Castelo de Vide

Depois de sairmos de Marvão, dirigimo-nos para Castelo de Vide, apenas com uma paragem estratégica na estrada N246-1 (conhecida localmente por “Alameda dos Freixos”), para a foto da praxe.

Castelo de Vide é uma vila alentejana, localizada numa colina da Serra de São Mamede.

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A abundância de vegetação, o clima ameno e a proximidade da Serra, mas também devido ao seu esplendor e encanto o que a torna numa das localidades mais românticas da região alentejana, tornaram-na conhecida como a “Sintra do Alentejo”.

O que fazer:

São diversos os locais de interesse e os monumentos na vila, destacando-se:

  • Castelo e as bonitas vistas obtidas de lá.

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A entrada para o Castelo é gratuita. Além das vistas panorâmicas que se tem do alto do Castelo, também podemos lá encontrar o Centro de Interpretação do Megalitismo.

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  • Judiaria

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Um dos exemplos mais importantes e bem preservados da presença judaica em Portugal. Aqui, a maioria das portas mantêm o arco gótico ogival e, em muitas ombreiras, do lado direito, podemos ainda ver fendas esculpidas. Era o local onde os judeus guardavam os seus Mezuzá, ou seja, os pergaminhos, que continham as duas passagens da Torá.

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Também ainda existe a Sinagoga, actualmente transformada num museu. A ideia era lá entrarmos, mas à hora que lá passamos estava encerrado para a pausa do almoço.

  • “Perder-se” pelas suas ruas labirínticas.

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Castelo de Vide é considerada uma das vilas medievais melhor preservadas em Portugal. Por isso, é muito fácil para quem visita este local deixar-se encantar pelo charme do  seu cenário medieval.

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Onde comer:

O restaurante surpresa desta road trip foi o que encontramos em Castelo de Vide, o Djony. O ambiente é bastante simples e descontraído, mas, o mais importante, a comida é simplesmente deliciosa.

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Antes de termos tempo para ver o menu, já o proprietário do restaurante, nos tinha servido uma tigela de sopa. E disse-nos que ali, em vez de servirem as habituais entradas com pão e patês, serviam sopa… E estava tão boa!!

Era apenas o inicio de uma repasto dos deuses… Além da comida deliciosa, o atendimento foi do mais atencioso possível! Se não bastasse a comida excelente, o atendimento maravilhoso, no final, quando veio a conta, também nos fez sorrir…Bastante acessível, pagamos cerca de 20€, os dois!!

Lugar a voltar, sem dúvida! 🙂

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Hotel Dom Dinis – Marvão

Para a estadia em Marvão apenas tinha uma condição: Ficar dentro das muralhas! Depois de muito procurar, pareceu-me que o Dom Dinis era uma escolha acertada. E não podia estar mais certa, pois adoramossssss tudo! E, se um dia lá voltarmos, vamos ficar aqui, certamente!

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O quarto apesar de relativamente pequeno, era muito confortável e tinha uma vista magnífica para o Castelo de Marvão.

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De bónus, o hotel tinha um jacuzzi com vista para uma paisagem maravilhosa, o que tornou ainda mais especial aquele momento em que lá estivemos. A ida ao jacuzzi tem que ser marcada antecipadamente e só permitem uma marcação de cada vez, o que possibilita estarmos por lá mais à vontade e com mais privacidade.

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É muito bem localizado, mesmo ao lado do Castelo. Apesar das ruas estreitas de Marvão, o hotel é de fácil acesso e com estacionamento gratuito.

Foram todos muito simpáticos e prestáveis, desde a proprietária aos empregados.

IMG_5986O pequeno almoço estava incluído na tarifa e, além de muita variedade, tinham diversos produtos locais como queijos e doces, o que na minha opinião é uma mais valia.

Adoramos a experiência e vamos voltar, sem dúvida!

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Marvão

Marvão é uma vila situada no alto Alentejo, na escarpa do Parque Natural da Serra de São Mamede. Da vila conseguimos obter vistas panorâmicas fascinantes, pois ela encontra-se a 862 metros de altitude, no topo da Serra do Sapoio.

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Esta povoação terá sido conquistada aos Mouros por D. Afonso Henriques, entre 1160 e 1166, mas foi tomada outra vez, numa contra-ofensiva moura, em 1190. Em 1229 D. Dinis apoderou-se do Castelo de Marvão, que teve uma grande importância nas guerras com os castelhanos e espanhóis.

Os rochedos de Marvão foram utilizados como refúgio e como ponto militar estratégico desde, pelo menos, o período romano.

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Depois de várias horas de viagem, apenas com uma paragem estratégica para um almoço rápido, subimos a íngreme estrada que dá acesso a esta vila. Já lá dentro, aventurámo-nos pelas suas ruas estreitíssimas. (Tão estreitas que eu só dizia ao Sérgio: “O carro não vai passar aqui!”).

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Estacionamos o carro junto ao castelo (pois o nosso hotel era mesmo ao lado) e fomos conhecer um pouco da vila.

Percorremos a pé as suas ruas estreitas e sinuosas e admiramos a pacata vila com as suas casas caiadas de branco, muito bem arranjadas.

