Amesterdam ID Aparthotel

A hospedagem em Amesterdão é cara! Apesar de termos reservado com antecedência, todos os hotéis que encontrei não ficavam por menos de 80€/noite. Existem opções bem mais em conta, como hostels em quartos com dormitórios. Mas ultimamente ando um pouco mais selectiva com os hotéis, apesar de não escolher nada luxuoso (se o orçamento permitisse obviamente que escolhia!:p ), mas tento que tenha algum conforto, que tenha uma boa classificação e, principalmente, que seja limpo e tranquilo.

Já nos aconteceu ficarmos em algumas espeluncas (como em Paris), em que ouvíamos todos os ruídos na rua e nos outros quartos, e não conseguíamos descansar convenientemente. E isso acaba por estragar um pouco a experiência da viagem.

Como estava a achar os hotéis caros, comecei a procurar apartamentos. Assim sempre poupávamos algum nas refeições. E, além do mais, estamos fãs do conceito de alugar apartamentos nas viagens, pois dá-nos uma liberdade completamente diferente do que se ficarmos num hotel. Após alguma pesquisa encontrei o Amesterdam ID Aparthotel!

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E foi uma escolha acertadissíma! Apesar de não ficar mesmo no centro de Amesterdão, fica mesmo ao lado da estação de comboios Sloterdijk e em 10 minutos chegamos ao centro da cidade, pelo que não se tornou um problema para nós.

Ficamos agradavelmente surpreendidos pelas dimensões do apartamento, pelo conforto, pela decoração, por tudo! Adoramos!

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O apartamento era bastante espaçoso. Apesar de ser um T0 os espaços estavam bem distribuídos. Assim que entramos temos uma cozinha com todo o equipamento necessário para preparar refeições, desde fogão, microondas, frigorífico, tachos e loiças! Tinha até uma máquina de café, máquina de lavar loiça e vários chás de oferta.

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Logo ao lado estavam dois sofás bem confortáveis, uma mesa de centro e uma televisão.

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Atrás do sofá encontrava-se a nossa cama, bastante ampla e confortável e também um pequeno roupeiro.

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Mas o que mais no espantou foi a decoração, toda alusiva a Amesterdão, com bastantes detalhes fantásticos. Desde os pés da mesa da sala com as letras AMS (abreviatura de Amesterdão), ao pormenor do papel de parede da cozinha onde podíamos encontrar algumas receitas típicas holandesas. Simplesmente genial!

 

E o melhor de tudo foi a tranquilidade que lá encontramos! Não ouvimos rigorosamente nada durante a noite, nem na rua, nem no corredor, nem nos outros quartos. Nada! Conseguimos ter umas noites bem descansadas.

Existe um supermercado Spar mesmo junto à estação de comboios. Apesar de não ser muito grande é o suficiente para fazer as compras e preparar as refeições por alguns dias.

Ah, e quem não está a fim de cozinhar, o Aparthotel tem um restaurante no R/chão 😉

Sentimo-nos em casa! Se um dia voltarmos a Amesterdão, já sabemos onde vamos pernoitar! 😀

O apartamento para três noites ficou-nos em 269€. Acho um preço completamente justo por tudo o que tínhamos à nossa disposição.

Amesterdam ID Aparthotel

Naritaweg 51, Westpoort, 1043 BP,Amesterdão

Casa de Anne Frank

A casa de Anne Frank é um museu verdadeiramente fascinante. Aqui dentro podemos encontrar fotos, filmes e objectos originais que ilustram os acontecimentos que aqui se passarem, assim como ler citações do seu diário.

Anne Frank foi uma entre os milhões de vítimas da perseguição que os judeus sofreram durante a Segunda Guerra Mundial. Anne nasceu a 12 de Junho de 1929, em Frankfurt. Em 1933, ela e a sua família decidiram mudar-se para Amesterdão.

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Em Maio de 1940 o exército alemão invadiu os Países Baixos e implementou ainda mais medidas contra os judeus. No dia 6 de Julho de 1942, os pais de Anne, Otto e Edith Frank, bem como as suas duas filhas decidiram esconder-se num anexo da empresa de Otto, onde actualmente se encontra o Museu de Anne Frank.

Posteriormente, juntaram-se a eles Hermann Van Pels, a sua mulher Auguste e o filho deles, Peter. E, mais tarde, Fritz Pfeffer.

