Dicas de viagem em Dublin

Vamos a algumas dicas úteis sobre Dublin?

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Como Ir/Chegar ao Aeroporto desde Centro

O aeroporto de Dublin fica a 10 Km do centro da cidade e existem várias opções para se deslocar, desde: Aircoach, Airlink, Autocarro Público (Dublin BUS), Táxi, Transfers ou aluguer de automóvel.

Dentro das várias opções disponíveis, achamos que a mais conveniente para nós, tanto  a nível de tempo como monetária, seria optar pelos autocarros Aircoach.

O Airchoach 700 é quase directo, fazendo poucas paragens do Aeroporto-Centro e vice-versa. Este percurso leva em média cerca de 30 minutos.

Horários:

Aeroporto – Centro : 23:55 às 03:25 a cada 30 minutos / 03:25 às 23:55 a cada 15 minutos.

Centro – Aeroporto : 00:00 às 04:30 a cada 30 minutos / 04:30 às 23:59 a cada 15 minutos.

Preço: Bilhete Unitário 7€ / Ida-Volta 12€ / Online 11€

Nós comprámos o bilhete ida-volta e assim poupamos 2€/cada. Têm uma validade de 6 meses, desde a data da compra, ou seja, podem utilizá-lo numa viagem hoje e só voltar a usar daqui a 5 ou 6 meses.

Onde comprar o bilhete: Nós adquirimos o bilhete num guichê que se encontra à saída do aeroporto (Terminal 1), mas também pode ser adquirido directamente com o motorista, dentro do autocarro.

Paragens: Trinity College / Westmoreland Street / O´Connel Street  / Drumcondra / Dublin Airport

Idioma

A Irlanda possui duas línguas oficiais, o Irlandês (também conhecido por gaélico) e o Inglês.

Durante o domínio Inglês os Irlandeses foram fortemente perseguidos e seus costumes (como a língua) foram fortemente combatidos. Apesar disso, os Irlandeses sempre foram muito resistentes e a sua cultura nunca se extinguiu

Todas as placas de trânsito em Dublin (como em toda a Irlanda) estão escritas em ambas as línguas. E o ensino do Irlandês também é obrigatório nas escolas e a maioria da população local tem, pelo menos, noções básicas do idioma.

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Moeda

A moeda em Dublin é o Euro. Mas, se for para a Irlanda do Norte, a moeda local é a Libra Irlandesa.

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Tomadas Eléctricas

Em Dublin, as tomadas são como no Reino Unido, ou seja, diferentes das que estamos habituados em Portugal (3 entradas). Por isso, convém levar adaptador!

Horas antes de sair para o aeroporto deu-me um flash e lembrei-me que as tomadas poderiam ser diferentes… Fui pesquisar e vi que realmente o eram. Felizmente ainda fui a tempo de colocar os adaptadores que tinha dentro da mala. Mas, se não os tiver, encontram-se facilmente nos supermercados ou em lojas de conveniência.

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Hotel

O custo de vida em Dublin é elevado comparativamente como o nosso (o que não é difícil) e, apesar dos bilhetes de avião de Faro para Dublin serem bem acessíveis, o que vai pesar mais nesta viagem é a estadia, pois é tudo muito dispendioso.

Depois de muita pesquisa para encontrar algo mais acessível e central, achamos que era melhor alugar um apartamento (para variar) e assim sempre conseguíamos poupar algum dinheiro em refeições.

Vimos o Staycity Aparthotels Saint Augustine, que nos pareceu ser a escolha mais acertada, pois tinha a melhor relação qualidade/preço que encontramos (pagámos 327€/para 3 noites).

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O apartamento era central o que nos permitiu fazer todas as deslocações a pé. Tinha todas as comodidades necessárias, desde os mais diversos utensílios de cozinha para preparar refeições, loiças, máquina lavar roupa e loiça, tábua e ferro de engomar… Além disto, tínhamos ainda dois quartos e uma sala bem grande com dois sofás cama, o que daria perfeitamente para 6 pessoas.

O staff foi muito simpático e prestável, dando-nos um mapa da cidade e várias dicas para a nossa estadia na cidade.

