinho vieram-nos buscar ao hotel e seguiu-se uma viagem num mini-bus, de cerca de 1:30 hrs, até ao cais. Antes de nos deslocarmos para o cais, fizemos uma breve paragem para comer, tínhamos à nossa disposição café, leite, chá, bolachas e, muito importante, comprimidos para o enjoo. Tomei um, que eu e barcos…

Antes de abalarmos tivemos um briefing com a nossa guia, que era super cómica. Alertou-nos para vários cuidados que devíamos ter, como não deitar sacos de plásticos para o mar, uma vez que é bastante perigoso para as tartarugas, podem morrer se engolirem um saco….

Tiramos os sapatos e entramos no barco. Estava em pulgas, não via a hora de desembarcar na primeira ilha 🙂

A palavra Similan significa nove e são nove as ilhas que constituem o arquipélago de Koh Similan. Cada uma das ilhas tem um número e um nome: Koh Ba Ngu (Nº 9), Similan (No. 8), Payu (No. 7), Miang (No. 4, No. 5 e, para alguns, No. 6), Payan (No. 3), Payang (No. 2), e Hu Yong (No. 1). Hin Pousar, ou “Rocha Cabeça de Elefante”, também é atribuído à ilha Nº 6 por alguns.

As ilhas Similan são uma reserva natural e são uma área altamente protegida. A construção nas ilhas é totalmente proibida, o número de visitantes é controlado, e nem todas as ilhas são visitáveis, e as que são visitáveis só estão abertas aos visitantes durante seis meses por ano, de 01 Novembro a 15 de Maio.

E espero que assim continue, que não se torne num lugar invadido por turistas e por construções de Resorts, como já aconteceu em vários lugares na Tailândia…

Mas adiante… A primeira paragem foi na ilha nrº 7, a Payu. Mas para lá chegar ainda tínhamos um longo percurso pela frente… Uma vez que as ilhas Similam ficam a cerca de 70 km da costa.

Já começava a ficar enjoada quando, felizmente, depois de 1 hora no speedboat, chegamos ao primeiro destino… Na Payu apenas fizemos snorkeling.

Mal o barco parou, subi para o banco, para espreitar a vista. E não há palavras para descrever aquele lugar… O paraíso deve ser parecido com aquilo que estava a ver… 🙂 Só queria saltar barco fora, para mergulhar naquela água cristalina.

E assim o fiz, calcei as barbatanas e lá fui eu…Só tinha feito snorkeling uma vez, quando fui a Cuba. Lá a coisa não correu muito bem e aqui começou ainda pior…

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Não conseguia respirar com o raio do tubo, entrava-me sempre água pela boca, depois de ter-me engasgado umas quantas vezes, a barbatana saiu-me do pé… Felizmente ainda fui a tempo de apanhá-la, só pensava nos 1000 Baths que tinha entregue de caução, caso perdesse ou estragasse as barbatanas…

Com isto tudo fiquei cansadíssima, e ainda por cima, reparo que o barco estava bastante afastado de mim… Como as forças já eram poucas, decido nadar até ao barco para pedir um colete. Chego perto do barco, completamente sem fôlego, e ainda dentro de água peço a um dos tripulantes um “lifeguard”… Só depois é que me apercebi o que tinha pedido… 🙂 Mas eles perceberam, e entregaram-me o colete.

payu island (6)Deixei as barbatanas no barco e tentei, mais uma vez, fazer um pouco de snorkeling, claro que com estas aventuras todas o tempo já estava a terminar. Ia morrendo de raiva, já estava a começar a conseguir respirar através do tubo, mas o tempo já se tinha esgotado. Ainda assim, consegui ver uns peixinhos 🙂

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payu islandA próxima paragem foi na ilha nrº 4, a Miang. Para lá chegar ainda demoramos uns 30 minutos, de speedboat. Uma das minhas amigas passou bastante mal, enjoou bastante, e apesar da tripulação ter sido bastante prestável, com medicação e cuidados, ela não ficou melhor. Quando desembarcamos ela mal se conseguia mexer, por isso fizemos turnos, para ela não ficar sozinha, enquanto as outras iam conhecer a ilha.