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Além de admirar as vistas, de tirar o fôlego, que se obtém da vila, e de descobrir os encantos escondidos pelas ruas da vila, não existe muito mais para visitar, além do seu castelo. E foi isso que fizemos!

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Pagamos o bilhete da entrada, com um custo de 1,50€/pessoa, e fomos explorar o Castelo. Situado no topo da vila, no ponto mais alto do planalto, consegue-se desfrutar de uma vista espantosa e completamente hipnotizante! Era capaz de levar horas só a contemplar aquelas paisagens…

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Como disse José Saramago: “De Marvão vê-se a terra toda”. E tinha toda a razão, em dias de pouca nebulosidade consegue-se alcançar uma vista com distâncias espantosas.

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Começamos a visita pela cisterna, que se encontra junto à entrada principal. É uma das maiores cisternas dos castelos portugueses, com cerca de 10 metros de altura e 46 de comprimento. Acumulava água para cerca de 6 meses, o que era essencial para que a vila pudesse resistir a um cerco prolongado, pois no cume do monte, a quase 900 metros, não existia água disponível.

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A nossa visita ao castelo foi mais curta do que inicialmente estávamos a contar devido ao facto de o castelo estar cercado de uma praga de insectos. Eram aos milhares e chegou a um ponto que se tornou mesmo muito incomodo… voavam para cima de nós, entravam para dentro da roupa, chegamos a levar picadas… Tivemos que desistir e dar por terminada a visita.

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Em conversa com a dona do hotel onde ficamos, soubemos que era uma praga que tinham todos os anos, duas vezes por ano. Quando começava a fazer muito calor e quando o frio voltava… Durava cerca de 2/3 dias e que a autarquia já tinha feito várias intervenções e nunca conseguiram exterminar esta praga… Por nossa sorte, conseguimos acertar mesmo nessa altura do ano que a praga aparece! :p

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Ao final da tarde fomos aproveitar o jacuzzi do hotel (este hotel vai merecer um post à parte).

Depois de relaxarmos no hotel decidimos ir jantar… Não existem muitas opções de restaurante em Marvão, mas no hotel aconselharam-nos a Varanda do Alentejo. O serviço foi relativamente rápido e com um atendimento simpático e a comida era boa, mas nada de especial! Por no Alentejo comer-se sempre bem a fasquia nos restaurantes desta zona é sempre muito alta.

Para acompanhar a refeição bebemos o vinho “.Com”, que recomendo muitíssimo!! E além do mais, a companhia também era bastante boa :P, pelo que foi um jantar  bem agradável e com uma vista verdadeiramente fantástica! 🙂

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E, depois de uma corrida até ao nosso hotel pois começou a chover torrencialmente, demos por terminada a noite em Marvão. No dia seguinte tínhamos que sair cedo pois ainda tínhamos muitos quilometros pela frente…

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A vila tipicamente Holandesa: Zaanse Schans

Se ficamos um pouco desiludidos com Amesterdão, Zaanse Schans teve o efeito contrário em nós. Ficamos completamente rendidos aos encantos daquela pequena vila.

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Zaanse Schans é uma vila típica holandesa. Aqui podemos encontrar tudo o que é estereótipo da Holanda. Moinhos de Vento? Sim! Queijos? Sim! Tamancos? Sim! Nesta vila podemos encontrar tudo isto e muito mais.

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Este pequeno vilarejo é um verdadeiro museu a céu aberto. Os moinhos de vento que lá se encontram têm vários anos. Eles geravam energia industrial para diversas partes da economia Holandesa. Actualmente muitos deles ainda funcionam, e alguns estão abertos ao público, sendo possível visitar o seu interior.

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Além dos moinhos de vento, podemos entrar e visitar outras casas/fábricas tradicionais, como a fábrica de tamancos, onde se pode observar uma demonstração ao vivo de como se fabricam este tipo de sapatos e ver as centenas de modelos que tem expostos para venda na loja.

 

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E para quem gosta de queijo, não pode deixar de ir à Catharina-Hoeve. É uma fábrica de queijo onde é possível fazer degustação de todos os queijos que lá tem à venda!! E eram bastantes… Nós, obviamente, provamos todos, várias vezes! 😀

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Também existe uma loja onde fabricam chocolates e onde podemos saborear uns waffles, entre outras guloseimas, bem como apreciar um pequeno museu onde estão expostas algumas máquinas que utilizavam no fabrico do chocolate. É uma loja bastante amorosa, e o cheiro que sai de lá é simplesmente irresistível.

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Mas o melhor de Zaanse Schans é passear e explorar calmamente a vila e deixar-se encantar pela magia deste local.

Apesar deste vilarejo parecer ter saído directamente de um conto de fadas, na verdade, muitas das casas são habitadas. Por isso tenham atenção para não entrarem no jardim de alguém 🙂

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Quando aqui chegamos decidimos alugar uma bicicleta, pois não queria sair da Holanda sem passear no seu típico meio de transporte. E como em Amesterdão não fiquei muito animada com essa ideia depois de ver a doidice da quantidade de bicicletas que por lá circulam, achamos que Zaanse Schans era o local perfeito para o fazer! E assim foi. Como chegamos cedo, a vila ainda não estavam repleta de turistas, por isso, conseguimos percorrê-la calmamente sem atropelar ninguém 🙂

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Alugamos as bicicletas por 1 hora (custou 5€/bicicleta), mas em apenas 15 minutos demos a volta à vila toda. Por isso decidimos explorar mais além e divertimo-nos imenso! Tanto que até perdemos a noção do tempo, e quando vimos já tinha passado da hora de entregar as bicicletas.

