Vilarinho das Furnas – Gerês

O dia amanheceu cinzento e havia muita nebulosidade. Mas isso não fez com que perdesse o entusiasmo para conhecer mais um pouco deste pedaço lindo do nosso país. Muito pelo contrário, na minha opinião, o Gerês, com este clima torna-se ainda mais encantador e com um ar misterioso.

Na estrada

Na estrada (14)

Na estrada (15) Na estrada (17)

A primeira paragem do dia foi a aldeia submersa de Vilarinho das Furnas, que em tempos foi uma aldeia comunitária e hoje é uma barragem.

Mas antes. fizemos uma breve paragem no Museu Etnográfico de Vilarinho das Furnas. A inauguração deste museu deu-se no ano de 1989, e o que motivou a sua construção foi para para reviver alguns dos costumes e tradições dos habitantes de Vilarinho.

Este museu foi edificado com pedras das habitações, da antiga aldeia de Vilarinho das Furnas, actualmente submersa.

Vilarinho das furnas

Vilarinho das Furnas era uma aldeia comunitária, fundada há muitos séculos atrás.

A população desta povoação, além do acatamento das leis nacionais, tinham também as suas leis internas que eram respeitadas e cumpridas.

Vilarinho das furnas (2)

Essas leis internas eram decididas por uma junta e seis elementos dirigida por um zelador.

Para integrar a junta eram eleitos chefes de família e apenas os homens podiam desempenhar as funções de zelador. Este tinha que ser casado e era escolhido por ordem cronológica de casamento. De seis em seis meses realizavam uma reunião de onde escolhiam os próximos membros da junta, como também, o zelador.

Vilarinho das furnas (3)Havia reuniões semanais, convocadas pelo zelador, e onde ficavam estabelecidos os trabalhos a realizar e as multas a pagar. As decisões eram tomadas por maioria.

Vilarinho das furnas (10)

Vilarinho das furnas (5)A fascinantes comunidade de Vilarinho acabou em 1970, devido à construção de uma barragem. Cerca de 250 pessoas, tiveram que deixar abandonar a sua povoação.

Desde 1971 que a aldeia está submersa pela água da albufeira da barragem.

 Vilarinho das furnas (7)

Contudo, quando a barragem é esvaziada (para limpeza) ou quando as águas do Rio Homem baixam bastante, devido a períodos de seca, é possível ver os restos das casas que ainda permanecem de pé. Nós não tivemos essa sorte, a barragem estava muita cheia e não conseguimos visualizar nada, além da água…

Esta barragem não apenas destruiu as casas desta povoação, destruiu, principalmente, uma comunidade com uma força de união muito rara. Uma comunidade repleta de riqueza cultural, e sem dúvida, um exemplo.

Vilarinho das furnas (9)

Para aceder a esta aldeia é preciso fazer uma caminhada. Existe uma cancela, que pode estar fechada, mas que dá para passar… O carro pode ser deixado aí, à entrada, ou avançar um pouco… Mas chega a uma parte que é impossível avançar com o carro, e o resto do trajecto tem que ser feito a pé.

Torneiros

Começamos o dia a tomar banho nas cascatas geladas do Gerês, e terminamos nas piscinas de água quente, em Espanha 🙂

Depois de passarmos a fronteira, poucos quilómetros mais à frente, encontrámos uma povoação Galega, com nome de Torneiros.

Torneiros é uma terra espanhola, situada em plena serra do Xúrez, que ficou mais conhecida devido às suas nascentes de água quente.

O espaço onde existem as nascentes tem óptimas infra-estruturas. Assim que se chega há um amplo parque de estacionamento, como também um parque de merendas, parque infantil e um vasto espaço verde.

Torneros (3)Logo à entrada há uma espécie de tanque onde a água está, literalmente, a ferver.

Em pleno mês de Julho, a água tornou-se demasiado quente para mim… Por isso, não aguentei muito tempo lá dentro e optei por ir para o rio. Apesar de água do rio ser gelada, há uma zona onde existe uma nascente de água quente, nessa zona criaram uma espécie de lagoa com pedras à sua volta, assim aproveitam também essa água quente.

