O apartamento em Viena

O apartamento que alugamos na nossa estadia em Viena foi feita através do AirBnb. Foi a primeira vez que utilizámos o site e estamos um pouco receosos, porque já tínhamos lido alguns comentários negativos em relação ao site… Mas a diferença de preços em relação aos hotéis e apartamentos que vimos no booking eram bastante diferente e por isso decidimos arriscar.

E ainda bem que o fizemos, foi o melhor apartamento que ficamos na nossa Eurotrip. Em relação a tudo, comodidades do apartamento, a disponibilidade do anfitrião, a localização e o preço!

Ficamos neste apartamento e o anfitrião é o Pascal. Quando alugamos o apartamento o anuncio do mesmo estava há poucos meses no site e por isso não tinha muitos comentários (que é um dos factores que devem ter em consideração quando alugam um apartamento através do AirBnb), mas os que tinha todos davam um óptimo feedback.

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O Pascal mostrou-se sempre bastante disponível, antes e durante a nossa estadia, respondendo a todas as nossas dúvidas numa questão de minutos. Tivemos um pequeno problema com o fogão e logo de imediato ele resolveu a questão.

Apesar do apartamento ser pequeno tinha tudo o era necessário para uma estadia cómoda. Tinha um pequeno fogão, uma máquina de café Nespresso, uma torradeira, chaleira, utensílios de cozinha e também alguns coisas básicas para cozinhar, desde sal, pimenta, azeite, açúcar… Só achei que devia ter um microondas.

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Além do mais tinha certas comodidades que não estávamos à espera, desde a Netflix, diversos Dvd´s com séries e filmes, por isso as nossas noites foram passadas em grandes serões de filmes e séries (quando não me deixava dormir logo a seguir ao jantar :P)

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Na rua há um supermercado muito próximo do apartamento, onde fizemos todas as compras das nossas refeições, mas está fechado ao domingo (aliás como quase todo o comércio em Viena) e como não sabíamos ficamos sem pão fresco para o pequeno-almoço de segunda 🙂

Também existe uma linha de metro muito próxima do apartamento, mas nós fizemos diversas vezes o percurso até ao centro da cidade a pé e faz-se tranquilamente.

Recomendo este apartamento e os comentários falam por si… Numa próxima viagem a Viena já sei onde vou ficar 😉

Restaurante Figlmüller – Viena

O nosso primeiro dia na cidade de Viena coincidiu com o dia do meu aniversário, por isso, queria ir jantar a um sítio especial e de preferência provar algo típico.

Depois de pesquisar um pouco descobri que o Schinitzel era um dos principais pratos típicos da Áustria e também vi que um dos restaurantes que melhor serve este prato, em Viena, era o Figlmüller.

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Praticamente um mês antes de viajar estava a consultar o site do restaurante quando descobri que dava para fazer a reserva online. Tal não foi o meu espanto quando verifiquei que para o dia que eu queria (o dia do meu aniversário), alguns horários já estavam esgotados… Por isso, não pensei mais e decidi reservar logo, e apenas consegui reserva para as 9 da noite… Recebi de imediato um e-mail com a confirmação, que tive que imprimir e apresentá-lo no restaurante.

Actualmente existem dois restaurantes Figlmüller, muito próximos um do outro. O primeiro abriu as suas portas em 1905 e devido ao seu enorme sucesso abriram o Figmüller Bäckerstrabe em 2001. E foi neste último que consegui a reserva.

Quando lá chegamos estava uma fila enorme à porta do restaurante, mas como tinha reserva passei à frente das pessoas que estavam à espera… Por isso, aconselho vivamente a fazerem a reserva com antecedência, se não querem ficar muito tempo à espera de uma mesa 😉

Obviamente que o prato que escolhemos foi o Schinitzel original. O Schinitzel é basicamente um panado gigante, que pode ser de carne de porco ou vaca.

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Estava delicioso, mas é mesmo enorme, não consegui terminá-lo, e eu costumo ter bastante apetite 😉

O prato de Schinitzel não traz nenhum acompanhamento, se quisermos temos que pedir à parte. Nós escolhemos arroz, e também estava muito bom.