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Em poucas horas vê-se praticamente tudo em Zaanse Schans, mas pode “perder-se” um dia inteiro por lá facilmente. Como foi o nosso caso, adoramos tanto aquele cantinho que tentamos prolongar ao máximo aquele momento.

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Dicas:

  • Tentar chegar o mais cedo possível. Perto da hora de almoço e durante a tarde estavam tantos turistas que era praticamente impossível circular pelas ruas estreitas da vila. Nós chegamos perto das 10 da manhã e estava bem pacífico nessa altura e conseguimos usufruir muito mais do local.
  • Existe um miradouro, mesmo ao lado do Museu Zaans, do qual obtemos umas vistas panorâmicas sobre a vila. Além das vistas magnificas, conseguimos fugir um pouco dos turistas, pois pareceu-me, que esta zona ainda é pouco conhecida uma vez que não se encontrava lá ninguém…

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Como lá chegar:

A partir de Amesterdão é bem fácil chegar a Zaanse Schans. É possível fazer o trajecto de comboio ou autocarro (ou de carro!).

  • Comboio: Da estação Central de Amesterdão até Zaandikj (estação de Zaanse Schans) são cerca de 30 minutos. Quando desembarcamos temos uma caminhada de cerca de 10/15 minutos até chegar ao centro da vila, mas que se faz facilmente. O bilhete de comboio tem um custo de 3,10€/trajecto. Também é possível apanhar o comboio na estação Sloterdijk, em Amesterdão. Foi o que fizemos, pois era mais perto do nosso hotel. O bilhete de comboio tem um custo de 2,50€/trajecto. Existem diversos comboios por hora.
  • Autocarro: Apesar de não termos feito esse percurso de autocarro, na altura vi que era possível fazê-lo. Também da estação central de Amesterdão existem autocarros que levam directamente até à entrada de Zaanse-Schans. Talvez seja uma opção mais viável para quem tiver com crianças ou tiver algumas dificuldades de locomoção. De autocarro o percurso é cerca de 40 minutos.
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Amesterdam ID Aparthotel

A hospedagem em Amesterdão é cara! Apesar de termos reservado com antecedência, todos os hotéis que encontrei não ficavam por menos de 80€/noite. Existem opções bem mais em conta, como hostels em quartos com dormitórios. Mas ultimamente ando um pouco mais selectiva com os hotéis, apesar de não escolher nada luxuoso (se o orçamento permitisse obviamente que escolhia!:p ), mas tento que tenha algum conforto, que tenha uma boa classificação e, principalmente, que seja limpo e tranquilo.

Já nos aconteceu ficarmos em algumas espeluncas (como em Paris), em que ouvíamos todos os ruídos na rua e nos outros quartos, e não conseguíamos descansar convenientemente. E isso acaba por estragar um pouco a experiência da viagem.

Como estava a achar os hotéis caros, comecei a procurar apartamentos. Assim sempre poupávamos algum nas refeições. E, além do mais, estamos fãs do conceito de alugar apartamentos nas viagens, pois dá-nos uma liberdade completamente diferente do que se ficarmos num hotel. Após alguma pesquisa encontrei o Amesterdam ID Aparthotel!

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E foi uma escolha acertadissíma! Apesar de não ficar mesmo no centro de Amesterdão, fica mesmo ao lado da estação de comboios Sloterdijk e em 10 minutos chegamos ao centro da cidade, pelo que não se tornou um problema para nós.

Ficamos agradavelmente surpreendidos pelas dimensões do apartamento, pelo conforto, pela decoração, por tudo! Adoramos!

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O apartamento era bastante espaçoso. Apesar de ser um T0 os espaços estavam bem distribuídos. Assim que entramos temos uma cozinha com todo o equipamento necessário para preparar refeições, desde fogão, microondas, frigorífico, tachos e loiças! Tinha até uma máquina de café, máquina de lavar loiça e vários chás de oferta.

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Logo ao lado estavam dois sofás bem confortáveis, uma mesa de centro e uma televisão.

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Atrás do sofá encontrava-se a nossa cama, bastante ampla e confortável e também um pequeno roupeiro.

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Mas o que mais no espantou foi a decoração, toda alusiva a Amesterdão, com bastantes detalhes fantásticos. Desde os pés da mesa da sala com as letras AMS (abreviatura de Amesterdão), ao pormenor do papel de parede da cozinha onde podíamos encontrar algumas receitas típicas holandesas. Simplesmente genial!

 

E o melhor de tudo foi a tranquilidade que lá encontramos! Não ouvimos rigorosamente nada durante a noite, nem na rua, nem no corredor, nem nos outros quartos. Nada! Conseguimos ter umas noites bem descansadas.