A água quente e fria acabam por misturar-se o que torna os banhos muito mais suportáveis. Mas claro que esse lugar é super concorrido e quase é preciso tirar uma senha para arranjar lugar 🙂

Torneros (2)O resto da tarde foi passada em terra de nuestros hermanos, a relaxar e a apreciar a beleza da natureza, que tinha à minha volta.

Torneros

No caminho de regresso passamos pela fronteira na zona da “Portela do Homem”, que é uma zona de acesso restrito. Para entrar de carro tivemos que pagar uma taxa de 1,50€, e não é possível parar durante o percurso…

Portela do Homem (2)

Consegui tirar uma foto à cascata da Portela do Homem, dentro do carro. Se tivéssemos mais tempo, teríamos deixado o carro na zona da fronteira e percorrido este caminho a pé, para apreciarmos melhor esta cascata…

Mas fomos forçados a parar, porque no meio da estrada estavam cavalos selvagens, que não queriam sair por nada…

Portela do Homem

Terminamos este magnifico dia no restaurante Lurdes Capela, no centro da vila do Gerês, onde comi uma delicioso bife de barrosã.

Pitões de Júnias – Gerês

Fomos finalmente para o local que deu origem a esta viagem… Pois, foi devido ao Mosteiro de Santa Maria das Júnias que a viagem ao Gerês surgiu. Uns amigos, durante um jantar, falaram que gostavam de visitar este mosteiro… E uns tempos depois marcamos o avião, hotel e fizemos o roteiro. Quando reparamos estávamos no local que originou esta viagem 🙂

Fizemos uma breve paragem em Cabril, onde saboreamos um café com vista para a Serra da Cabreira.

1º Dia, a caminho de Pitões (6)

1º Dia, a caminho de Pitões

Pelo caminho havia sempre algo para me deslumbrar… Ora era pela construção das casas, por baixo de grande pedragulhos, ou era pelas inúmeras vacas barrosã, que se passeavam pelo meio da estrada… O Gerês é mesmo um sítio mágico 🙂

1º Dia, a caminho de Pitões (2) 1º Dia, a caminho de Pitões (3) 1º Dia, a caminho de Pitões (4) 1º Dia, a caminho de Pitões (5)

Quando chegamos, finalmente, a Pitões de Júnias fomos directamente para o Mosteiro.

O acesso ao mosteiro é feito de carro até determinada altura, fazendo-se o resto do percurso a pé. O caminho é um pouco irregular, mas faz-se bem.

Pitões de Júnias (5)

Depois de uma caminhada encontramos, no fundo do vale, um mosteiro completamente isolado e também muito degradado…

Pitões de Júnias (6)

Este convento foi fundando no século IX e destinava-se a albergar Frades Beneditinos. A sua implantação obedeceu a critérios de isolamento.

Pitões de Júnias

Pitões de Júnias (2)Pitões de Júnias (3)

Com a extinção das ordens religiosas masculinas, em 1834, o seu último monge passou a exercer a função de pároco em Pitões.

Pitões de Júnias (4)

Na segunda metade do século XIX, um incêndio levou à ruína muitas das dependências conventuais.

O Mosteiro de Santa Maria das Júnias encontra-se classificado como Monumento Nacional.

Pitões de Júnias (7)

É possível fazer caminhadas para apreciar as belas paisagens à volta do mosteiro. Não o fiz, fiquei apenas pelas imediações do mosteiro.

Antes de regressar à vila do Gerês, dei um “pulinho” a Espanha, pois era logo ali…

Pelo caminho fui passando por dentro de terriolas, onde os habitantes locais, sentados à porta das suas casas, à espera que o tempo passasse, nos acenavam com um sorriso no rosto, por verem uma cara nova naquelas bandas…

E onde os animais circulavam livremente e naturalmente pelas estradas…

A caminho de Torneiros - 1º dia A caminho de Torneiros - 1º dia (2)

Cascata do Tahiti – Gerês

Sabia que a cascata do Tahiti não ficava muito longe da Cascata do Arado, depois de passar a aldeia de Ermida tinha que seguir em direcção a Cabril, e a cascata encontra-se junto a uma ponte…

Ao contrário da cascata do Arado, esta não se encontra sinalizada, só conseguimos achá-la porque vimos alguns carros estacionados, depois da ponte.