Os empregados do armazém desconheciam que havia gente escondida no anexo. No entanto, os empregados do escritório sabiam-no. Otto Frank pediu-lhes para os ajudarem na clandestinidade.

” Durante o dia temos sempre que andar levemente e falar sem barulho, porque não nos podem ouvir no armazém” Anne Frank, 11 de julho 1942.

Os empregados de escritórios, Victor Kugler, Miep Gies, Johannes Kleiman e Bep Voskuijl, forneciam aos clandestinos alimentos, roupas, livros e jornais. Esta responsabilidade era pesada pois os clandestinos estavam completamente dependentes deles e, ajudar gente escondida, era uma actividade de grande risco.

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Edifício do museu de Anne Frank

Os clandestinos estavam 24 horas por dia no interior no anexo. As cortinas permaneciam sempre fechadas, para que os vizinhos não os pudessem ver. De dia, quando os trabalhadores estavam ao serviço no armazém, os clandestinos tinham de estar em silêncio. A falta de espaço no esconderijo e a angústia de serem descobertos provocavam muita tensão.

“Durante o dia as nossas cortinas não se podem abrir nem um centímetro” Anne Frank, 28 de Novembro 1942.

O quarto de Anne Frank

Anne tinha que partilhar um quarto com Fritz e isso provocava regularmente grandes discussões. Custava muito a Anne não poder ir para o exterior. O seu diário, onde passava muito tempo a escrever, era onde desabafava os seus sentimentos e desejos;

“Apetecia-me andar de bicicleta, dançar, assobiar, ver o mundo, gozar a minha juventude, ser livre.” Anne Frank, 24 de Novembro 1943

Como muitas meninas, Anne decorava o seu quarto com imagens. As imagens reflectem a transformação de Anne de menina para mulher adulta. No inicio, ela gostava sobretudo de estrelas de cinema mas, mais tarde, ela interessou-se mais pela arte e pela história. Ainda é possível ver algumas das imagens que Anne colou nas paredes do seu quarto.

Durante a visita conseguimos ter uma perceção melhor de como foi possível esconderem-se por tanto tempo sem serem descobertos.

Após uma denuncia feita por telefone às S.S. alemãs, a polícia invadiu a Princegracht 263 a 4 de Agosto de 1944. Tinham sido traídos! Os oito clandestinos e os colaboradores Johannes Kleiman e Victor Kugler foram presos. Os nazis deixaram Miep Gies e Bep Voskuijl em paz.

A 3 de Setembro de 1944 os oito clandestinos foram deportados para o campo de concentração de Auschwitz.

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Arredores do Museu

Dos oito, apenas Otto Frank sobreviveu à guerra. Anne, Margot e Edith Frank, Peter, Auguste e Hermann van Pels e Fritz Pfeffer encontraram a morte num campo de concentração. Os colaboradores sobreviveram à guerra.

A 3 de Junho de 1945, Otto Frank voltou para Amesterdão. Sabia que a sua mulher tinha morrido, mas tinha esperança de que as suas filhas ainda estivessem vivas. Depois de saber que Anne e Margot não tinham sobrevivido, Miep Gies entregou-lhe os diários de Anne.

Ele decidiu publicar o diário de Anne e, a 25 de Junho de 1947 saiu a primeira edição em holandês.

 Em 1960, o anexo secreto, onde viveram escondidos, tornou-se um museu.

Informações Úteis

Se fazem questão de visitar este museu aconselho a comprarem bilhetes com antecedência, para garantirem a vossa visita. Aliás, o museu, das 9 às 15:30 Hrs só permite a entrada de visitantes que possuam um bilhete online. Os bilhetes são limitados, os mesmos estão disponíveis para venda no site do museu (aqui) com dois meses de antecedência.

Os bilhetes esgotam muito rapidamente, por isso comprem o bilhete o mais cedo possível 😉

Ao comprarmos o bilhete temos que selecionar o dia e hora da vista, e temos que chegar a essa hora, senão o bilhete perde a validade…

Assim que adquirimos o bilhete, através do site, recebemos um e-mail com os mesmos que podemos imprimir ou apresenta-lo no telemóvel à entrada.

A partir das 15:30 Hrs não é necessário o bilhete online e é possível visitar o museu adquirindo o bilhete na entrada.

Preço: 9€ (+0.50€ despesas de reserva)

Morada: Prinsengracht, nºs 263-267, Amesterdão.

