Edimburgo: Dicas Práticas

Como Chegar a Edimburgo

É relativamente fácil e económico chegar à capital da Escócia, partindo dos aeroportos do nosso país. Várias companhias aéreas fazem esse percurso, mas nós optámos por voar com a Ryanair, a partir de Faro.

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Como Chegar ao Centro de Edimburgo desde o aeroporto

O Aeroporto de Edimburgo está localizado a cerca de 12 Km do centro da cidade e a melhor forma de lá chegar é através do TRAM. É rápido, (cerca de 30 minutos até ao centro), passa com bastante frequência, (entre 3 e 10 minutos), e funciona entre as 6:18 e as 22:48 Horas. Além disto é económico, pois o bilhete de ida custa 6 Libras, e Ida e Volta 8,5 Libras (Preços de Dez. 2019).

Os bilhetes podem ser adquiridos nas máquinas automáticas, que se encontram junto às paragens. As máquinas aceitam cartões de crédito e débito, assim como notas e moedas de 1 e 2 Libras. No entanto,  não dão trocos.

É necessário validar o bilhete antes de embarcar!

Existe também a hipótese de ir de autocarro através do Airlink 100, que também passa com muita frequência e é económico, mas ficamos um pouco condicionados pelo trânsito.

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Alojamento

Edimburgo é uma cidade cara e o alojamento é o que pode pesar mais no orçamento da nossa viagem. Para conseguirmos manter o nosso relativamente equilibrado, alugamos um apartamento e, dessa forma, conseguimos poupar alguma coisa em refeições.

Decidimos alugar um apartamento que fosse central, pois dessa forma não utilizamos transportes durante a estadia. Depois de alguma pesquisa encontramos este apartamento no AIRBNB.

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O anfitrião foi impecável, recebendo-nos pessoalmente, e deu-nos diversas dicas para tornar a nossa viagem mais especial. O apartamento era simples mas tinha todas as comodidades necessárias para uma viagem como a nossa. Existem várias serviços perto do apartamento, inclusive supermercados. Era relativamente central e tinha um preço acessível, comparando os preços praticados na cidade.

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Alimentação 

Assim como o alojamento, fazer uma refeição em restaurantes em Edimburgo é caro! Por essa razão fizemos praticamente todas as refeições no apartamento, expecto uma vez. Fomos ao OINK em Grassmarket, onde experimentamos uma sandes de porco simplesmente deliciosa. É relativamente barato, muito saboroso, e rápido, ideal para quando queremos fazer uma refeição sem perder muito tempo e não queremos ir ao Macdonald´s.

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Mercado de Natal de Edimburgo

Com o aproximar da quadra Natalícia, muitas cidades na Europa ganham mais brilho e encanto com os seus tradicionais Mercados de Natal, que invadem as suas ruas e praças. Apesar desta tradição ter sido iniciada no final da Idade Média na Alemanha, hoje em dia podemos encontrá-los um pouco por toda a Europa.

Quem me segue, sabe que adoro os Mercados de Natal e sempre que posso, nessa altura, marco uma viagem para a Alemanha. Mas há já algum tempo que queria experimentar visitar um mercado de Natal noutro país. Apesar de no ano passado ter ido a Estrasburgo, e de não ter adorado os seus Mercados, este ano queria ter uma experiência um pouco diferente.

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Dessa forma, este ano decidimos ir para Edimburgo, na Escócia, para conhecer o seu famoso “Christmas Market”, que se realiza entre meados de Novembro e princípios de Janeiro.

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Ao contrário dos mais conhecidos mercados da Alemanha, onde em cada praça existe um Mercado de Natal, em Edimburgo o Mercado encontra-se apenas num lugar: no Princess Street Gardens.

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Nesta altura do ano, o seu enorme jardim é invadido por inúmeras barraquinhas onde se pode encontrar desde comidas, bebidas, diversões e até artesanato variado, que pode ser uma excelente ideia para um presente de natal original.

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Mas o que distingue o Mercado de Natal de Edimburgo dos outros que já visitei é que tem várias atracções que, normalmente, apenas se encontram em parques de diversões. Desde a roda gigante, ao Carrossel, até a atracções mais radicais para os que gostam de adrenalina, há um pouco de tudo. Mas também tem várias diversões para os mais pequenos, e houve uma que achei particularmente interessante e que pode reunir toda a família: O labirinto de árvores de Natal.

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Nos anos anteriores havia uma pista de patinagem no gelo mas, este ano, infelizmente, cancelaram essa atracção. Não sei se nos mercados dos próximos anos a pista voltará… Mas podem manter-se informados de todas as novidades, através do site oficial ou do facebook.