Já que o nosso amigo GPS não conseguia encontrar satélites, o que tornou a nossa tarefa ainda mais difícil, decidimos sair do carro e ver se a cascata era ali…  Num caminho escondido, entre silvas, encontramos as Tahiti 😀

Cascata do Tahiti (4)A designação correcta para estas cascatas é Fechas de Barjas, apesar de serem mais como conhecidas como Tahiti. Os habitantes locais não gostam desse nome e não o usam.

Se achei complicado descer até à Cascata do Arado, ainda não sabia o que me esperava nesta…

Cascata do Tahiti (7)Pode-se ficar pelas primeiras quedas de água, a descida não é complicada, e a vista é bastante bonita e também tem uma lagoa que permite o banho.

Cascata do Tahiti (6)

Cascata do Tahiti (5)

Mas claro que não me dei satisfeita em ficar apenas pelas primeiras quedas de água…

A descida não é fácil, é preciso descer com muito cuidado, pois o acesso é muito sinuoso e agreste, cheio de obstáculos pelo caminho.

Ao longo do caminho encontramos antigos moinhos, e podemos apreciar a bela paisagem que temos à nossa espera…

Cascata do Tahiti (8)Todos os esforços são recompensado quando chegamos ao fim da descida.

Cascata do Tahiti (9)

É, sem dúvida, as cascatas mais bonitas que já vi 🙂

Cascata do Tahiti (10)Esta queda de água termina numa calma lagoa, à volta encontram-se várias pedras grandes, onde podemos estender a toalha, ou simplesmente, admirar este belo cenário.

Cascata do Tahiti (3)Cascata do Tahiti (2)

Apesar da água estar gelada, era impossível não dar um mergulho naquelas águas cristalinas.

Cascata do Tahiti (11)Cascata do Tahiti

E fiquei o resto da manhã, a refrescar-me naquelas águas e a admirar tudo à minha volta.

Infelizmente o tempo passa demasiado depressa quando estamos a fazer algo que gostamos… Era hora de voltar à estrada, ainda havia muita coisa para ver nesse dia…

Quando saímos da cascata do Tahiti, encontrámos um parque de merendas com vista para o rio Arado.

Como de manhã, antes de abalarmos, fomos abastecer-nos de alimentos a um supermercado na vila do Gerês, decidimos que este era o local ideal para fazer um piquenique 🙂

Vista Almoço 1º dia (2)

Vista Almoço 1º dia

E havia melhor lugar para almoçar, do que este, com esta lindíssima paisagem?

Não trocava o local onde estava a almoçar por nenhum restaurante com estrela michelin 😉

Cascata do Arado – Gerês

O primeiro dia no Gerês estava inicialmente programado para começar em Pitões das Júnias, mas acabamos por nos perder e fomos dar à Cascata do Arado, e já que ali estávamos, tínhamos que aproveitar a visita!

Cascata do Arado (5)

Cascata do Arado (4)

Nós partimos da aldeia do Gerês, e seguimos as indicações do GPS, que acabou por nos confundir ainda mais… Sem querer, estávamos numa estrada sem qualquer movimento e foi mesmo por acaso que demos com esta cascata.

Mas o caminho mais fácil é partir da aldeia da Ermida, daí, seguir por uma estrada florestal até ao cruzamento que vai para a Pedra Bela. Depois encontra-se uma ponte, sobre o rio Arado, e está uma indicação, numa placa de madeira, para a Cascata.

Cascata do Arado (8)

Depois uma breve caminhada, encontramos um miradouro onde é possível ver a cascata.

Cascata do Arado (6)

Cascata do Arado (7)

Mas se for mais aventureiro e tiver calçado apropriado pode descer e chegar até perto da cascata.

E é claro que foi isso que fizemos 🙂

Cascata do Arado (2)

Mas, descer até junto da cascata não é das tarefas mais fáceis, dois amigos já tinham chegado junto da cascata enquanto eu e outro amigo ainda nem tínhamos começado a descer…

Cascata do Arado (9)Há vários arbustos no meio do caminho que dificultam a tarefa, a meio da descida o meu amigo ficou com a toalha presa numas silvas, e estava mesmo a ver que a toalha ou ele iam parar lá em baixo…

O meu parceiro de caminhada não ajudou a que a descida foi mais fácil, levou o tempo todo a reclamar e eu, atrás dele, a rir-me sem conseguir controlar-me. Fazer uma descida, com o abismo ao lado, sempre a rir não ajuda muito 🙂

Mas conseguimos chegar sã e salvos 🙂

Cascata do Arado

Apesar do difícil acesso é uma queda de água lindíssima, que valeu bem o esforço 🙂

Cascata do Arado (3)

A água cristalina é convidativa a banhos, mas mudei logo de ideias assim que a experimentei. Estava completamente gelada!

