Museu Nacional da Escócia | Edimburgo

O National Museum of Scotland é o museu mais visitado da cidade. E percebe-se facilmente porquê, pois é um museu divertido, interactivo, diversificado e bastante dinâmico.

Este Museu tem vários andares e muitas salas, com as mais diversas temáticas, desde Ciência, Reino Animal, Design, Transportes, História… Um pouco de tudo, e que consegue agradar praticamente a todos os gostos.

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Na realidade, não gosto particularmente de museus muito grandes, pois não gosto de “gastar” um dia inteiro de uma viagem dentro de apenas um Museu. Além do mais, chega a um ponto que começa a ser cansativo e desmotivador estar no mesmo lugar tanto tempo… Por isso, fui visitar o Museu Nacional da Escócia com um pé atrás, pois ele é enorme! Até tinha estudado o mapa do local (disponível no site oficial) e marcado os sítios que queria mesmo visitar, mas como se revelou tão interactivo, nem demos pelo tempo passar e fomos deixando-nos levar sala após sala…

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Estivemos lá cerca de 3 horas e, obviamente, não conseguimos ver tudo. No entanto, acabamos por ver  muito mais do que inicialmente tínhamos planeado.

A visita começa em grande, pelo  Hall central. Um lugar que deixa entrar muita luz natural, o que proporciona uma claridade e um bem estar ao ambiente. Em todos os andares é possível ter uma visão para o Hall central que é, sem dúvida, um lugar excelente  e lindo para tirar fotografias.

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Daqui, o difícil é escolher por onde começar… 🙂 Nós dirigimo-nos para uma sala de Ciência e Tecnologia. Trata-se de um local bastante interactivo, e parecíamos duas crianças a fazer todas as experiências e a testar as nossas aptidões nos inúmeros jogos que lá existiam.

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Ainda nesta sala encontramos a famosa ovelha DOLLY. Para quem não sabe trata-se do primeiro mamífero que foi clonado, com sucesso, a partir de uma célula adulta.

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Ainda no 1º andar, junto ao Hall Central, encontra-se o relógio Millennium que não podem deixar de assistir ao seu trabalhar! Infelizmente, nós não o conseguimos fazer, pois o mesmo estava em obras de requalificação… 😦

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Passamos por várias salas com a maior diversidade de temas, desde o Reino Animal até à Moda, sempre interactivo e interessante.

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Dentro do museu, existe um pequeno café e também um restaurante, assim como várias outras comodidades para tornar a visita mais prática e cómoda, como WC´s em todos os andares, banquinhos ao longo do museu para podermos descansar, e também um espaço de piquenique, onde é possível comermos algo que tenhamos trazido connosco.

Um dos lugares que não podem deixar de visitar é ao seu terraço, de onde obtemos uma vista espectacular sobre a cidade. E, se apanharem um dia limpo, (não foi o nosso caso), conseguem obter uma visibilidade bem abrangente de Edimburgo.

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Informações Práticas:

Horário: Diariamente, das 10 às 17 Horas

Entrada: Gratuita, mas doações são aconselháveis.

Morada: Chambers Street, Edimburgo

Site: http://www.nms.ac.uk/national-museum-of-scotland/

National Gallery

Numa das praças mais icónicas de Londres, a Trafalgar Square encontra-se a National Gallery.

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Neste museu reside uma colecção fantástica de quadros, e o melhor de tudo? A entrada é gratuita.

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A National Gallery foi fundada em 1824 com apenas 38 quadros, actualmente tem expostos mais de 2300 pinturas. Possui uma das melhores e mais abrangentes colecções de pinturas da tradição europeia ocidental.

Mesmo que não sejam entendidos em pinturas (como eu!), não deixem de entrar neste museu, nem que seja apenas para apreciar a fantástica arquitectura do seu interior.