Alias, esta altura do ano em Edimburgo é uma animação! Começa em meados de Novembro, com um grande evento com fogo de artifício quando as luzes de Natal da cidade se acendem, e estende-se até à primeira semana de Janeiro.

O Mercado tem entrada gratuita, e apenas pagamos se quisermos andar em alguma atracção. A compra dos bilhetes pode ser efectuada no site, ou no local, nos guichês próprios para o efeito.

Inicialmente estava um pouco receosa de ter uma desilusão com esta visita, pois sou fã incondicional dos Mercados Natal Alemães, mas fiquei agradavelmente surpreendida com a atmosfera que se vive no Mercado de Edimburgo. O ambiente é muito alegre e, tanto os locais como os turistas, estão em plena sintonia a apreciar toda a atmosfera natalícia que lá se sente.

Houve uma barraquinha que me conquistou logo de imediato. Tinha decorações de Natal personalizadas e podíamos escolher a decoração, dizíamos o que lá queríamos escrever e faziam a personalização na hora. Tinham as mais variadas temáticas, desde Casamento, primeiro filho, gravidez, animal de estimação, 1ª casa… Nós escolhemos este:  🙂

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Se também gostam de Mercados de Natal, considerem visitar Edimburgo nessa altura, pois com certeza não irão ficar desiludidos! 🙂

Informações:

Site Oficial: edinburghschristmas.com

Morada: Christmas Market – East Princess Street Gardens

Museu Nacional da Escócia | Edimburgo

O National Museum of Scotland é o museu mais visitado da cidade. E percebe-se facilmente porquê, pois é um museu divertido, interactivo, diversificado e bastante dinâmico.

Este Museu tem vários andares e muitas salas, com as mais diversas temáticas, desde Ciência, Reino Animal, Design, Transportes, História… Um pouco de tudo, e que consegue agradar praticamente a todos os gostos.

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Na realidade, não gosto particularmente de museus muito grandes, pois não gosto de “gastar” um dia inteiro de uma viagem dentro de apenas um Museu. Além do mais, chega a um ponto que começa a ser cansativo e desmotivador estar no mesmo lugar tanto tempo… Por isso, fui visitar o Museu Nacional da Escócia com um pé atrás, pois ele é enorme! Até tinha estudado o mapa do local (disponível no site oficial) e marcado os sítios que queria mesmo visitar, mas como se revelou tão interactivo, nem demos pelo tempo passar e fomos deixando-nos levar sala após sala…

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Estivemos lá cerca de 3 horas e, obviamente, não conseguimos ver tudo. No entanto, acabamos por ver  muito mais do que inicialmente tínhamos planeado.

A visita começa em grande, pelo  Hall central. Um lugar que deixa entrar muita luz natural, o que proporciona uma claridade e um bem estar ao ambiente. Em todos os andares é possível ter uma visão para o Hall central que é, sem dúvida, um lugar excelente  e lindo para tirar fotografias.

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Daqui, o difícil é escolher por onde começar… 🙂 Nós dirigimo-nos para uma sala de Ciência e Tecnologia. Trata-se de um local bastante interactivo, e parecíamos duas crianças a fazer todas as experiências e a testar as nossas aptidões nos inúmeros jogos que lá existiam.

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Ainda nesta sala encontramos a famosa ovelha DOLLY. Para quem não sabe trata-se do primeiro mamífero que foi clonado, com sucesso, a partir de uma célula adulta.

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Ainda no 1º andar, junto ao Hall Central, encontra-se o relógio Millennium que não podem deixar de assistir ao seu trabalhar! Infelizmente, nós não o conseguimos fazer, pois o mesmo estava em obras de requalificação… 😦

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Passamos por várias salas com a maior diversidade de temas, desde o Reino Animal até à Moda, sempre interactivo e interessante.

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Dentro do museu, existe um pequeno café e também um restaurante, assim como várias outras comodidades para tornar a visita mais prática e cómoda, como WC´s em todos os andares, banquinhos ao longo do museu para podermos descansar, e também um espaço de piquenique, onde é possível comermos algo que tenhamos trazido connosco.

Um dos lugares que não podem deixar de visitar é ao seu terraço, de onde obtemos uma vista espectacular sobre a cidade. E, se apanharem um dia limpo, (não foi o nosso caso), conseguem obter uma visibilidade bem abrangente de Edimburgo.

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Informações Práticas:

Horário: Diariamente, das 10 às 17 Horas

Entrada: Gratuita, mas doações são aconselháveis.