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Para sobremesa queria experimentar uma sobremesa típica de Viena, a sachertorte, mas infelizmente já não tinham.

Por isso, escolhemos uma espécie de petit gâteau com chantilly. Uma autêntica bomba calórica, mas estava super deliciosa.

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Foi a escolha acertada para comemorar o meu aniversário. O atendimento foi óptimo, o ambiente super agradável e o melhor de tudo foi mesmo a comida!

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Quando chegamos ao apartamento vi que tinha um e-mail do restaurante a agradecer a visita e um questionário para classificar a qualidade do serviço prestado.

Uma viagem a Viena não fica completa sem experimentar um Schinitzel, e o melhor sítio para o fazer é no Figlmullër e apesar de não ser um restaurante económico, o atendimento e qualidade da comida compensam o facto de gastarmos um pouco mais.

Site: www.figlmueller.at/en/

Viena: Itinerário de dois dias

1º dia

Dois dias é realmente pouco para conhecer Viena, mas era o que tinha disponível, por isso tentei aproveitá-los da melhor forma e tentei conhecer o máximo possível no tempo que tinha disponível.

O primeiro dia em Viena foi simplesmente fantástico, superando todas as minhas expectativas e deixando-me completamente rendida e apaixonada por esta lindíssima cidade.

Mesmo junto ao nosso apartamento encontrava-se um parque, o Stadtpark, bem grande que durante o fim de semana ganhou ainda mais viva, como o tempo convidava a sair, o parque ficou cheio de pessoas a fazer piqueniques, a passear, a fazer a fotossíntese ou apenas para assistir a actuações de músicos que estavam lá a tocar.

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Iniciamos a nossa visita à cidade na belíssima Catedral de São Estevão, que se encontra no coração da cidade, na Stephansplatz.

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E logo aqui vimos como o passado e o pressente convivem em plena harmonia. Mesmo em frente à Catedral encontra-se o hotel de luxo, bem moderno, DO & CO.

Subimos à torre sul da catedral e obtivemos uma das melhores vistas da cidade, podem vem mais pormenores e fotos aqui.

Quando saímos da Catedral seguimos pela rua Graben e admiramos as impressionantes fachadas dos prédios, até chegarmos à Catedral de São Pedro (Peterskirche).

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Daqui “perdemo-nos” pelas ruas que circundam a Stephansplatz. Da rua Kolmarkt demos de caras com o Palacio Hofburg, aqui também podemos encontrar várias lojas luxuosas, desde Gucci, Burberry, Armani, Cartier, Tiffany & Co., entre muito outras… Numa das ruas próximas também encontramos lojas, que definitivamente não são para a minha carteira, Yves Saint Laurent, Prada…

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Depois de andarmos um pouco sem rumo, apenas a tentar absorver tanta beleza que estava à nossa volta (e que não era pouca), fomos parar, sem querer, à Neuer Markt, uma praça muito simpática com uma fonte no centro.

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Daqui seguimos em direcção ao palácio Hofburg. Depois de termos visitado o palácio (mais pormenores da visita aqui) seguimos em direcção ao Volkgarten onde fizemos uma pequena pausa para descansar um pouco e almoçar.

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Mais um lugar que me deixou de queixo aberto… Um parque extremamente bem cuidado, com muitas flores e vários sítios onde podemos sentar para relaxar e apreciar este belíssimo parque.

Caminhe calmamente e admire tudo o que este parque tem para oferecer…

Depois de descansarmos um pouco no Volksgarten passamos pelos Rathaus (Câmara Municipal) e pelo Parlamento.

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Seguimos para a Maria-Theresien Platz, onde se encontram os museus Naturhistorisches Museum e o Kunsthistorisches Museum, um de frente ao outro.

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A ideia inicial era entrarmos em pelo menos um dos museus, mas estávamos tão fascinados pela cidade e estava um dia tão bonito que decidimos aproveitar o máximo possível a cidade.