Alimentação

Assim como a estadia, a alimentação é algo bem dispendioso em Dublin. Fizemos a maior parte das refeições no apartamento, indo a vários supermercados, como o Spar e Tesco, que se encontram facilmente em toda a cidade.

Mesmo comprando os alimentos em supermercados é tudo bastante caro, mas sai bem mais em conta do que se fossemos a restaurantes todos os dias.

A única vez que fizemos uma refeição fora do apartamento, foi quando fomos à Hamburgueria BUNSEN, da qual tinha lido boas críticas.

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O menu é bem pequeno, composto apenas por 4 hamburgers, 3 tipos de batatas fritas e algumas bebidas. Mas os hamburguers são muito saborosos e, para os padrões da cidade, é bastante em conta.

Existem 4 restaurantes “BUNSEN” em Dublin, sendo que um deles se encontra mesmo em frente ao bar “TEMPLE BAR”.

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Para terminar as publicações sobre Dublin quero realçar que é um lugar que me surpreendeu muito pela positiva e que vale mesmo a pena uma visita. Uma cidade vibrante, encantadora, repleta de história e com os seus habitantes sempre alegres e sempre prontos a ajudar! Se está na dúvida entre visitar ou não, não pense duas vezes 🙂

Pub´s em Dublin

A cidade de Dublin é conhecida pela sua animada vida nocturna. Dessa forma, nenhuma visita à cidade fica completa sem uma ida a algum dos icónicos Pub´s. São inúmeros os pub´s que a cidade oferece (quase mil), o que torna difícil decidir qual entrar… Reuni neste post alguns dos melhores e mais conhecidos, depois de algum trabalho de pesquisa 😉

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A maior parte dos pub´s estão concentrados no bairro Temple Bar, situado nas margens do rio Liffey. É um dos pontos turísticos mais visitados da cidade.

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-Temple Bar – Este pub faz parte das vida dos irlandeses desde 1840 e é, sem dúvida, o mais famoso de Dublin. É quase obrigatório passamos por lá, nem que seja só para vermos a sua linda e cuidada fachada. Se não o fizermos ficamos com a sensação que a visita a Dublin não ficou completa!

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Morada: 47/48 Temple Bar

-Fitzsimons – Bem próximo do Temple Bar, é conhecido principalmente por passar boa música a qualquer hora do dia. É animação na certa.

Morada: 21/22 Wellington Quay

The Brazen Head – Aberto em 1198 é um dos pub´s mais antigos do mundo e o mais antigo da Irlanda. Vale a pena uma visita, pois além do seu valor histórico  também é um dos melhores locais para ouvir música irlandesa na cidade.

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Também servem refeições, pratos tradicionais e contemporâneos.

Morada: 20 Bridge Street Lower

-Porterhouse – Foi o primeiro pub na Irlanda a fabricar a sua própria cerveja, oferecendo dez escolhas diferentes, que não encontrará em mais nenhum pub, sendo uma delas “The Plain Porter”, que já foi duas vezes galardoada internacionalmente pela indústria cervejeira.

Morada: 16-18 Parliament St.

Oliver St. John Gogarty – Decidimos entrar neste pub porque havia música tradicional Irlandesa ao vivo no momento em que lá passamos. Adoramos a música, pois passaram vários clássicos irlandeses, assim como o ambiente fantástico e a sua decoração que remete para a cultura do país.

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As cervejas não são baratas. Pedimos Uma Guinness (tinha que ser!) e uma Kilkenny e foram 6.50€ e 7.75€, respectivamente.

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Morada: Temple Bar 58/59, Fleet Street

Ir a pub é uma experiência que, na minha opinião, acho imperdível numa viagem a Dublin. Mesmo que não sejam apreciadores de cerveja o ambiente que lá se vive é único e fantástico, e só quem lá vai consegue sentir e compreender.

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Curiosidade

Um dos cartões postais de Dublin são as suas portas coloridas que também estão associadas aos pub´s da cidade… Como assim?! 🙂

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Dizem que a ideia de pintar as portas das casas de cores diferentes surgiu das mulheres Irlandesas que já estavam cansadas dos seus maridos irem bater nas portas erradas, depois de saírem dos pub´s já um pouco alcoolizados! 😀

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Museus em Dublin

A cidade de Dublin apesar de pequena, tem muita coisa para ver e, nesse rol, estão incluídos vários museus fantásticos. O difícil é mesmo decidir a quais ir.