Existe um supermercado Spar mesmo junto à estação de comboios. Apesar de não ser muito grande é o suficiente para fazer as compras e preparar as refeições por alguns dias.

Ah, e quem não está a fim de cozinhar, o Aparthotel tem um restaurante no R/chão 😉

Sentimo-nos em casa! Se um dia voltarmos a Amesterdão, já sabemos onde vamos pernoitar! 😀

O apartamento para três noites ficou-nos em 269€. Acho um preço completamente justo por tudo o que tínhamos à nossa disposição.

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Naritaweg 51, Westpoort, 1043 BP,Amesterdão

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Casa de Anne Frank

A casa de Anne Frank é um museu verdadeiramente fascinante. Aqui dentro podemos encontrar fotos, filmes e objectos originais que ilustram os acontecimentos que aqui se passarem, assim como ler citações do seu diário.

Anne Frank foi uma entre os milhões de vítimas da perseguição que os judeus sofreram durante a Segunda Guerra Mundial. Anne nasceu a 12 de Junho de 1929, em Frankfurt. Em 1933, ela e a sua família decidiram mudar-se para Amesterdão.

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Em Maio de 1940 o exército alemão invadiu os Países Baixos e implementou ainda mais medidas contra os judeus. No dia 6 de Julho de 1942, os pais de Anne, Otto e Edith Frank, bem como as suas duas filhas decidiram esconder-se num anexo da empresa de Otto, onde actualmente se encontra o Museu de Anne Frank.

Posteriormente, juntaram-se a eles Hermann Van Pels, a sua mulher Auguste e o filho deles, Peter. E, mais tarde, Fritz Pfeffer.

Os empregados do armazém desconheciam que havia gente escondida no anexo. No entanto, os empregados do escritório sabiam-no. Otto Frank pediu-lhes para os ajudarem na clandestinidade.

” Durante o dia temos sempre que andar levemente e falar sem barulho, porque não nos podem ouvir no armazém” Anne Frank, 11 de julho 1942.

Os empregados de escritórios, Victor Kugler, Miep Gies, Johannes Kleiman e Bep Voskuijl, forneciam aos clandestinos alimentos, roupas, livros e jornais. Esta responsabilidade era pesada pois os clandestinos estavam completamente dependentes deles e, ajudar gente escondida, era uma actividade de grande risco.

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Edifício do museu de Anne Frank

Os clandestinos estavam 24 horas por dia no interior no anexo. As cortinas permaneciam sempre fechadas, para que os vizinhos não os pudessem ver. De dia, quando os trabalhadores estavam ao serviço no armazém, os clandestinos tinham de estar em silêncio. A falta de espaço no esconderijo e a angústia de serem descobertos provocavam muita tensão.

“Durante o dia as nossas cortinas não se podem abrir nem um centímetro” Anne Frank, 28 de Novembro 1942.

O quarto de Anne Frank

Anne tinha que partilhar um quarto com Fritz e isso provocava regularmente grandes discussões. Custava muito a Anne não poder ir para o exterior. O seu diário, onde passava muito tempo a escrever, era onde desabafava os seus sentimentos e desejos;

“Apetecia-me andar de bicicleta, dançar, assobiar, ver o mundo, gozar a minha juventude, ser livre.” Anne Frank, 24 de Novembro 1943

Como muitas meninas, Anne decorava o seu quarto com imagens. As imagens reflectem a transformação de Anne de menina para mulher adulta. No inicio, ela gostava sobretudo de estrelas de cinema mas, mais tarde, ela interessou-se mais pela arte e pela história. Ainda é possível ver algumas das imagens que Anne colou nas paredes do seu quarto.

Durante a visita conseguimos ter uma perceção melhor de como foi possível esconderem-se por tanto tempo sem serem descobertos.

Após uma denuncia feita por telefone às S.S. alemãs, a polícia invadiu a Princegracht 263 a 4 de Agosto de 1944. Tinham sido traídos! Os oito clandestinos e os colaboradores Johannes Kleiman e Victor Kugler foram presos. Os nazis deixaram Miep Gies e Bep Voskuijl em paz.

A 3 de Setembro de 1944 os oito clandestinos foram deportados para o campo de concentração de Auschwitz.

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Arredores do Museu

Dos oito, apenas Otto Frank sobreviveu à guerra. Anne, Margot e Edith Frank, Peter, Auguste e Hermann van Pels e Fritz Pfeffer encontraram a morte num campo de concentração. Os colaboradores sobreviveram à guerra.

A 3 de Junho de 1945, Otto Frank voltou para Amesterdão. Sabia que a sua mulher tinha morrido, mas tinha esperança de que as suas filhas ainda estivessem vivas. Depois de saber que Anne e Margot não tinham sobrevivido, Miep Gies entregou-lhe os diários de Anne.

Ele decidiu publicar o diário de Anne e, a 25 de Junho de 1947 saiu a primeira edição em holandês.

 Em 1960, o anexo secreto, onde viveram escondidos, tornou-se um museu.