Muito perto daqui encontra-se o Museumsquartier (quarteirão de museus). É um complexo com vários museus com um pátio interno repleto de bancos convidativos ao relax.

DSCN3131Adorei a energia deste espaço, praticamente todos os bancos estavam ocupados (e não eram poucos) com pessoas a ler, a tomar uma bebida, a conversarem ou simplesmente a relaxar.

Depois de termos ficado a viver o ambiente do local seguimos um pouco sem rumo, apenas nos “perdendo” pelas ruas e deslumbrarmo-nos como o que íamos encontrando inesperadamente.

Sem querer fomos parar ao Museu Albertina.

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Que tem uma vista privilegiada sobre a Ópera de Viena.

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E assim demos por terminado o primeiro dia inteiro em Viena, completamente rendidos e apaixonados por esta cidade.

2º dia

O segundo dia começou no Palácio que foi residência de verão dos Habsburgos, o Schönbrunn. (Vejam mais detalhes do palácio aqui.)

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Quando saímos daqui apanhamos o metro e seguimos em direcção a outro palácio, o Belvedere.

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Ficamos deslumbrados por este palácio e pelos seus jardins (mais pormenores e fotos aqui.)

Saímos caminhando até chegar à Karlskirche (Igreja de S. Carlos Borromeu).

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Esta igreja foi construída entre 1715 e 1737, em honra de São Carlos Barromeu, como forma de agradecimento por este ter libertado Viena da peste epidémica em 1713.

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Depois do almoço seguimos em direcção ao museu de Freud.DSCN3347

Trata-se da casa que Freud viveu durante 47 anos e onde se localizava o seu consultório, até que foi obrigado a deixá-la em 1938, para fugir do nazismo, e instalar-se em Londres.

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Cadeira de Freud

Apenas alguns objectos e móveis são os de origem, uma vez que tudo o resto foi transportado quando ele se mudou para Londres.

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Sala de Espera do Consultório

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Sinceramente fiquei um pouco desiludida com o museu, estava à espera de mais… Pensei que houvesse mais informações sobre o seu trabalho.

Saí de lá com a sensação que não aprendi muito, o que não é muito bom sinal quando se visita um museu.

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Morada: Berggasse 19, Viena

Preço: 10€

Horário: 10 às 18 hrs, de Segunda a Domingo.

Muito perto do Museu de Freud encontra-se a Catedral Votivkirche.

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Vale a pena passar por lá para apreciar a linda arquitectura gótica desta catedral.

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Finalizamos o nosso dia no parque de diversões mais antigo do mundo, o Prater. (Mais pormenores do parque aqui).

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Desculpem a quantidade de fotografias, mas foi-me quase impossível fazer uma seleccção das centenas de fotos que lá tiramos e também queria que tivessem uma noção de como a cidade é linda!

Viena é uma cidade que respira arte, um museu a céu aberto com belíssimas construções, jardins lindos e muito bem cuidados e palácios exuberantes. Se estão na dúvida se devem ou não visitar Viena, não pensem duas vezes, façam as malas e apanhem o primeiro avião para lá 😉 Foi um lugar tão especial que já estou a ponderar um regresso, talvez para um mercado de Natal 😀 😛

Prater

O Prater é o parque de diversões mais antigo do mundo, construído em 1766.

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Antes disso, o Prater era usado pela realeza e nobres como um campo de caça.

O parque era originalmente um lugar onde os trabalhadores e suas famílias podiam ir para relaxar. Mas o parque ficou famoso, principalmente, depois da construção da “Veneza em Viena” em 1895, que era uma pequena área com uma lagoa onde gôndolas típicas de Veneza passeavam.

A sua principal atracção e também um dos símbolos da cidade de Viena é a sua roda gigante, a Riesenrad. Ela foi construída em 1897 pelo engenheiro inglês Walter Basset, para celebrar o Jubileu de ouro do Imperador Francis Joseph I.