Miang island (13)Quando chegou a minha vez de explorar a ilha é que me apercebi que tinha desembarcado no paraíso…

Miang island (11) A ilha tem pouquíssimos turistas, o que confere um aspecto de ilha deserta. Miang island (12)

Toda a ilha é coberta por uma densa floresta, e toda ela é muito limpa, não se vê qualquer lixo, o que transmite, ainda mais, um ar virgem à ilha. Miang island (4)

Escusado será dizer que não consegui parar de tirar fotografias, para onde olhasse ficava cada vez mais apaixonada… Esta ilha oferece um cenário pitoresco: a areia fina e branquíssima, à sua volta um mar azul turquesa, cercado por floresta e rochedos. Queria ficar ali, para sempre 🙂

Miang island

Miang island (6)A mata densa junto à praia, dá um aspecto ainda mais deslumbrante a esta ilha.

Miang island (5)Esta era a ilha que ficaríamos hospedadas, se tivéssemos escolhido pernoitar nas Similan. A hospedagem é feita em tendas, disponibilizadas pelo próprio Parque Nacional, no meio da floresta.

E arrependi-me tanto de não ter ficado lá a dormir, uma vez que quando os barcos turísticos se fossem embora, apenas um número muito pequeno de pessoas ficaria lá. Assim, poderia explorar toda a ilha, e saborear, calmamente, todo aquele paraíso…

Miang island (3) Foi nesta ilha que nos foi servido o almoço, apesar de estar saboroso, não queria perder muito tempo com a refeição, pois queria aproveitar o máximo tempo possível para absorver toda aquele vista…

Soube a pouco o tempo que lá tive, cerca de duas horas. Quando dei por mim, já eram horas de ir para outra ilha…

A tripulação deu uma coca-cola à minha amiga, e ela começou a sentir-se melhor, também disseram para ela ir na parte de trás no barco, para apanhar ar fresco… E resultou, a viagem para a outra ilha correu muito melhor 🙂

A próxima paragem foi na ilha nº 8, a Similan. Esta é uma das ilhas mais conhecidas e fotografadas, do arquipélago, graças ao seu enorme rochedo, que está localizado em cima de uma enorme formação rochosa. Somos automaticamente atraídos por aquele rochedo, e é, praticamente impossível não estarmos sempre a olhar ou a apontar a câmera, para aquele enorme “pedragulho”.

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À semelhança da Miang Island, esta ilha, também é cercada por uma densa mata.

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Esta é a maior ilha do arquipélago, uma das suas característica é a sua formação rochosa abundante e os recifes de corais.

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É possível ir até junto ao famoso rochedo, pois há um caminho até lá. Lá em cima conseguimos ter noção do seu enorme tamanho, uma vez que junto ao rochedo parecemos umas formiguinhas… 🙂

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Mas eu preferi ficar dentro de agua, e aproveitar para fazer snorkeling, uma vez que na 1ª paragem a coisa não correu muito bem…

E ir às Similan e não ver a sua rica fauna submarina, é praticamente um crime! Pois, este é um dos destinos mais concorridos, do mundo, para fazer mergulho, devido á sua rica vida marinha. Como mergulho não ia fazer, restava-me fazer snorkeling… 🙂

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Ahhhhhh, e foi tão bom! Consegui, finalmente, controlar a respiração, e consegui fazer snorkeling durante bastante tempo, e vi tantos peixinhos, uns maiores, outros mais coloridos… 🙂

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Antes de regressarmos, ainda fizemos uma paragem numa outra ilha, que não me recordo do nome, apenas para fazer snorkeling. Como estava um pouco de ondulação, a água estava um pouco turva, e não deu para ver grande coisa…

P1090625Depois do susto inicial, nunca mais fiz snorkeling sem o colete 😛

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Eram horas de regressar a terra… É de realçar toda a atenção que a tripulação nos deu, durante o trajecto de volta foi-nos servido várias frutas, ananás, melancia… E tivemos sempre disponível refrigerantes e, também, águas. Além do mais, tínhamos espaço suficiente no barco para ficarmos sentadas confortável e espaçadamente, e no regresso, até podíamos deitar-nos, uma vez que algumas pessoas, as que iam ficar a pernoitar na ilha, não regressaram connosco.

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Nós, com a nossa guia, super engraçada 🙂

Apesar de esta excursão ter tido um valor um pouco elevado, valeu, sem dúvida, o dinheiro investido. Não só pela visita a estas ilhas paradisíacas, mas principalmente, pela atenção que toda tripulação teve connosco, e com o resto dos passageiros, durante todo o dia.

Cayo Blanco

No último dia inteiro em Cuba marquei uma excursão para Cayo Blanco, através da operadora Travelplan, que se encontrava no hotel.