Como lá chegar: Da estação central, leva cerca de 20 minutos a caminhar. Os eléctricos 13, 14 e 17 – além dos autocarros 170, 172 e 174 – param perto do museu, no ponto “Westermarkt”.

Ah, é proibido tirar fotografias lá dentro.

Os aspectos que me fizeram não adorar Amesterdão

No outro dia, num dos fóruns de viagem que sigo, perguntavam quais as três cidades preferidas dos viajantes. Posso dizer que em mais de metade das respostas estava a cidade de Amesterdão. Por isso, como fui um pouco dura no ultimo post sobre do que tinha achado da cidade, achei por bem enumerar os vários aspectos que me fizeram não ter amado aquele local.

– Bicicletas

Sei que parece uma tolice dizer que não gostei das bicicletas em Amesterdão, visto que quem lá vai sabe à partida que esta cidade tem mais bicicletas que pessoas… Mas, achei muito intimidante passear por lá pois estava sempre com receio de ser atropelada por alguma… E ia sendo várias vezes, durante a minha curta estadia por lá!

A ideia inicial era alugar uma bicicleta e andar a passear por lá, mas desisti logo dela pois achei que não iria correr lá muito bem…

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Outra coisa que não me agradou foi verificar que nas ciclovias circulam muitas vezes motociclos e outros veículos motorizados, nomeadamente “papa-reformas”. Se me distraía e não reparava que estava numa ciclovia, podia ser atropelada por um desses veículos, o que seria bem pior do que por uma bicicleta! Enfim, nunca andava a passear completamente descansada.

DSCN5515Além disso, vi diversas bicicletas espalhadas pela cidade completamente abandonadas, já sem várias peças… O que se torna muito pouco atractivo para um turista, passando uma imagem de cidade pouco cuidada.

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Apesar disso é impressionante ver a quantidade de bicicletas existentes na cidade e a mentalidade dos seus cidadãos. Eles andam de bicicleta faça chuva ou faça sol, vão às compras, deslocam-se para os seus trabalhos (de fato e gravata) e até andam com os seus bebés nos respectivos veículos. É tudo uma questão de mentalidade e, nesse aspecto, tiro-lhes o chapéu.

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– I Amesterdão

Sabem aquela foto que toda a gente tira em frente ao museu Rijksmuseum com as letras “ I Amesterdam”? Eu também tentei ficar com um registo, mas foi completamente impossível! Havia tantas, mas tantas pessoas lá que não havia um único espacinho livre para conseguir tirar um foto e perceber onde estava… Desisti!

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– Transportes Públicos

Já fui a várias cidades europeias e ando sempre de transportes públicos (metro, autocarro, electrico, comboio) e nunca tive grandes dificuldades em perceber como funcionava. Ás vezes, logo à chegada, ando um pouco à nora mas rapidamente consigo perceber o sistema.

Não aconteceu em Amesterdão! Chegamos a entrar no comboio errado e só nos apercebemos depois de termos começado a andar, mesmo tendo a certeza que estávamos na plataforma certa! E, sempre que entravamos em algum transporte  público, ficava a dúvida se seria o correcto.

Num dos dias levamos cerca de uma hora à procura de uma linha de eléctrico que nos levasse a um bar onde queríamos fazer uma tour! Resultado: Nada de tour, devido à chegada tardia… 😦

Outra coisa aborrecida com que nos deparamos foi que tínhamos que ter sempre moedas para comprar os bilhetes. Assim que chegamos ao aeroporto, não tínhamos trocos suficientes e tentamos vários cartões; VISA, Mastercard, e nenhum deu… Felizmente às horas que chegamos os guichés ainda estavam abertos e conseguimos comprar os bilhetes lá. (Aceita cartões “MAESTRO”).

Além de tudo isto, achamos uma cidade um pouco suja, com demasiadas bicicletas  corroídas pela ferrugem e espalhadas por todos os cantos, vários barcos completamente podres… Enfim, coisas que não são visualmente muito agradáveis. Sinceramente, não conseguimos captar a beleza desta cidade na sua plenitude!

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Amesterdão

Como já tem vindo a ser hábito, no aniversário do Sérgio tiramos uns dias e fazemos uma escapadinha. O destino escolhido para este ano foi Amesterdão.

Sentimos que era uma grande falha nossa não conhecer esta cidade, uma vez que adoramos viajar e Amesterdão é um daqueles destinos quase que “obrigatórios” para quem ama viajar.