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Quando foi inaugurada a roda gigante tinha 30 cabines com 20 assentos, cada. Durante ao final da segunda guerra mundial a roda gigante foi seriamente destruída quando um incêndio destruiu todas as 30 cabines. Mas foi reconstruída em tempo recorde, recomeçando a funcionar a 25 Maio de 1947.

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Mais de 100 anos depois a Riesenrad continua a ser uma obra prima memorável, apesar de actualmente apenas 15 cabines estarem em funcionamento.

A entrada não é barata, 9,50€, por uma volta/pessoa, existe também a possibilidade de alugar uma cabine para festas ou um jantar romântico, por cerca de 405€ :/

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Mas não é só da roda gigante que o Prater sobrevive, existem inúmeras diversões lá dentro, desde montanhas russas gigantes, comboios fantasma, montanhas russas na água e outras diversões bem assustadoras, impróprias para cardíacos ou para quem sofre de vertigens… Lá também podemos encontrar o famoso museu de cera “Madame Tussauds”.

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Nós fomos ao fim da tarde de um domingo e o parque estava cheio. O ambiente que lá encontramos foi fantástico, de pura diversão e descontracção. Nós adoramos e também nos divertimos bastante enquanto lá tivemos, é um dos passeios que recomendo numa ida a Viena.

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Como lá chegar:

Morada: Riesenradplatz

Metro: Praterstern (Linhas U1 e U2)

Horário: 10 às 24:00 horas.

Preço: Entrada no parque gratuita. Cada atracção é paga individualmente.

Palácio Belvedere

Depois de visitarmos o Palácio Schönbrunn seguimos em direcção ao Palácio Belvedere, e ao contrário do primeiro ficamos encantados com os jardins 🙂

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Mesmo a arquitectura do Belvedere é muito mais interessante do que a do Palácio Schönbrunn.

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Na verdade Belvedere são dois palácios, o Belvedere superior e o inferior, interligados por um jardim. O Belvedere superior abriga várias obras de arte de Klimt e de outros artistas, já o Belvedere inferior é usado para exposições temporárias.

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Nós acabamos por não entrar em nenhum dos palácios, ficamos só a apreciar os jardins.

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Como os jardins tem alguns bancos decidimos sentarmo-nos, tirar as sandes do nosso almoço e comer ali mesmo,  com aquela vista fantástica 🙂

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Os jardins estão muito bem cuidados e floridos e são uma das principais atracções deste palácio e ainda por cima a entrada para os jardins é gratuita, melhor é impossível 🙂

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Nós caminhamos lentamente por estes jardins, apreciando a sua beleza e tirando imensas fotografias, ainda por cima o dia colaborou connosco e aquele céu azul a contrastar com as flores coloridas era o cenário perfeito 🙂

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Informações:

Morada: Prinz Eugen-Straße 27

Horário: 10 – 18Hrs

Preço: Jardins gratuitos

Palácio Schönbrunn

O Palácio Schönbrunn foi a residência de verão dos Habsburgo. Trata-se de um enorme complexo, onde além do palácio e os seus enormes jardins, podemos encontrar o Jardim Zoológico mais antigo do mundo, tendo sido fundado em 1752.

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Foi aqui neste palácio que em 1830 nasceu o Imperador Franz Joseph, que mais tarde se casou com a Sissi.

Actualmente o palácio é parte do Património Cultural da UNESCO, devido à sua importância histórica.

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Este grandioso palácio tem 1441 quartos, dos quais 45 podem ser visitados.

Nós decidimos não entrar no palácio, pois queríamos aproveitar ao máximo a cidade, e não perder muito tempo “fechados” em museus e espaços interiores. Mas como o Schönbrunn faz parte dos lugares “obrigatórios” a visitar em Viena, decidimos apenas visitar os jardins.DSCN3211

Tinha visto várias fotografias dos jardins do palácio e achei-o realmente impressionante e lindíssimo, mas quando lá cheguei fiquei um pouco desiludida com o que encontrei… Talvez as expectativas, em relação aos palácios em Viena, estivessem altíssimas e por isso fiquei com a sensação que o que estava a ver não correspondia ao que eu idealizei…