Morada: Chambers Street, Edimburgo

Site: http://www.nms.ac.uk/national-museum-of-scotland/

The Scotch Whisky Experience | Edimburgo

Os amantes de Whisky não podem deixar de visitar o The Scotch Whisky Experience“, que se encontra logo ao lado do Castelo de Edimburgo. Confesso que apenas inclui esta experiência no nosso itinerário, porque o Sérgio gosta imenso desta bebida, mas eu, que não aprecio nem percebo nada de whisky, também adorei a visita!

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Existem vários tipos de tours, que vão desde as 17,00£ até às 79,00£. Podem ver o que está incluído nas diferentes tours no site oficial (aqui).

Nós fizemos a “The Silver Tour”, que é a mais comum. Não reservamos os bilhetes antecipadamente e na altura que fomos (Novembro), não vimos grande necessidade de fazê-lo. Assim que adquirimos os bilhetes “embarcamos” de imediato nesta experiência.

A tour começa a bordo de um carrinho em forma de barril, e à medida que vai andando é-nos explicado como se processam as diferentes fases da produção do Whiskey, através de projecções nas paredes. A visita é acompanhada por um áudio guia que contém toda a informação em vários idiomas, inclusive em Português (de Portugal).

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Quando saímos do carrinho dirigimo-nos para uma sala onde assistimos a um vídeo sobre as diferentes regiões da Escócia que produzem esta bebida. A visita aqui é efectuada por um guia em Inglês, mas podemos utilizar o áudio-guia e ouvir a explicação no nosso idioma. Tivemos muita sorte com a nossa guia, pois ela era bastante divertida e entusiasta a explicar tudo, o que tornou a visita bem mais animada e emocionante.

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Na entrada para esta sala e-nos entregue um cartão com as várias regiões produtoras de Whisky, e cada uma tinha um cheiro característico. Então, a guia explicou-nos como saber diferenciar, através do aroma, em que zona é produzido um whisky, que pode ir do frutado até ao fumado…

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De seguida passamos para uma sala onde vamos escolher o whisky que queremos experimentar, com base na explicação que anteriormente nos tinha sido dada.  Antes de  nos dirigirmos para a última sala da visita, através de efeitos visuais, é-nos mostrado a “abertura” de um cofre de alta segurança onde nos é apresentado a Maior Colecção privada de Whisky do Mundo. No momento que o “cofre” é aberto, o Sérgio larga um sonoro “Ahhhhhhhhh” num timbre duvidosamente agudo, que ainda hoje a nossa guia deve lembrar-se, uma vez que comentou que tinha sido a reacção mais entusiasta a que já tinha assistido! #sempreaenvergonharadesgraçadinha 🙂

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A colecção de Whiskys está exposta em várias vitrines de vidro, e é realmente impressionante. Aqui ficamos alguns minutos a apreciar as garrafas, assim como a saborear a bebida que nos foi oferecida. O copo onde nos é servido a bebida, para degustação, é um presente. No final dão-nos uma embalagem de cartão para colocarmos o copo, e dessa forma, o mesmo ficar melhor acondicionado.

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Esta experiência teve uma duração de 50 minutos, mas podemos ficar no bar do Museu o tempo que quisermos.

A última passagem é pela Loja, mas a mesma encontra-se aberta a qualquer pessoa, mesmo para quem não fez nenhuma tour. Aqui podem encontrar à venda uma enorme variedade de whiskys (em tamanho normal, como em miniatura), assim como diversos souvenirs.

Informações:

Morada: The Royal Mile,354 Castlehill

Site: scotchwhiskyexperience.co.uk

Horário: Existem diferentes horários consoante o mês. Dessa forma é melhor consultarem o site (aqui)

Preço: 17 Libras Silver Tour. Consultem o site para conhecerem as outras experiências disponíveis, assim como os respectivos preços.

Edimburgo | Escócia

Edimburgo é a capital da Escócia e, apesar de ser uma cidade pequena, tem várias atracções fantásticas! Tem um dos castelos mais importantes do Reino Unido, vários museus interactivos e inovadores, e até a experiência de ver como são feitos e provar os famosos whiskys escoceses na sua terra de origem.

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Passear pelas ruas da Old Town, com os seus edifícios antigos, ficamos com a sensação de termos sido transportados para outra época. É uma verdadeira delícia passear pelas suas ruas estreitas e antigas e sermos surpreendidos pela música da gaita de foles.