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Apesar de não entender muito desta arte, fiz questão de percorrer este museu e ver alguns quadros de alguns pintores mais conhecidos do mundo, tal como Van Gogh, Vermeer, Paul Cezenne, Monet… Mesmo quem não é grande conhecedor de pintura é impossível não ficar encantado diante de tantas obras famosas, que apenas costumamos ver em tv ou em livros…

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O National Gallery está dividido em quatro áreas, organizado por cores e também cronologicamente. Cada cor corresponde a um período, a azul corresponde à época dos primórdios da Renascença, o vermelho ao Auge da Renascença e Maneirismo, o laranja ao Barroco e o verde ao Rococó, pós-1800, Impressionismo e Pós-Impressionismo.

Uma vez que o museu é enorme e para não perder nenhuma das pinturas mais famosas que este museu abriga, antes de visita-lo, planeei e visita. Através do site da National Gallery é possível ver em que salas estão todos os quadros, assim, assinalei os que queria ver e não perdi muito tempo a procurá-los 😉

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Monet

À entrada do museu existe mapas do museu e são disponibilizados gratuitamente, também existe na língua portuguesa.

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Monet

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Monet

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Van Gogh

Quem não conhece os famosos girassóis de Van Gogh? 🙂

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Van Gogh

Morada: Trafalgar Square WC2

Site: http://www.nationalgallery.org.uk

Horário: 10:00 – 18:00, Sexta aberto das 18:00 – 21.

Entrada: Gratuíto

Museu Dar Si Saïd

O Dar Si Saïd deixa muito a desejar como museu, é muito fraco, foi uma pequena desilusão esta visita…

Este museu foi inaugurado em 1982 e lá dentro podemos encontrar alguns objectos que foram utilizados pelo povo marroquino.

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Mas os objectos são muito poucos, assim como as informações disponibilizadas dos mesmos…

Estou habituada aos museus daqui, da Europa, que têm tanta coisa e tanta informações que chegam a cansar… Talvez por isso tenha tido uma pequena desilusão com o Museu Dar Si Saïd.

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A visita é compensada, quando acedemos ao piso superior, onde a decoração detalhada das paredes e tectos é simplesmente incrível.

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E depois no pátio central, onde tem um pequeno jardim e um coreto com uma fonte e onde o chão é todo em azulejo.

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DSCN8339IMG_7332De resto, não tem muito mais para ver…

Informações Úteis

Morada: Derb Si Said, Marraquexe

Horário: 9:00 às 4:45 Hrs, De Quarta a Segunda.

Preço: 10 Dh (Aproximadamente 1€)

Louvre

O Louvre é o maior museu do mundo, possuindo uma infinidade de obras.

Construído em 1190, serviu como fortaleza para os ataques dos Vikings, no reinado do Rei Felipe Augusto.

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O acesso ao museu pode ser feito através da pirâmide de vidro, que é a entrada principal, e por essa razão, quase sempre tem filas enormes… Mas, o que muitas pessoas não sabem é que existem outras entradas.

A entrada pelo Carrousel Du Louvee, na Rue de Rivoli 99, é a mais indicada. Também é possível comprar o bilhete de entrada para o museu numa loja de variedades, localizada no Carrousel Du Louvre. Assim evitamos filas para entrar dentro do museu, e para comprar o bilhete. Foi só chegar, entrar, comprar o bilhete e ir para o museu 🙂

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Entrada no Louvre pelo Carrousel Du Louvre

Para entrarmos dentro do museu não precisamos ter o bilhete, o bilhete só é exigido à entrada das alas. Por isso, quem pretende só ver a pirâmide invertida no interior do recinto, pode fazê-lo sem que seja necessário comprar bilhete.

Louvre (3)Os bilhetes podem ser adquiridos, além da bilheteira, através de máquinas que estão localizadas na área de apoio ao visitante.

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O museu é enorme e é impossível ver tudo em apenas um dia. O melhor é organizar o que queremos visitar (se o seu objectivo é visitar todas as salas o melhor é dispensar dois dias para visitar o museu).

Antes de abalar imprimi o mapa do museu, disponível no site deles (há uma versão em português), e marquei as salas onde estavam as obras que queria ver. Desta forma não perdi tempo a tentar compreender o mapa, quando cheguei ao Louvre.

Esse mesmo mapa também está disponível gratuitamente no balcão de informações.