Tinha uma lista com vários museus que gostava de ter visitado mas, infelizmente, o tempo que lá estive não permitiu ver todos pelo que vou indicar-vos os que visitei, assim como os que gostava de ter conhecido.

  • Science Gallery

Demonstrar a ciência é divertido, envolvente e muito mais relevante para o nosso dia a dia do que poderíamos imaginar, e é isso que vamos encontrar neste museu bastante interactivo.

Morada: The Naughton Institute, Pearse Street, Trinity College

Horário: Segunda: Encerrado / Terça a Sexta 12-20 Hrs / Sáb-Dom – 12-18 Hrs

Preço: Gratuito

  • Natural History Museum

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Como já tinha contado neste post, não encontrei nada de extraordinário neste museu. Sinceramente pensei que fosse mais dinâmico, um pouco como o de Londres… Mas não é nada parecido. Acho que a cidade tem uma oferta muito melhor em relação a museus, por isso não voltaria a visitá-lo.

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Morada: Merrion Street

Horário: Segunda: Encerrado / Terça a Sábado 10 – 17 Hrs / Domingos 14 às 17 Hrs

  • National Museum of Ireland – Archeology

Foi uma das grandes surpresas da viagem, no que diz respeito a museus. Pois além da exposição extremamente interessante, fiquei apaixonadíssima pelo mosaico do chão, que é simplesmente lindíssimo!

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Neste museu podemos encontrar uma colecção fantástica de artefactos desde a pré-história até ao período Viking. Quem gosta de história vai adorar este lugar pois está recheado de informação que nos ajuda a compreender um pouco melhor a evolução do país.

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O museu está organizado ao longo de sete galerias e dois andares, por isso vá com tempo para apreciar tudo. É possível tirar fotografias (sem flash).

A sua entrada é um pouco escondida e pode passar despercebida aos mais distraídos, mas encontra-se ao lado do Biblioteca Nacional da Irlanda.

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Morada: Kildare Street, Dublin 2

Horário: Terça a Sábado 10 – 17 Hrs / Domingos 14 às 17 Hrs / Encerrado às Segundas e Feriados.

Entrada: Gratuito

  • National Gallery

Quem aprecia pintura vai gostar bastante deste museu. Aqui vai encontrar uma excelente colecção de arte Irlandesa, mas também há colecções de alta qualidade de todas as principais zonas da Europa.

Há uma sala dedicada exclusivamente às obras de Jack Yeats.

Morada: W Merrion Street, Dublin 2

Horário: Segunda a Sábado 09:15 – 17:30 / Quinta 09:15 – 20:30 / Domingo 11:00 – 17:30

Entrada: Gratuito

Todos estes museus ficam muito perto uns dos outros e a sua entrada é gratuíta.

  • Chester Beatty Library

Quando coloquei este local no itinerário, pensei que se tratava de uma simples biblioteca com livros antigos pois foi essa a ideia que tinha ficado das informações que encontrei enquanto andava a pesquisar.

Por isso, fiquei agradavelmente surpreendida com o que me deparei. O Chester Beatty Library é um museu de arte que abriga uma grande colecção de manuscritos, pinturas, gravuras, desenhos, livros raros e alguns objectos decorativos que pertenceram a Sir Alfred Chester Beatty.

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A colecção pertenceu a Sir Alfred, um magnata americano dedicado à indústria de mineração. Coleccionador apaixonado, Chester mudou-se para a Irlanda em 1950, vivendo em Dublin até à sua morte, em 1968.

Posteriormente, a colecção foi doada para benefício público.DSCN7774

Até 2 de Setembro de 2018 há uma exposição muito interessante; O Coëtivy Hours. Trata-se de uma obra-prima de iluminuras em miniatura, datadas do século XV.