Informações Úteis

Se fazem questão de visitar este museu aconselho a comprarem bilhetes com antecedência, para garantirem a vossa visita. Aliás, o museu, das 9 às 15:30 Hrs só permite a entrada de visitantes que possuam um bilhete online. Os bilhetes são limitados, os mesmos estão disponíveis para venda no site do museu (aqui) com dois meses de antecedência.

Os bilhetes esgotam muito rapidamente, por isso comprem o bilhete o mais cedo possível 😉

Ao comprarmos o bilhete temos que selecionar o dia e hora da vista, e temos que chegar a essa hora, senão o bilhete perde a validade…

Assim que adquirimos o bilhete, através do site, recebemos um e-mail com os mesmos que podemos imprimir ou apresenta-lo no telemóvel à entrada.

A partir das 15:30 Hrs não é necessário o bilhete online e é possível visitar o museu adquirindo o bilhete na entrada.

Preço: 9€ (+0.50€ despesas de reserva)

Morada: Prinsengracht, nºs 263-267, Amesterdão.

Como lá chegar: Da estação central, leva cerca de 20 minutos a caminhar. Os eléctricos 13, 14 e 17 – além dos autocarros 170, 172 e 174 – param perto do museu, no ponto “Westermarkt”.

Ah, é proibido tirar fotografias lá dentro.

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Os aspectos que me fizeram não adorar Amesterdão

No outro dia, num dos fóruns de viagem que sigo, perguntavam quais as três cidades preferidas dos viajantes. Posso dizer que em mais de metade das respostas estava a cidade de Amesterdão. Por isso, como fui um pouco dura no ultimo post sobre do que tinha achado da cidade, achei por bem enumerar os vários aspectos que me fizeram não ter amado aquele local.

– Bicicletas

Sei que parece uma tolice dizer que não gostei das bicicletas em Amesterdão, visto que quem lá vai sabe à partida que esta cidade tem mais bicicletas que pessoas… Mas, achei muito intimidante passear por lá pois estava sempre com receio de ser atropelada por alguma… E ia sendo várias vezes, durante a minha curta estadia por lá!

A ideia inicial era alugar uma bicicleta e andar a passear por lá, mas desisti logo dela pois achei que não iria correr lá muito bem…

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Outra coisa que não me agradou foi verificar que nas ciclovias circulam muitas vezes motociclos e outros veículos motorizados, nomeadamente “papa-reformas”. Se me distraía e não reparava que estava numa ciclovia, podia ser atropelada por um desses veículos, o que seria bem pior do que por uma bicicleta! Enfim, nunca andava a passear completamente descansada.

DSCN5515Além disso, vi diversas bicicletas espalhadas pela cidade completamente abandonadas, já sem várias peças… O que se torna muito pouco atractivo para um turista, passando uma imagem de cidade pouco cuidada.

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Apesar disso é impressionante ver a quantidade de bicicletas existentes na cidade e a mentalidade dos seus cidadãos. Eles andam de bicicleta faça chuva ou faça sol, vão às compras, deslocam-se para os seus trabalhos (de fato e gravata) e até andam com os seus bebés nos respectivos veículos. É tudo uma questão de mentalidade e, nesse aspecto, tiro-lhes o chapéu.

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– I Amesterdão

Sabem aquela foto que toda a gente tira em frente ao museu Rijksmuseum com as letras “ I Amesterdam”? Eu também tentei ficar com um registo, mas foi completamente impossível! Havia tantas, mas tantas pessoas lá que não havia um único espacinho livre para conseguir tirar um foto e perceber onde estava… Desisti!

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– Transportes Públicos

Já fui a várias cidades europeias e ando sempre de transportes públicos (metro, autocarro, electrico, comboio) e nunca tive grandes dificuldades em perceber como funcionava. Ás vezes, logo à chegada, ando um pouco à nora mas rapidamente consigo perceber o sistema.

Não aconteceu em Amesterdão! Chegamos a entrar no comboio errado e só nos apercebemos depois de termos começado a andar, mesmo tendo a certeza que estávamos na plataforma certa! E, sempre que entravamos em algum transporte  público, ficava a dúvida se seria o correcto.

Num dos dias levamos cerca de uma hora à procura de uma linha de eléctrico que nos levasse a um bar onde queríamos fazer uma tour! Resultado: Nada de tour, devido à chegada tardia… 😦

Outra coisa aborrecida com que nos deparamos foi que tínhamos que ter sempre moedas para comprar os bilhetes. Assim que chegamos ao aeroporto, não tínhamos trocos suficientes e tentamos vários cartões; VISA, Mastercard, e nenhum deu… Felizmente às horas que chegamos os guichés ainda estavam abertos e conseguimos comprar os bilhetes lá. (Aceita cartões “MAESTRO”).

Além de tudo isto, achamos uma cidade um pouco suja, com demasiadas bicicletas  corroídas pela ferrugem e espalhadas por todos os cantos, vários barcos completamente podres… Enfim, coisas que não são visualmente muito agradáveis. Sinceramente, não conseguimos captar a beleza desta cidade na sua plenitude!

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Amesterdão

Como já tem vindo a ser hábito, no aniversário do Sérgio tiramos uns dias e fazemos uma escapadinha. O destino escolhido para este ano foi Amesterdão.

