Trinidad

TrinidadO segundo destino do dia era o mais aguardado por mim, a cidade de Trinidad. Mas antes, fizemos uma paragem para almoçar. Um almoço simples, mas saboroso, à base de frango acompanhado com arroz e salada

Depois do almoço era a altura de explorar esta cidade que mantêm intacta uma encantadora atmosfera colonial.

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Trinidad foi fundada em 1514 por Diego Velázquez. É uma das mais bem preservadas cidades coloniais das caraíbas, as suas ruas calcetadas mantêm-se praticamente inalteradas, desde o século XVII, altura que Trinidad enriqueceu com o comércio do açúcar e dos escravos.

Trinidad (7)Os abastados comerciantes, durante o século XVII e XVIII, ergueram belas mansões.

As janelas das casas são quase até ao chão, cobertas por grades de ferro. Durante as escaldantes horas da tarde, os habitantes vêm o mundo a passar através dessas grades, local onde se refugiam do calor.

Trinidad (9)As casas cor de pastel, e as suas ruas, pouco mudaram desde a era colonial, o tempo parece que não passou por Trinidad.

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Em 1988 foi declarada Património da Humanidade, pela UNESCO.

As principais atracções de Trinidad são a Igreja e Convento de San Francisco de Assis.

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Este convento foi construído em 1730 por frades franciscanos. A imponência desta igreja é visível por toda a cidade.

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Depois de uma breve caminhada chegamos a outro atractivo desta cidade, a Plaza Mayor.

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Um espaço amplo e largo, local ideal para descansar e apreciar a bela arquitectura à sua volta.

Mas, para mim, o melhor em Trinidad é caminhar sem rumo, perder-nos pelas suas ruas estreitas. Pois, esta cidade é um verdadeiro museu a céu aberto.

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Aqui, são poucos os automóveis que circulam. O mais comum é ver carroças, bicicletas e peões…

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As escassas bombas de combustível e os altos preços do gasóleo levam aos habitantes a optarem por um transporte alternativo ao carro.

Trinidad (4)Depois de uma carga de água descomunal, era hora de despedir-me desta cidade encantadora e partir para o último destino do dia.