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Morada: Dublin Castle (A entrada faz-se pelos jardins do Castelo)

Horário: Segunda a Sexta 10:00 – 17:00 / Sábado 11:00 – 17:00 / Domingo 13:00 – 17:00

Preço: Gratuito

  • Dublinia

Foi sem dúvida o lugar que tive mais pena de não ter conseguido visitar. A Dublinia é um museu bastante interactivo onde podemos ficar a conhecer um pouco da história e cultura dos Vikings e da era Medieval.

A exposição é dividida em três níveis: Vikings, Medieval e Caçadores de História (History Hunters), mostrando como era a vida na altura, desde os seus hábitos e costumes.

Site: http://www.dublinia.ie/

Morada: Christ Church

Horário: Segunda a Domingo 10:00 às 06:30 Hrs (Última entrada 05:30)

Preço: 9,50 € / Bilhete combinado com Christ Church Cathedral – 14,50€

Kilmainham Gaol (Prisão) – Dublin

Há quem ache mórbido ou chocante visitar sítios onde aconteceram situações pouco humanas ou deprimentes, tal como prisões ou campos de concentração. Eu não concordo e acho até muito importante fazê-lo, para assim ter-se um conhecimento mais aprofundado do que realmente aconteceu nesses locais e, dessa forma, evitar que situações semelhantes voltem a acontecer no futuro.

Por isso, quando começamos a pesquisar os locais que gostaríamos de visitar em Dublin, decidimos incluir no roteiro uma ida à prisão Kilmainham.

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A antiga prisão que foi inaugurada em 1796, teve um papel fundamental na história da Irlanda pois por aqui passaram muitas das pessoas que lutaram pela independência do País.

Uma visita a este local é uma forma interessante de conhecer alguns dos capítulos da História da Irlanda. É necessário fazer marcação prévia (mais pormenores no final deste post), sendo uma tour com um guia local. E esse é um factor determinante! Sei de pessoas que adoraram e outras que detestaram, muito devido à forma como foi conduzida a visita. Nós tivemos muitaaaaa sorte com o nosso guia pois ele era muito informado e um apaixonado pela História e todos os factos que lá se passaram, conseguindo assim transmitir todo esse entusiasmo às pessoas que fizeram a tour com ele.

 A visita guiada começa na capela da prisão, onde Joseph Plunkett se casou com a sua noiva Grace Gifford pouco antes de ser executado, por ter sido um dos lideres da Revolta da Páscoa. Essa Revolta tratou-se de uma rebelião na Irlanda durante a Semana Santa de 1916, e foi uma tentativa por parte de militantes republicanos irlandeses de ganhar a independência em relação ao Reino Unido.

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O primeiro político a ser preso foi Henry Joy McCracken, detido no dia 11 de setembro de 1796, tendo sido posteriormente condenado ao enforcamento em praça pública.

Nesta prisão os prisioneiros eram colocados todos juntos, independentemente de serem homens, mulheres ou crianças. As escuras e frias celas eram iluminadas apenas com a luz de uma vela, que se verificava ser uma fonte de calor insuficiente para um sítio tão húmido e frio.

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Com a chegada da Grande Fome, entre 1845 e 1849, o número de prisioneiros aumentou drasticamente em Kilmainham. Apesar de toda a Europa ter sofrido com a fome devido a uma doença que contaminou em larga escala as batatas, um terço de toda a população da Irlanda dependia unicamente delas para sobreviver, pelo que foi um dos países mais afectados.

A fome era tanta, que as pessoas cometiam pequenos delitos para serem presas, uma vez que na prisão tinham direito a uma refeição diária, por exígua que fosse. Nessa altura as condições que já não eram muitas, tornaram-se ainda mais precárias… A prisão sofria sérios problemas de sobrelotação e os presos viviam amontoados nas celas.

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Uma das alas mais conhecidas desta prisão é Victorian Wing. Foi inaugurada em 1862, acrescentando-lhe mais 96 celas. Durante esse período, a prisão era regida pelos princípios do silêncio e da separação, sendo a comunicação entre os prisioneiros completamente proibida, tendo que passar a maior parte do tempo nas suas celas.

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Numa das celas desta ala podemos ver uma pintura que Grace Gifford, esposa de Joseph Plunkett, fez enquanto aqui esteve detida.