Sentimos que era uma grande falha nossa não conhecer esta cidade, uma vez que adoramos viajar e Amesterdão é um daqueles destinos quase que “obrigatórios” para quem ama viajar.

Antes de partir e quando falava com alguém sobre esta viagem, toda a gente me dizia que ia adorar, que a cidade é fantástica, e eu própria convenci-me disso!

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Mas, (e agora preparem-se, pois vou ser polémica), não amei Amesterdão! Podem apedrejar-me, podem deitar-me à fogueira, mas estou a ser sincera! E fiquei muito desiludida por não ter gostado, pois antes de lá chegar achei mesmo que ia adorar aquele lugar!

No final do primeiro dia na cidade até estava a sentir-me mal comigo própria por não estar a conseguir captar aquela beleza que toda a gente me disse que tinha… Pensei que era de mim, que talvez não estivesse com feeling para aquele destino, talvez fosse do cansaço e do stress (andava a trabalhar bastante)… Mas senti que o Sérgio estava a sentir o mesmo que eu, e ele também não adorou Amesterdão.

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Isto não significa que a cidade não tenha coisas boas, não é isso! Houve lugares que gostávamos bastante, mas no geral não adoramos! Acho que é unanime dizer que achamos a cidade suja, demasiado turística, os transportes públicos difíceis de compreender, chegamos a entrar em comboios errados e nunca estávamos seguros se íamos na direcção correcta… (já viajamos para várias cidades europeias, sempre andamos de transportes públicos e nunca sentimos grandes dificuldades). Além disto, no que diz respeito a cidades envolvidas por canais, achamos que Brugge, Ghent ou até mesmo Hamburgo são muito mais interessantes e, prédios tortos, também não era propriamente uma novidade para nós, uma vez que já tínhamos visto esse “fenómeno” em Lüneburg.

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Apesar disso, acho que é uma cidade que merece uma visita, pelo menos uma vez na vida. Vou deixar uma lista dos locais que passei que mais gostei.

  •  Casa Anne Frank

É uma das atracções mais procuradas em Amesterdão. Anne e a sua família viveram aqui escondidos durante mais de dois anos. Infelizmente o esconderijo foi descoberto e foram levados para campos de concentração, onde acabaram por falecer. Apenas o pai de Anne sobreviveu. Quando voltou ao anexo descobriu o diário que a sua filha escreveu enquanto estiveram escondidos e decidiu publicá-lo.

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Vou fazer um post com mais detalhes da visita ao museu, assim como, pormenores de como lá chegar e comprar o bilhete.

  •  Loja de Queijos De Kaaskamer

Tanto eu como o Sérgio somos doidos por queijos, por isso, quando li no guia de viagem sobre esta loja, inseri-a de imediato no nosso itinerário! E foi uma verdadeira tentação lá entrar!

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Como a escolha era imensa e estávamos bastante indecisos no que levar, pedimos para provar alguns… E eram todos deliciosos!! Para não nos desgraçarmos, pedimos duas sandes com um dos queijos que mais gostamos e foi o nosso almoço!

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Ainda fico a salivar cada vez que me lembro do sabor daquele queijo… 🙂 Se são fãs de queijo não deixem de lá passar!

Morada: Runstraat 7

  •   Begijnhof

Na praça Spui encontra-se a entrada do Begijnhof (uma porta discreta ao lado de uma livraria). É um pequeno aldeamento onde antigamente viviam as Beguinas, uma irmandade católica onde as mulheres viviam afastadas da restante sociedade.

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É um local bastante calmo e tranquilo, sítio ideal para fugir da agitação e loucura que Amesterdão vive.

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  • Bloemenmarkt (Mercado flutuante de flores)

Localizado sobre uma margem do canal Singel encontram-se várias pequenas lojas flutuantes, onde se vendem não só as famosas tulipas, como todo o tipo de outras flores.

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Este é o sítio ideal para comprar souvenirs, pois fica bastante mais em conta do que nas restantes lojas do centro da cidade.

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  • Canais

Uma das principais características de Amesterdão são os seus inúmeros canais, por isso é impossível visitar a cidade e não passear juntos a eles.

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Apesar de parecerem todos iguais existem alguns que se destacam:

Canto de Staalstraat e Groenburgwal. Daqui, se olharmos para norte, temos uma vista magnifica e inspiradora, aproveitada por Monet para o seu quadro intitulado “the zuiderkerk”.

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Caminhar ao longo da Herengracht até a Reguliersgracht, onde se encontram as “7 pontes”. Se nos virarmos de costas para a Thorbeckplein e nos inclinarmos um pouco sobre a ponte, podemos apreciar os sete arcos que se encontram em frente.

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  • Cervejaria Brouwerij´t

Uma das experiências para quem vai a Amesterdão é fazer uma tour por uma cervejaria. A maior parte das pessoas visita a fábrica da Heineken.