Cayo Blanco é um ilha deserta ao largo de Varadero. Mas a principal razão porque marquei esta excursão foi pela oportunidade de interagir com os golfinhos, em alto mar.

A viagem é feita através de catamarã.

Durante a viagem são servidos bebidas. Sol, bebidas e alegria são os ingredientes necessários para se fazer uma viagem animada 🙂

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Cayo BlancoA paisagem que vamos vendo ao longo da viagem é muito bonita.

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Cayo Blanco (4)Chegamos finalmente à reserva com golfinhos. Levei uma máquina fotográfica à prova de água emprestada por uma amiga. Quando comecei a tirar fotografias aos golfinhos reparei que o visor da máquina estava embaciado. Pensei que tivesse estragado a máquina, que apesar de todos os cuidados, tinha deixado entrar água dentro da mesma… Mas, quando cheguei a Portugal, a minha amiga disse-me que a máquina de vez em quanto fazia isso…

De qualquer forma, as fotografias não saíram nítidas, devido a esse pequeno problema.

A interacção com os golfinhos fazia-se em grupos pequenos, de 6/7 pessoas, de cada vez. Descemos umas escadas e ficamos todos em fila indiana, em cima de uma plataforma de cimento, com água até à cintura.

Depois o tratador começou a dar ordens ao golfinho e ele começou a nadar por cima das nossas mãos. Tocar na sua pele extremamente macia é uma experiência espectacular 🙂 O tratador avisou-nos que devíamos evitar o contacto com os olhos e o espiráculo (buraco que tem em cima da cabeça e que permite-lhes respirar).

De seguida, mesmo à nossa frente o golfinho começou a bater palmas e a dar saltos! Naquele momento não poderia estar mais feliz, foi um momento mágico 😀

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Depois de algum tempo fora de água, a máquina começou a desembaciar, por isso pedi ao tratador se podia descer novamente para tirar uma fotografia. Então, desci e interagi com o golfinho sozinha 🙂

Cayo Blanco (14)É uma experiência única e indescritível 🙂

A excursão, para mim, podia acabar neste momento! Não queria ir para nenhuma ilha deserta, queria ficar aqui, a dar e a receber beijinhos do golfinho 🙂

Cayo Blanco (15)Mas como não podia ser, seguimos viagem, novamente no catamarã. A paragem seguinte foi para fazer snorkeling. Disponibilizaram-nos os tubos e óculos e lá fui eu, experimentar, pela primeira vez fazer snorkeling… Não correu nada bem, não conseguia respirar através do tubo e acabava sempre por engolir água e engasgar-me…

Lá para o final, lá percebi como é que a coisa funcionava. Mas, também, não tive muita pena, não perdi grande coisa… A vida marinha no local onde estava não era nada de extraordinário.

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Cayo Blanco (20)Depois do snorkeling, continuamos a viagem até à ilha Cayo Blanco. E logo à chegada reparei nas diferenças da praia de Varadero para esta ilha, a água super cristalina e com uma tonalidade tão tentadora… 🙂

Cayo Blanco (5)Estava a decorrer um casamento, quando desembarquei na ilha 🙂

Cayo Blanco (6)Mal chegamos fomos logo encaminhados para o restaurante, onde saboreamos um delicioso almoço de lagosta.

Cayo Blanco (8)Assim que terminei o almoço, peguei na máquina fotográfica e fui explorar um pouco a ilha. Enquanto o resto das pessoas, que tinha conhecido durante a viagem, ficaram a beber cervejas no restaurante…

O tempo disponível não seria muito, por isso tinha que aproveitá-lo bem. E para mim, aproveitar bem é tentar conhecer o máximo do sítio onde estou. Beber cervejas num restaurante podia fazê-lo em qualquer lado…

Cayo Blanco (7)Nesta ilha não há qualquer construção, excepto um restaurante, onde servem refeições para os turistas que vão em excursões organizadas.Cayo Blanco (9)A areia é muito fina e bastante branca, a sua água azul turquesa e transparente é bastante convidativa ao banho.

Cayo Blanco (10)E foi isso que fiz, depois de ter tirado algumas fotografias.

O difícil foi sair, a água era tão quentinha… Quando vi já era hora de regressar.

Cayo Blanco (21)A viagem de regresso foi acompanhado por música e pela animação da tripulação. Além das bebidas e dos aperitivos 🙂

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Esta excursão foi um pouco dispendiosa, paguei cerca de 100 CUC´s, se não estou em erro. Mas se pensar bem, em Portugal, apenas para fazer a interacção com os golfinhos pagaria muito mais…