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Mural of Madonna – Pintado por Grace Gifford, esposa de Joseph Plunkett.

A visita termina no pátio onde aconteciam as execuções. Aqui, entre os dias 3 e 12 Maio de 1916, foram executados 14 homens por terem participado na Revolta da Páscoa.

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O local exacto onde aconteciam as execuções, está actualmente assinalado com uma cruz.

A prisão deixou de funcionar em 1924.

A visita guiada leva cerca de 1 hora, e quando terminada podemos visitar o museu. Aqui podemos encontrar diferentes objectos que pertenceram aos prisioneiros, tal como  cartas, roupas, entre várias outras coisas.

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Vários filmes e até  um videoclip dos U2 (Celebration) forem gravados em Kilmainham.

Informações Uteis

Preço: Adulto 9€ / Crianças e Estudantes 5€ /Online 8€.

Como este lugar é bastante requisitado e não queríamos correr o risco de lá chegar e já não conseguirmos bilhetes, uma vez que as visitas tem um numero limitado por dia, decidimos comprar o bilhete online ainda em Portugal.

Acedemos ao site (aqui), escolhermos o dia e a hora pretendida, fizemos o respectivo pagamento e logo de seguida recebemos um e-mail de confirmação. Podemos imprimir os bilhetes, através do e-mail que nos enviam. Mas se não o fizerem não há problema, basta chegar à recepção da prisão um pouco mais cedo da hora da visita, e eles imprimem os respectivos bilhetes.

É importante chegar a horas, eles aconselham chegar 15 minutos antes da hora, para não corrermos o risco de não conseguir fazer a visita.

Nós pagamos 16€ pelos dois bilhetes + 1€ pelos custos administrativos.

Morada: Inchicore road 8

Horário: Diferem consoante o mês, o melhor é consultarem o site

Como lá chegar (Transportes públicos)

Luas – Linha Vermelha (paragem mais próxima Suir Road)

Nós não utilizamos os transportes públicos para deslocarmos para a prisão, fizemos o percurso a pé, pois o nosso hotel não era muito distante.

Trinity College – A Universidade de Dublin

A Trinity College é a universidade mais famosa e mais antiga da Irlanda, fundada em 1592 pela Rainha Elizabeth I.

Originalmente esta Universidade pública só aceitava alunos protestantes, contudo poderiam ser aceites alunos católicos desde que abrissem mão das suas crenças. Embora estas restrições religiosas tenham sido abolidas em 1873, o clima protestante ainda se manteve forte na Universidade. Hoje em dia não há qualquer restrição religiosa e, na verdade, a maior parte dos alunos da Trinity College são católicos.

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Vários nomes ilustres estudaram aqui, como é o caso de Oscar Wilde e Samuel Beckett que frequentaram o Trinity College em 1871 e 1923, respectivamente.

A Universidade está aberta para visita e podemos fazê-lo de forma gratuita mas, para visitar a Biblioteca e o Book of Kells, a principal atracção do espaço, é necessário pagar.

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Mas é possível apenas passear pelo magnífico espaço da Universidade e apreciar os seus edifícios clássicos cheios de história.

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Na praça principal encontramos um campanário com 12 metros de altura, que abriga o sino da universidade. Existe uma lenda que diz que quem estuda nesta universidade e passar por baixo do arco do campanário poderá chumbar nos exames.

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Ainda no campus podemos ver um globo dourado que se trata de uma escultura feita por Arnaldo Pomodoro, intitulada “Sphere within a sphere” (esfera dentro da esfera). Ela faz parte de um conjunto de esferas espalhadas pelo mundo, existindo também no Vaticano, no Irão, em Nova Iorque, Washington, Indianapolis, São Francisco e Califórnia.

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Para visitar a biblioteca adquirimos o bilhete junto à entrada da mesma, e apesar de estar um pouco de fila, foi relativamente rápido o processo.

Existe a possibilidade de fazer uma tour pela Universidade assim como pela Biblioteca,  guiada pelos alunos da Universidade. Eles encontram-se numa pequena banca junto à entrada principal do recinto, mas só está disponível em alguns horários durante o dia.