Nós preferimos ter uma experiência mais “caseira” e tínhamos planeado fazer uma visita à fábrica artesanal da cervejaria Brouwerij´t (fazem visitas de sexta a domingo às 3:30 hrs). Mas como esta cervejaria fica um pouco longe do centro da cidade tínhamos que apanhar um elétrico para lá chegar e esse foi o problema… Levamos quase uma hora a tentar encontrar o elétrico correcto para lá chegar! Foram azares atrás de azares… Primeiro perdi o nosso planeamento do dia, onde estavam os locais que queríamos ir e a melhor forma de lá chegar (moradas, nome das estações) E, apesar de me lembrar vagamente da localização da paragem do eléctrico, naquele mesmo local estava a decorrer uma manifestação e o trânsito estava completamente parado, por isso tentamos encontrar outra paragem…

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Conclusão, quando chegamos à Cervejaria já não havia bilhetes para a tour :/ Apesar disso, não demos como perdida a viagem. O local é bastante interessante, encontra-se num antigo moinho e as cervejas são mesmo muito saborosas! Se apreciam cerveja não deixem de lá ir, nem que seja apenas para descontrair um pouco e saborear uma deliciosa cerveja artesanal.

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Tours: Sexta a Domingo às 3:30 Hrs

Preço: 5€ (Tour)

Morada: Funenkade 7, 1018 AL Amsterdam

  • Red Light District

Na Holanda a prostituição é legal. Assim, como qualquer outra profissão, as prostitutas aqui pagam os impostos sobre o que recebem e também tem direitos como qualquer trabalhador.

Em Amesterdão a maior concentração está localizada no famoso Red Light District.

Aqui, por detrás das vitrines, podemos encontrar as prostitutas a exibirem os seus corpos de forma natural. Se alguém entrar e requisitar os seus serviços a vitrine é fechada com uma cortina e o cliente é levado para o fundo da casa, onde se encontra um quarto.

O Red Light District atrai turistas de todo o tipo, desde casais que passeiam pelo bairro, pessoas que procuram os serviços oferecidos e até simples curiosos.

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Além das famosas vitrines, aqui podemos encontrar uma série de restaurantes, coffeeshops, bares e casas de striptease. Também aqui se encontra o museu Red Light Secrets, onde se pode descobrir a história do bairro e do estilo de vida das prostitutas.

É proibido tirar fotografias às vitrines quando lá estão as prostitutas. E o melhor é mesmo respeitar a regra, para não transformar esse passeio em algo desagradável. Existem seguranças à paisana contratados pelas próprias e, se apanham alguém a tirar fotografias às vitrines, obrigam-nos a apagar as fotografias e podem até destruir a máquina fotográfica.

O Red Light District fica localizado no bairro De Wallen. É um bairro bastante seguro, sendo comum ver muitos polícias a passar por lá.

  • Coffeeshops

Outra das experiências imperdíveis em Amesterdão é entrar numa coffeeshop.

A Holanda orgulha-se de ser um país bastante liberal, além da legalização da prostituição, aqui encontramos à venda, facilmente, cannabis (com autorização do governo), em lojas especializadas para esse efeito.

Mas obviamente que existem regras. Apenas pessoas com mais de 18 anos podem entrar e comprar os produtos com cannabis.  O único lugar onde se pode comprar este tipo de droga é dentro das coffeeshops, a além disso, os estabelecimentos não podem vender mais de 5g por cliente/dia. Drogas pesadas não podem ser vendidas nas coffeshops.

No Red Light District existem inúmeras lojas deste género. Nós queríamos ter essa experiência, mas as coffeeshops mais conhecidas estavam completamente cheias! Percorremos algumas ruas e encontramos uma que conseguimos entrar (não me recordo do nome)!

Lá dentro existia um espaço apropriado onde podemos fumar cannabis, local esse onde os funcionários não podem entrar (compreende-se o porquê… :p).

Além das coffeeshops, pode-se fumar livremente pelas ruas, e é muito comum estarmos a passear e começar-mos a sentir aquele cheiro tão característico.

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Miradouro do Arco da Rua Augusta

Quando vamos passar o fim de semana a Sintra tentamos quase sempre visitar algo de novo, como era início de Janeiro ainda tínhamos uma pequena esperança de apanharmos a iluminação de Natal de Lisboa ligada, mas apesar de as iluminações ainda lá estarem não se acenderam… Por isso, aproveitamos por passear pela baixa da capital e decidimos subir ao Miradouro do Arco da Rua da Augusta.

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A construção do Arco da Rua Augusta foi programada em 1759, no âmbito da reconstrução pombalina, após a destruição da baixa lisboeta pelo terramoto de 1755.

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A partir de 9 de Agosto de 2013 é possível aceder ao miradouro, no topo do Arco. A entrada faz-se pela Rua Augusta, através de uma pequena porta mesmo ao lado do arco. Parte do percurso para o acesso ao miradouro é feita através de elevador, depois é preciso subir dois lanços de escadas.

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As escadas são bem estreitas e em caracol e apenas cabe uma pessoa de cada vez. Para a subida e descida se faça sem qualquer constrangimento existe sinalizações (um género de um pequeno semáforo) que é necessário carregar e só quando fica verde podemos subir sem corrermos o risco de esbarrarmos em alguém…

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O topo do Arco oferece uma vista panorâmica ímpar sobre a cidade de Lisboa.

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Daqui é possível avistar o Terreiro do Paço, a Baixa Pombalina, o Tejo, a Sé, o Castelo de São Jorge, a Ponte 25 de Abril e a estátua do Cristo Rei.