Os mais conhecidos e principais pontos turísticos de Edimburgo estão concentrados na Old Town e, principalmente, na Royal Mile, que é a rua histórica mais importante da cidade, e que vai desde o Castelo até à Abadia de Holyrood. Esta rua está sempre lotada de turistas e na sua extensão é possível encontrar várias atracções da cidade, desde:

O Castelo de Edimburgo, que é a atracção mais visitada de toda a Escócia e um dos castelos mais importantes do Reino Unido, tendo por cá passado diversos monarcas ilustres, desde a Rainha Mary of Scots à Rainha Margaret, que mais tarde foi nomeada Santa. Entretanto o seu filho, o Rei David I, mandou construir a Capela Margaret, em sua homenagem. Actualmente é o edifício mais antigo de Edimburgo.

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Na realidade, o Castelo é um conjunto de vários edifícios como o Royal Palace, o National War Museum, Honours Of Scotland, entre muitos outros. O espaço é enorme e requer algum tempo para visitá-lo na totalidade.

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Se a sua ideia não for visitar o interior do Castelo, não deixe de lá ir, nem que seja apenas para admirar a vista fantástica, uma vez que o mesmo encontra-se numa das colinas mais altas da cidade.

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Logo a seguir ao Castelo encontra-se o Tartan Weaving Mill, que se trata de uma loja que é também uma atracção turística, onde podemos ver como é toda a produção dos famosos kilts, que são muito tradicionais aqui. A experiência é engraçada, e tinham por lá uns cachecóis de caxemira lindos que fiquei a roer-me por não ter comprado um…

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Mesmo à frente ao Tartan Weaving Mill encontramos o The Scotch Whisky Experience. Lá podemos conhecer toda a história do Whisky e ainda ver a maior colecção privada do mundo desta bebida. Se são fãs de Whisky é, sem dúvida, uma atracção a não perder. Nós fomos e adoramos! Vou contar todos os pormenores num próximo post.

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Bastante perto encontramos a Camera Obscura & World of Illusions, que me pareceu bastante interessante de visitar mas, infelizmente, já não tivemos tempo para fazê-lo.

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Ainda na Royal Mile encontramos a Catedral mais importante da cidade: a St. Giles. É bastante fácil de identificá-la, pois o alto da sua torre lembra a forma de uma coroa. O seu interior parece magnífico mas, infelizmente, quando lá passamos estava fechado e depois já não tivemos oportunidade de lá voltar.

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Afastando-nos um pouco da Royal Mile, mas ainda na Old Town, dirigimo-nos para a Grassmarket. Tratava-se de um mercado onde podíamos encontrar à venda cavalos e gado, e era também o local onde se faziam as execuções públicas. Actualmente encontramos aqui vários restaurantes e comércio diverso.

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Não deixem de passar pela Victoria Street e Victoria Terrace, que é, na minha opinião, um dos locais mais fotogénicos e bonitos de Edimburgo.

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Não muito distante daqui, encontramos a famosa estátua do cão que guardou o túmulo do seu dono durante 14 anos, até morrer: a Greyfriars Bobby.

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E mesmo ali ao lado encontra-se a The Elephant House, que é passagem obrigatória para os fãs do Harry Potter, pois foi aqui que J.K. Rowlins começou a escrever os primeiros esboços dos livros.

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Do outro lado da rua está o National Museum of Scotland. É um museu extremamente interessante e interactivo, onde existem várias salas sobre os mais diversos temas: Reino Animal, Ciência, Transportes, História… Gostei tanto deste museu que vou fazer um post com mais detalhes sobre ele. E o melhor de tudo é que a sua entrada é gratuita. 😉

Os jardins do Princess Street separam a cidade velha da cidade nova.  Trata-se de um enorme parque, com belos jardins, mas na altura que lá fomos (e por isso é que lá fomos nessa época) estava a decorrer o famoso mercado de Natal, pelo que grande parte do jardim foi invadido por barraquinhas de comida e artesanato, assim como várias atracções e divertimentos.

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Um dos principais destaques deste parque é o Scott Monument, construído em homenagem ao escritor escocês Sir Walter Scott. É possível subir para obter uma vista da cidade, sendo a entrada paga.

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Mas um dos locais onde se obtêm uma das melhores vistas da cidade é sem dúvida, o Calton Hill. Se apanharem um dia bom (não foi o nosso caso) a vista é completamente desafogada. Ainda nesta colina podemos encontrar vários monumentos: National Monument of Scotland, o Observatório e o Dugald Stewart Monument.

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Ainda na New Town não deixem de passar pelo museu Scottish Nacional Portrait Gallery, nem que seja apenas para admirar o seu belíssimo interior.

Sem dúvida que Edimburgo superou as minhas expectativas e deixou-me o “bichinho” de lá voltar e explorar toda a Escócia 🙂