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Começamos a visita pela exposição “Turning Darkness into Light” que é sobre o Book of Kells (Livro de Kells). Trata-se de um manuscrito com mais de 300 páginas escrito em latim pelos monges celtas, por volta de 800 d.C.

Devido à sua  beleza e à magnifica ilustração, com excelentes pormenores artísticos, este manuscrito é considerado, por muitos especialistas, como um dos mais importantes vestígios da arte religiosa medieval.

Percebemos de imediato onde se encontra exposto o livro (obviamente bem isolado dentro de vidros), pois o aglomerado de pessoas é sempre grande e é um pouco difícil apreciar calmamente. É expressamente proibido fotografar esta parte da exposição.

Mas a principal razão que me levou a entrar ali era para conhecer a biblioteca, que é considerada uma das mais bonitas do mundo.

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Assim que entramos na Long Room sentimo-nos esmagados com a imponência do lugar. A sala tem quase 65 metros de comprimentos e contêm cerca de 200 mil livros.

Inicialmente, existia apenas o nível inferior e o tecto era de gesso bastante simples. Mas, em 1850, o espaço já se encontrava completamente lotado e não havia lugar para colocar  mais livros. Por isso, em 1860, ergueram o 2º andar e construíram o tecto em forma de abóbada, tal como se encontra actualmente.

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Em cada fileira de livros, no primeiro piso, encontra-se um busto de mármore de figuras ilustres da Literatura, Filosofia e outras áreas nobres. São 48 bustos entre eles Sócrates, Aristóteles, Shakespeare, Francis Bacon.

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Uma curiosidade que ficamos a saber durante a visita: Os livros maiores e mais pesados foram colocados nas prateleiras inferiores, para evitar sobrecarregar o andar superior.

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Gostei bastante da visita à biblioteca, mas sinceramente, achei o bilhete muito caro! (14€/pessoa).

Morada: College Street

Preço: 14€/Pessoa

Horários: Segunda a Sábado 09:30 – 17:00 / Domingo(Outubro-Abril) 12:00 – 16:30, (Maio a Setembro) 09:30 – 16:30.

Dublin – Itinerário de 3 dias

Na procura de um destino relativamente próximo, económico e com partidas do aeroporto de Faro, Dublin pareceu-nos o lugar perfeito. Estávamos desesperados por uns dias longe da rotina habitual pois após vários meses a ver azulejos, cozinhas, pavimentos, mobília e tudo o que envolve uma obra, precisávamos de nos desligar disso tudo. Mas, depois de ter lido e de algumas pessoas me terem dito que Dublin não era nada de especial, ia com zero expectativas. Mas fui agradavelmente surpreendida  por ter chegado a uma cidade vibrante, com pessoas simpáticas e prestáveis e com uma arquitectura e história apaixonante. Ficamos tão apaixonados pela cidade, que não vemos a hora de voltar à Irlanda, para explorar todo o país. 🙂

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Apesar de Dublin ser uma cidade relativamente pequena e com tudo muito concentrado, tem imenso para explorar. Nós ficamos 3 dias e achamos que foi o suficiente para conhecer o mais importante que a cidade tem para oferecer.

1º Dia

Christ Church Cathedral – Também conhecida por Santíssima Trindade, é uma das catedrais medievais da cidade, sendo a outra a Catedral de St. Patrick. A Catedral foi fundada em 1028, no que era o coração espiritual da cidade, sendo hoje uma das principais atrações turísticas em Dublin.

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É possível entrar e conhecer o interior da Catedral, mas nós não o fizemos. Há bilhetes com diferentes preços e entradas combinadas com o Dublinia.

Site: http://christchurchcathedral.ie/

Morada: Christchurch Pl, Wood Quay

Horário: 09:30 – 18 Hrs, Domingo: 12:30 – 14:30 / 16:30:18:00. Última admissão: 45 min. antes de encerrar.

Preço: 7 € / Bilhete combinado com Dublinia – 14,50€

Dublinia – Para quem deseja conhecer um pouco da história e da cultura dos Vikings e da era medieval, vale a pena conhecer este museu interactivo que mostra a evolução da cidade até ao século XVI.