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Acho que também tivemos um pouco de azar, no dia que lá fomos estava uma grande confusão nos jardins, estavam a montar um palco, algumas zonas estavam vedadas… Talvez isso tenha contribuído por ter ficado tão desiludida com os jardins… Não sei… talvez se tivesses entrado no palácio a opinião seria diferente… Só sei que pensei que fosse encontrar algo diferente…

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Mas nem tudo foi mau, houve uma parte que gostei particularmente: O Gloriette

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O Gloriette destaca-se no alto de uma colina e tem umas vistas fantásticas sobre o Palácio e a cidade.

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Existe uma plataforma de observação no Gloriette, que é possível subir (é pago), onde ficamos ligeiramente num ponto mais alto. A ideia inicial era subirmos, mas não achamos que a vista iria ser muito mais significativa da que estávamos a ter, e acabamos por não subir.

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Informações úteis:

– Morada: Schönbrunner Schlossstrasse 47
– Como chegar: metrô U4 até a estação Schönbrunn (linha verde). À saída da estação existem indicações para o palácio.
– Horário: Aberto todos os dias, das 8:30 às 18h (verão) ou até às 17h (inverno)
– Preço: os valores dos bilhetes variam conforme as atracções que se pretende ir. A tour mais curta, que inclui a entrada em 22 salas do palácio e os jardins privados, custa 13,30€. Jardins: Gratuitos. Existem também bilhetes combinados, para mais informações consultar o site: http://www.schoenbrunn.at/

Palácio de Hofburg

Quando comecei a organizar a viagem para Viena foram os palácios que mais despertaram o meu interesse, mas foi a parte de Viena que mais me desiludiu (na minha opinião Portugal tem palácios muito mais interessantes), fiquei tão fascinada pela arquitectura de toda a cidade que estava à espera de mais dos Palácios…à excepção do Palácio de Hofburg.

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O complexo de Hofburg foi por mais de 600 anos residência dos Habsburgo. A realeza austríaca fez história aqui, entre os séculos XIII e XIX. Actualmente o Palácio acolhe a sede da Presidência da República, um centro de conferências internacional, Escola de Equitação Espanhola, Biblioteca Nacional, Museus, entre outras coisas.

Aqui encontra-se o Museu de Sissi, apesar do Sérgio não estar muito inclinado para visitar o museu, arrastei-o e lá fomos conhecer a história da Imperatriz. E acho que no final ele até gostou 😛

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O nosso bilhete, além do museu da Imperatriz permitia visitar a colecção de Prataria Imperial, e os Apartamentos Imperiais. Infelizmente não é permito tirar fotos no interior do museu 😦

A visita começou pela Colecção de Prataria Imperial, que reúne sete mil peças que eram utilizadas pela corte para os serviços de mesa e banquetes imperiais.

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A próxima parte é a mais interessante: Museu de Sissi, aqui podemos ficar a conhecer a fascinante história da Imperatriz.

A Imperatriz casou-se aos 16 anos com o Imperador Francisco José I (Franz Joseph), que era perdidamente apaixonado pela sua esposa. Mas Sissi não se habituou à vida na corte, com as suas rígidas regras, deixando-a infeliz e deprimida. Também não tinha uma boa relação com a sua sogra que não permitia que Sissi se aproximasse muitos dos seus próprios filhos.

Além disso era completamente obcecada com a sua própria beleza e peso. Podemos ver os equipamentos que utilizava exaustivamente para fazer exercícios físicos.

Depois de contrair uma doença nos pulmões, deixou Viena e passou um inverno na ilha da Madeira.

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A partir daí começou a viajar com muita frequência, passando longos períodos longe de casa.

Em 1889 Sissi recebeu a notícia da morte do seu único filho varão, o príncipe Rudolfo. A imperatriz nunca superou a morte do seu filho, facto que contribuiu para agravar ainda mais a sua depressão, a partir daí a Imperatriz passou a vestir-se totalmente de preto.