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O Louvre tem quatro andares e está organizado em três alas: Sully, Richelieu e Denon. Para entrar em cada ala é necessário apresentar o bilhete, por isso, tenha cuidado para não perder o bilhete, e conserve-o até sair do museu.

Começamos a visita pelos fossos medievais do Louvre que se encontra no piso -1, na Ala Sully.

Aqui encontra-se as fundações do antigo forte medieval, quando o Louvre ainda era uma fortaleza.

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Assim que encontrava um espaço onde pudesse sentar-me, ia directo descansar os pés… Foram muitos quilómetros dentro do museu… 🙂

Ainda no piso -1, encontra-se a impressionante Esfinge de Tanis, que foi descoberta em 1825, entre as ruínas do templo de Amon, localizado na cidade de Tanis, no Egipto.

Apesar de ser díficil precisar a data em que foi construída, os indícios apontam para o ano 2600 a.C.

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Esfinge de Tanis

Ainda na mesma Ala, mas no piso 0 e 1, encontram-se as antiguidades egípcias. E foram nestas salas onde tivemos mais tempo, a apreciar toda estas obras egípcias. Foi uma das áreas que mais gostei no Louvre.

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Existem inúmeros sarcófagos espalhados nesta área. Estes objectos são impressionantes, pois são ricamente decorados.

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Deusa Sekhmet

Uma mulher com cabeça de leoa, representava a deusa Sekhmer, é a deusa da vingança e das doenças. Rá, Deus do Sol, enviou Sekhmer para destruir os humanos que conspiravam contra ele.

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O Escriba Sentado

A impressionante escultura do Escrita sentada retrata um homem a escrever algo sobre um papiro. Esta escultura é famosa devido à sua qualidade, antiguidade e delicadeza das formas, sendo uma obra esculpida por volta de 2500 a.C.

Depois de visitada uma grande parte das obras da antiguidades Egípcia, decidimos mudar de ala.

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Psique reanimada pelo beijo do amor

Voltamos ao piso 0, mas na Ala Denon, onde conhecemos algumas das esculturas mais famosas. Nomeadamente a Psique reanimada pelo beijo do amor, que é uma escultura lindíssima.

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Cativo

Um pouco mais à frente encontra-se o Cativo, mais conhecido como o escravo moribundo, obra de Michelangelo.

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A primeira selfie da história 😛

Nesta altura o cansaço já começava a dar sinais, por isso, dirigimos-nos ao 1º piso, ainda na mesma sala e arrastamo-nos pelas inúmeras salas cheias de quadros até encontrarmos a famosa Gioconda, mais conhecida como Mona Lisa.

A Mona Lisa é uma das maiores atracções do Louvre, mas grande parte das pessoas que estão diante deste quadro, ficam um pouco desiludidas, tal como aconteceu comigo. Além do quadro ser mais pequeno do que estava à espera, está dentro de um vidro, e com um perímetro de segurança à sua volta, onde estão sempre centenas de pessoas a tentar tirar uma fotografia.

Claro que não consegui tirar uma fotografia digna e fiquei frustradíssima… Depois de andar à cotovelada com as centenas de pessoas que lá estavam, para conseguir chegar perto do quadro, o vidro que cobre o quadro não permite tirar fotografias sem ficarem com algum reflexo…

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Gioconda

Apesar de os meus pés já gritarem com dores não podia sair do Louvre sem visitar os aposentos de Napoleão III.

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Esta era uma das salas que fazia questão de visitar.

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As salas do apartamento de Napoleão III são uma demonstração do luxo e ostentação em que viveu Napoleão.

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Informações Práticas:

Horário: O Louvre abre diariamente, excepto às terças.

Seg/Qui/Sab/Dom : 9:00 às 18:00 horas.

Quartas e Sextas: 09:00 às 22:00 Horas.

Preços:

Colecções Permanentes: 12€

Exposição Hall Napoleon: 13€

Bilhete combinado: 16€

De Outubro a Março, no primeiro domingo de cada mês, o acesso à coleção permanente é gratuito.

Metro: Estação Palais Royal/Musée du Louvre.