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Tive pena de não ter visitado este museu mas, com tanta oferta do género existente na cidade, alguns tiveram que ficar por conhecer… E, lógicamente, demos preferência aos que tinham entrada gratuita. #modoforretaon

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Site: http://www.dublinia.ie/

Morada: Christ Church

Horário: Segunda a Domingo 10:00 às 06:30 Hrs (Última entrada 05:30)

Preço: 9,50 € / Bilhete combinado com Christ Church Cathedral – 14,50€

Dublin Castle – O Castelo de Dublin é um dos edifícios mais importantes da história da Irlanda, desempenhando numerosos papéis ao longo da sua história. Originalmente construído como uma fortaleza defensiva para a cidade de Dublin, foi mais tarde convertido em residência real.

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O castelo permaneceu praticamente intacto até Abril de 1684, quando um grande incêndio causou sérios danos a grande parte do edifício. Apesar da extensão do fogo, partes das estruturas medievais sobreviveram e, ainda hoje, podem ser exploradas pelos visitantes.

O Castelo já serviu de cenário para vários filmes, incluindo Michael Collins, Becoming Jane e The Medallion, assim como a série televisiva The Tudors.

Site: http://www.dublincastle.ie/

Preço: 7€ Auto-Guia, Apenas podemos visitar o State Apartments / 10€ Visita Guiada, e passamos pelos seguintes locais: State Apartments; Viking Excavation; The Chapel Royal

Horário: Segunda a Domingo: 09:45 às 17:45 Hrs. (Última admissão 17:15Hrs)

The Castle Gardens – Junto ao Castelo encontram-se os seus jardins, que são de acesso gratuito. É um lugar imensamente popular, tanto para turistas como para cidadãos locais. É muito bonito e relaxante sendo comum vermos várias pessoas a ler um livro, a conviver ou apenas a apreciarem o belo cenário do local.

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Chester Beatty Library  – Mesmo junto aos jardins do Castelo de Dublin encontra-se a “Biblioteca Chester Beatty”. Trata-se de um museu de arte que abriga uma grande colecção de manuscritos, desenhos, livros antigos e alguns objectos decorativos que perteceram a Sir Alfred Chester Beatty.

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Vou falar um pouco mais sobre este lugar num outro post sobre os museus da cidade, para que este artigo não fique demasiado longo.

Morada: Dublin Castle

Preço: Gratuito

Horário: Segunda a Sexta 10 – 17 Hrs / Sábados 11 – 17 Hrs / Domingos 13-17 Hrs.

St. Patrick´s Cathedral – Esta catedral foi construída em 1220 em homenagem a Saint Patrick´s da Irlanda. Foi construída no local onde possivelmente, St. Patrick batizava aqueles que se convertiam ao catolicismo, em meados de 461 D.C.

 

Morada: St Patrick’s Close, Wood Quay, Dublin

Site: stpatrickscathedral.ie

Preço: 7€

St. Stephen’s Green – Construído em 1664, é um dos parque públicos mais antigos da Irlanda e um dos mais populares da cidade.

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O parque tem várias entradas, sendo a principal em frente à Grafton Street. Nessa entrada existe um arco intitulado “The Fusiler´s”, que foi construído em homenagem aos soldados mortos durante a Segunda Guerra Mundial.

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O parque é muito grande, possuindo um lago artificial, uma cascata, assim como alguns monumentos. A estátua “Famine Memorial” relembra a fome extrema que assolou a Irlanda durante o século XIX.

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É um local muito bonito e agradável para passear e, como o visitamos durante o fim de semana, estava cheio de vida, com muitas pessoas a conviver, a fazer a fotossíntese, a relaxar…

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Morada: St. Stephen´s Square

Horário: Segunda – Sábado 07:30 – Anoitecer (06:30/08:30) / Domingos e Feriado 09:30 – Anoitecer

Church Notre Dam, Newman University – Muito próximo do jardim St. Stephen’s encontra-se esta pequena igreja. Pode passar despercebida aos mais distraídos pois é muito pequena e discreta por fora, mas vale a pena perderem alguns minutos a visitarem o seu interior, pois está recheado de detalhes lindos.