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É sem dúvida uma vista magnifica e imperdível numa visita a Lisboa.

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Preço: 2,50€ / Crianças com idades até 5 anos não pagam bilhete.
Horário: 9 às 19 hrs. Aberto todos os dias
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2016 em Viagens

Ultimo dia do ano! Altura ideal para fazer uma retrospectiva das viagens deste ano. Este ano não me posso queixar muito… consegui fazer uma das Eurotrips que há imenso tempo que queria fazer, visitei um mercado de Natal alemão e ainda consegui dar umas voltinhas pelo meu Pais.

Então cá vamos:

Em Janeiro começamos o ano a passear por Portugal.

Num fim de semana fomos ao Mosteiro de Alcobaça.

E também ao Mosteiro da Batalha.

Em Março fomos comemorar o aniversário do Sérgio em Évora.

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E passamos um fim de semana super divertido!

E também relaxante, pois aproveitamos bem a estadia na fantástica Casa do Governador.

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Antes de regressarmos ao Algarve ainda passamos por Montemor-o-Novo. Onde saboreamos uma deliciosa refeição no surpreendente restaurante “A Ribeira”.

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Em Abril aproveitamos um fim de semana prolongado e fomos dar umas voltinhas pelo nosso país.

Regressamos a Cascais, um local que gostamos muito.

Também fomos a Arrábida…

e passamos um dia fantástico no Jardim Zoológico de Lisboa.

Chegou o mês mais esperado do ano, Maio! Onde realizamos uma viagem há muito idealizada por nós, uma Eurotrip. Conhecemos 4 países novos e voltamos a um que gostamos imenso!

Começamos na República Checa, onde conhecemos a lindissíma cidade de Praga.

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De Praga fomos para uma cidade da qual me apaixonei instantaneamente, a deslumbrante Viena.

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A caminho de Budapeste demos um “pulinho” à Eslováquia e onde em apenas em algumas horas conhecemos um pouco de Bratislava.

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Um dos últimos destinos da nosso Eurotrip foi na Hungria, em Budapeste. Onde, apesar do mau tempo que apanhamos no primeiro dia, conseguimos aproveitar bastante a cidade e onde passeamos bastante a pé.

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E uma viagem a Budapeste não fica completa sem uma ida aos banhos termais! E nós, é claro que fomos! 😀

Demos por terminada a nossa Eurotrip, num regresso a um país que adoramos, a Alemanha.

Aproveitamos a escala de seis em horas em Frankfurt e fomos conhecer um pouco a cidade.

Apanhamos um dia fantástico e ficamos com muita vontade de regressar com mais calma 🙂

Chegou o verão e como o meu trabalho está muito ligado ao turismo é-me impossível tirar férias nessa altura, por isso, aproveitamos todos os fins-de-semana para descansarmos e tentarmos dar umas voltinhas por perto 🙂

Em Agosto fomos um fim de semana a Lisboa (o meu mês preferido para ir à Capital), e fomos conhecer o Museu da Carris.

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No auge do verão (julho e agosto) tentamos ir para praias mais desconhecidas e onde não existe uma quantidade massiva de turismo.

Praia do Amado, Carrapateira.

Praia do Vale dos Homens, Aljezur.

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Praia da Bordeira, Bordeira (Aljezur).

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Finalmente chegou o mês de Setembro, o nosso mês preferido do verão, onde já é possível aproveitar o nosso Algarve.

Regressamos às praias da nossa cidade, pois nesta altura já conseguimos estender a toalha na areia sem correr o risco de passados 5 segundos, termos alguém a um palmo de nós 😛

Praia do Camilo, Lagos. A minha praia preferida 🙂

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Praia D. Ana, Lagos.

A praia da D. Ana era a minha preferida até há uns tempos atrás, mas graças à intervenção humana perdeu toda a sua beleza… Um assunto que quero escrever num outro post…

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Chegou o mês de Outubro e tirei uma semaninha de férias, para descansar da loucura do verão que é aqui no Algarve.

Num desses dias de férias “agarrei” na minha mãe e presentei-a com uma viagem-relâmpago ao Porto.

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Apesar da chuva é uma cidade de nunca desaponta, é sempre linda, faça sol ou chuva 🙂

Nos últimos dias de Novembro e os primeiros de Dezembro regressamos à Alemanha, para conhecer mais um mercado de natal 😀

Apesar do foco principal da viagem serem os mercados de natal, ainda assim, conseguimos conhecer bastante da cidade de Hamburgo.

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Num dos dias desta viagem fomos conhecer a cidade de Lüneburg, que fica a cerca de 40 min. de comboio de Hamburgo.

Sabem aquelas cidade que parecem que saíram de um conto de fadas? Assim é Lüneburg!

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Uma cidade super fofa e da qual ficamos rendidos! 🙂

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E obviamente que também existiam vários mercados de natal espalhados pela cidade 🙂

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O meu emplastro 😛

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E assim demos por terminado mais um ano! Espero que o próximo ano nos traga tão boas surpresas como este nos trouxe 🙂

Feliz 2017! 😀

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