Antes de partir e quando falava com alguém sobre esta viagem, toda a gente me dizia que ia adorar, que a cidade é fantástica, e eu própria convenci-me disso!

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Mas, (e agora preparem-se, pois vou ser polémica), não amei Amesterdão! Podem apedrejar-me, podem deitar-me à fogueira, mas estou a ser sincera! E fiquei muito desiludida por não ter gostado, pois antes de lá chegar achei mesmo que ia adorar aquele lugar!

No final do primeiro dia na cidade até estava a sentir-me mal comigo própria por não estar a conseguir captar aquela beleza que toda a gente me disse que tinha… Pensei que era de mim, que talvez não estivesse com feeling para aquele destino, talvez fosse do cansaço e do stress (andava a trabalhar bastante)… Mas senti que o Sérgio estava a sentir o mesmo que eu, e ele também não adorou Amesterdão.

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Isto não significa que a cidade não tenha coisas boas, não é isso! Houve lugares que gostávamos bastante, mas no geral não adoramos! Acho que é unanime dizer que achamos a cidade suja, demasiado turística, os transportes públicos difíceis de compreender, chegamos a entrar em comboios errados e nunca estávamos seguros se íamos na direcção correcta… (já viajamos para várias cidades europeias, sempre andamos de transportes públicos e nunca sentimos grandes dificuldades). Além disto, no que diz respeito a cidades envolvidas por canais, achamos que Brugge, Ghent ou até mesmo Hamburgo são muito mais interessantes e, prédios tortos, também não era propriamente uma novidade para nós, uma vez que já tínhamos visto esse “fenómeno” em Lüneburg.

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Apesar disso, acho que é uma cidade que merece uma visita, pelo menos uma vez na vida. Vou deixar uma lista dos locais que passei que mais gostei.

  •  Casa Anne Frank

É uma das atracções mais procuradas em Amesterdão. Anne e a sua família viveram aqui escondidos durante mais de dois anos. Infelizmente o esconderijo foi descoberto e foram levados para campos de concentração, onde acabaram por falecer. Apenas o pai de Anne sobreviveu. Quando voltou ao anexo descobriu o diário que a sua filha escreveu enquanto estiveram escondidos e decidiu publicá-lo.

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Vou fazer um post com mais detalhes da visita ao museu, assim como, pormenores de como lá chegar e comprar o bilhete.

  •  Loja de Queijos De Kaaskamer

Tanto eu como o Sérgio somos doidos por queijos, por isso, quando li no guia de viagem sobre esta loja, inseri-a de imediato no nosso itinerário! E foi uma verdadeira tentação lá entrar!

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Como a escolha era imensa e estávamos bastante indecisos no que levar, pedimos para provar alguns… E eram todos deliciosos!! Para não nos desgraçarmos, pedimos duas sandes com um dos queijos que mais gostamos e foi o nosso almoço!

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Ainda fico a salivar cada vez que me lembro do sabor daquele queijo… 🙂 Se são fãs de queijo não deixem de lá passar!

Morada: Runstraat 7

  •   Begijnhof

Na praça Spui encontra-se a entrada do Begijnhof (uma porta discreta ao lado de uma livraria). É um pequeno aldeamento onde antigamente viviam as Beguinas, uma irmandade católica onde as mulheres viviam afastadas da restante sociedade.

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É um local bastante calmo e tranquilo, sítio ideal para fugir da agitação e loucura que Amesterdão vive.

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  • Bloemenmarkt (Mercado flutuante de flores)

Localizado sobre uma margem do canal Singel encontram-se várias pequenas lojas flutuantes, onde se vendem não só as famosas tulipas, como todo o tipo de outras flores.

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Este é o sítio ideal para comprar souvenirs, pois fica bastante mais em conta do que nas restantes lojas do centro da cidade.

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  • Canais

Uma das principais características de Amesterdão são os seus inúmeros canais, por isso é impossível visitar a cidade e não passear juntos a eles.

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Apesar de parecerem todos iguais existem alguns que se destacam:

Canto de Staalstraat e Groenburgwal. Daqui, se olharmos para norte, temos uma vista magnifica e inspiradora, aproveitada por Monet para o seu quadro intitulado “the zuiderkerk”.