Em 1898, a Imperatriz teve um fim trágico, sendo assassinada em Genebra.

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O museu está muito bem conseguido, mostrando todos os pormenores da vida de Sissi e como tinhamos um audioguia (está inlcuido no bilhete) que nos dá diversas explicações e informações bem interessantes ficamos a perceber bem a vida fascinante e triste da Imperatriz.

Finalizamos a visita nos apartamentos imperiais, trata-se dos aposentos do Imperador Franz Joseph, assim como, os da Sissi e da sua família.  Vimos os quartos, o escritório, sala de estar, de jantar…

Sem dúvida, uma visita obrigatória numa ida a Viena 🙂

Morada: Hofburg – Michaelerkupper, A

Preço: 12,90€ – No bilhete está incluído o audioguia.

Horário: 09:00 às 17:30 Hrs(Bilheteira encerra às 16:30)

Stephansdom

No primeiro dia inteiro em Viena, saímos do nosso apartamento bem cedo e aproveitamos o dia lindo que estava lá fora para andar bastante pela cidade…

Fomos direitos ao coração de Viena, na Sphanplatz encontra-se a Stephansdom (Catedral de São Estevão). Esta catedral foi construída em 1365 e é um belo exemplo da arquitectura gótica.

Por ter uma localização tão central passamos diversas vezes pela catedral, e de todas as vezes era impossível não ficarmos admirados com esta imponente construção. Os meus olhos enfeitiçaram-se perante tanta beleza junta…

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O contraste da arquitectura moderna e a tradicional em plena harmonia.

DSCN3179Pode-se aceder gratuitamente ao interior da catedral, mas certas zonas são pagas, tais como as catacumbas e a torre norte. Na torre norte encontra-se o maior sino da Austria, conhecido como Pummerin.

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Interior da catedral

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Interior da catedral

Para obtermos uma vista priviligiada sobre a cidade subimos à torre sul, que se encontra numa das lateral da catedral.

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Entrada para a torre sul

Subimos os 343 degraus em espiral da torre bem estreita…

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Cheguei lá a cima completamente de rastos, mas a vista é super compensadora, e vale qualquer esforço…

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Do cima da torre podemos apreciar o fantástico telhado colorido da catedral.

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E também obter umas vistas panorâmicas sobre Viena, simplesmente únicas e perfeitas 🙂

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Ainda o dia estava a começar e já estava completamente arrebatada por ver tanta perfeição num só sítio.

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Horário: Segunda a Sábado 6- 10 horas / Domingos e Feriados: 7 às 10 Horas

Torre 09-05:30 horas.

Preço: Igreja Gratuia / Subir à torre: 4€.

Uma paixão chamada Viena

Antes de começar a escrever os pots sobre as atracções da cidade de Viena, vou escrever um pouco sobre o impacto que esta cidade teve em mim.

Antes de começar a planear esta viagem, vou ser sincera, Viena era das três (Praga, Budapeste e Viena) a que menos tinha informações e dessa forma a cidade não me dizia muito. Mas depois ter começado a planear vi que tinha inúmeros palácios, e como sou fascinada por palácios, mudei rapidamente de ideias e pensei que ia gostar bastante da cidade.

Mas não estava preparada pelo que me esperava… Viena é uma cidade lindissíma, elegante, organizada e com uma arquitectura de nos deixar de boca aberta, literalmente, durante toda a visita.

Acho que nunca me tinha acontecido nada assim durante uma viagem, durante todo o tempo que lá estive não conseguíamos parar de soltar “Uau´s” e fotografar constantemente… Foi do género, víamos algum edifício bonito depois de soltarmos o habitual “uau”, preparávamos a máquina para fotografar e mal olhávamos para o lado víamos outro edifício deslumbrante!

É uma cidade com um charme especial que soube conjugar com perfeita harmonia o seu lado clássico com o seu lado moderno.

Fiquei completamente apaixonada por Viena, de todos os lugares que já visitei nenhum teve este poder em mim, de me deixar completamente extasiada com tanta beleza junta 😀

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