 

Grafton Street – Já que estávamos ali tão perto, aproveitamos para passear nesta rua, que é considerada a mais importante e movimentada de Dublin. Encontrámos várias lojas de marcas conhecidas, desde Tommy Hilfiger até Chanel, vários artistas de rua, e também a célebre estátua da Molly Malone.

 

 

 

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No primeiro dia conseguimos ver muitas coisa porque a cidade é pequena e a maior parte das atracções estão muito concentradas. E, como não entramos em nenhuma catedral nem museu, não perdemos muito tempo e conseguimos ter uma visão geral da cidade em apenas um dia.

2º Dia

Começamos o dia na biblioteca mais famosa do país, a Trinity College. É uma visita obrigatória numa ida a Dublin. Mas, vão ficar a saber mais pormenores da minha visita noutro post completamente dedicado a este local.

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Quando saímos da Trinity College, dirigimo-nos ao nosso apartamento para almoçar.

Depois do almoço decidimos ir à pequena vila piscatória de Howth, que se encontra a poucos quilómetros de distância de Dublin.

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Vou fazer um post só sobre esta Vila, pois merece! Adoramos a tarde que lá passamos! 🙂

3º Dia

Ainda em Portugal reservamos uma visita à famosa prisão de Kilmainham através do seu site. Dediquei um post com toda as informações relevantes sobre o local.

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Depois do almoço, e como o tempo não estava muito famoso brindando-nos com uma chuvinha chata, decidimos visitar alguns museus…

Começamos pela Biblioteca Nacional da Irlanda, é um local lindíssimo e onde impera o silêncio. A não perder a sala “Reading Room”! Infelizmente não é permitido tirar fotografias lá dentro.

 

Morada: Kildare Street

Entrada: Gratuito

De seguida fomos para o Museu de História Natural de Dublin. Este museu, entre os dublinenses, é conhecido como o Dead Zoo (Zoológico Morto), pois aqui podemos encontrar mais de 10.000 animais dissecados, provenientes de todas as partes do mundo.

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Não esperem um Museu de História Natural como o de Londres, mas para quem nunca visitou nenhum deste género pode ser uma experiência engraçada. Caso contrário, não vai acrescentar nada de novo.

 

Morada: Merrion Street

Horário: Terça a Sábado 10 – 17 Hrs / Domingos 14 às 17 Hrs / Encerrado às Segundas e Feriados.

Entrada: Gratuito

Dentro das várias hipóteses que tínhamos decidimos ir para o Museu Nacional de Arqueologia de Dublin. Confesso que estava um pouco com um pé atrás acerca deste museu, e só fui porque o Sérgio queria muito visitá-lo. E ainda bem que fui pois fiquei bastante surpreendida pela positiva com o que lá encontrei.

 

Neste museu podemos visualizar exposições arqueológicas desde a chegada dos primeiros habitantes no Mesolítico até à Irlanda Medieval.

O museu exibe objectos que datam desde 7000 a.C, organizados ao longo de sete galerias e dois andares.

Além da interessante exposição, o local possui uma decoração de grande riqueza que só por si vale a visita. Podemos encontrar várias colunas que fazem referência às antigas civilizações grega e romana e o incrível mosaico no chão mostra cenas da mitologia clássica.

Morada: Kildare Street, Dublin 2 

Horário: Terça a Sábado 10 – 17 Hrs / Domingos 14 às 17 Hrs / Encerrado às Segundas e Feriados.

Entrada: Gratuito

Quando saímos do museu fomos passear para o bairro Temple bar, que é um dos mais antigos e carismáticos da cidade. Este bairro é conhecido principalmente pelos inúmeros pubs e restaurantes, assim como a animada vida nocturna.

 

Passamos pela Ha’Penny Bridge, a ponte mais conhecida da cidade. Foi a primeira a ser construída sobre o rio Liffey, em 1816. Tem este nome porque tinham que pagar um half penny para a atravessar.

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E para terminar o dia, entramos num dos bares. Decidimos ir ao Oliver St. John Gogarty, por ter música ao vivo típica. Adoramos o ambiente alegre e descontraído do local, apreciamos uma bela caneca de cerveja ao som de música irlandesa! Não podia ter terminado de melhor forma esta viagem, que foi uma grande surpresa 🙂

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