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Caminhar ao longo da Herengracht até a Reguliersgracht, onde se encontram as “7 pontes”. Se nos virarmos de costas para a Thorbeckplein e nos inclinarmos um pouco sobre a ponte, podemos apreciar os sete arcos que se encontram em frente.

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  • Cervejaria Brouwerij´t

Uma das experiências para quem vai a Amesterdão é fazer uma tour por uma cervejaria. A maior parte das pessoas visita a fábrica da Heineken.

Nós preferimos ter uma experiência mais “caseira” e tínhamos planeado fazer uma visita à fábrica artesanal da cervejaria Brouwerij´t (fazem visitas de sexta a domingo às 3:30 hrs). Mas como esta cervejaria fica um pouco longe do centro da cidade tínhamos que apanhar um elétrico para lá chegar e esse foi o problema… Levamos quase uma hora a tentar encontrar o elétrico correcto para lá chegar! Foram azares atrás de azares… Primeiro perdi o nosso planeamento do dia, onde estavam os locais que queríamos ir e a melhor forma de lá chegar (moradas, nome das estações) E, apesar de me lembrar vagamente da localização da paragem do eléctrico, naquele mesmo local estava a decorrer uma manifestação e o trânsito estava completamente parado, por isso tentamos encontrar outra paragem…

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Conclusão, quando chegamos à Cervejaria já não havia bilhetes para a tour :/ Apesar disso, não demos como perdida a viagem. O local é bastante interessante, encontra-se num antigo moinho e as cervejas são mesmo muito saborosas! Se apreciam cerveja não deixem de lá ir, nem que seja apenas para descontrair um pouco e saborear uma deliciosa cerveja artesanal.

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Tours: Sexta a Domingo às 3:30 Hrs

Preço: 5€ (Tour)

Morada: Funenkade 7, 1018 AL Amsterdam

  • Red Light District

Na Holanda a prostituição é legal. Assim, como qualquer outra profissão, as prostitutas aqui pagam os impostos sobre o que recebem e também tem direitos como qualquer trabalhador.

Em Amesterdão a maior concentração está localizada no famoso Red Light District.

Aqui, por detrás das vitrines, podemos encontrar as prostitutas a exibirem os seus corpos de forma natural. Se alguém entrar e requisitar os seus serviços a vitrine é fechada com uma cortina e o cliente é levado para o fundo da casa, onde se encontra um quarto.

O Red Light District atrai turistas de todo o tipo, desde casais que passeiam pelo bairro, pessoas que procuram os serviços oferecidos e até simples curiosos.

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Além das famosas vitrines, aqui podemos encontrar uma série de restaurantes, coffeeshops, bares e casas de striptease. Também aqui se encontra o museu Red Light Secrets, onde se pode descobrir a história do bairro e do estilo de vida das prostitutas.

É proibido tirar fotografias às vitrines quando lá estão as prostitutas. E o melhor é mesmo respeitar a regra, para não transformar esse passeio em algo desagradável. Existem seguranças à paisana contratados pelas próprias e, se apanham alguém a tirar fotografias às vitrines, obrigam-nos a apagar as fotografias e podem até destruir a máquina fotográfica.

O Red Light District fica localizado no bairro De Wallen. É um bairro bastante seguro, sendo comum ver muitos polícias a passar por lá.

  • Coffeeshops

Outra das experiências imperdíveis em Amesterdão é entrar numa coffeeshop.

A Holanda orgulha-se de ser um país bastante liberal, além da legalização da prostituição, aqui encontramos à venda, facilmente, cannabis (com autorização do governo), em lojas especializadas para esse efeito.

Mas obviamente que existem regras. Apenas pessoas com mais de 18 anos podem entrar e comprar os produtos com cannabis.  O único lugar onde se pode comprar este tipo de droga é dentro das coffeeshops, a além disso, os estabelecimentos não podem vender mais de 5g por cliente/dia. Drogas pesadas não podem ser vendidas nas coffeshops.

No Red Light District existem inúmeras lojas deste género. Nós queríamos ter essa experiência, mas as coffeeshops mais conhecidas estavam completamente cheias! Percorremos algumas ruas e encontramos uma que conseguimos entrar (não me recordo do nome)!

Lá dentro existia um espaço apropriado onde podemos fumar cannabis, local esse onde os funcionários não podem entrar (compreende-se o porquê… :p).

Além das coffeeshops, pode-se fumar livremente pelas ruas, e é muito comum estarmos a passear e começar-mos a sentir aquele cheiro tão característico.

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