Braga

Comecei a visita a Braga pelo ex-libris da cidade, o Santuário do Bom Jesus do Monte.

Braga

O santuário encontra-se no cimo de uma colina.

No santuário podemos encontrar capelas, igreja, jardins, como também, uma esplêndida escadaria com mais de 600 degraus, adornada por estátuas e fontes.

Braga (2) Braga (3)

A subida até ao santuário pode ser feita através da escadaria, como também, pelo funicular. Este funicular tem a particularidade de utilizar o sistema de contrapeso de água, foi o primeiro a ser construído na Península Ibérica. Actualmente é o mais antigo do mundo em serviço, a utilizar este sistema ecológico.

Mas não utilizei nenhuma das opções descritas em cima, acabei por ir de carro… A preguiça e a falta de tempo falaram mais alto 😛

Braga (4) Braga (5) Braga (6)

No santuário existe uma área de mata, o parque do Bom Jesus.

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E as vistas sobre a cidade são soberbas.

Braga (9)

Depois de algum tempo no santuário, segui para o centro de Braga. O primeiro ponto de paragem foi a Sé.

Braga (10)

Sé de Braga

A Sé de Braga é a catedral mais antiga do país. Foi construída em 1070 e lá estão os túmulos de D. Henrique e D.ª Teresa, pais de D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal.

A arquitectura da Sé é muito rica, vale, sem dúvida, uma visita.

Segui caminho pelo largo S. Paulo de Braga, passando pela Nossa Senhora da Torre.

Braga (11)

Nossa Senhora da Torre

Um pouco mais à frente dei de caras com a Igreja de Santa Cruz.

Braga (13)

Igreja de Santa Cruz

No mesmo largo encontra-se a Igreja do Hospital de São Marcos.

A praça à frente destas igrejas estava em obras, por isso desmotivou-me um pouco de entrar nas igrejas, e segui caminho.

Braga (12)

Igreja do Hospital de São Marcos

Fui em direcção à praça da republica, onde se encontra o Convento dos Congregados, como outras igrejas.

Braga é sem dúvida uma cidade onde a religião está bem presente, e isso é visível pelas inúmeras igrejas que esta cidade possui. Por essa razão é que é considerada a “Roma Portuguesa”, onde as praças e igrejas abundam, tal como em Roma.

Braga (15)

Convento dos Congregados

Braga (14)

A visita em Braga foi breve, ficou o desejo de lá voltar com mais calma, para conhecer tudo mais ao pormenor… Mas ainda tinha alguns quilómetros pela frente, não havia mais tempo a perder…

Guimarães

O destino principal desta viagem é o Gerês, mas pelo caminho ficam duas cidades que queria bastante conhecer e já que ficavam pelo caminho, aproveitei para dar um “pulinho” a Guimarães e a Braga.

Depois de aterrar no aeroporto do Porto, fui levantar o MU (o carro) e segui para Guimarães, como cheguei bem cedo aproveitei para tomar o pequeno almoço numa pastelaria que tinha uma enorme variedade de bolos bem tentadores 🙂

Guimarães é um dos mais importantes destinos históricos do país. É considerada o “Berço da Nação”, pois aqui nasceu o primeiro rei de Portugal e, também foi neste local que se deram os acontecimentos mais marcantes que conduziram à independência de Portugal.

D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, escolheu esta antiga cidade romana como capital do Reino de Portugal, após a sua vitória na batalha de São Mamede, em 1128.

Guimarães foi classificada como Património Mundial pela Unesco, em 2001.

O primeiro contacto com esta cidade foi feito no centro histórico. E é um prazer, para os olhos, percorrer por estas ruas estreitas do centro, pois está preservado de uma forma exemplar.

Guimarães (6)No largo da oliveira podemos encontrar o Mosteiro da Nossa Senhora da Oliveira.

Esta igreja foi fundada por D. Afonso Henriques e restaurada no reinado de D. João I, para comemorar a sua vitória na batalha de Aljubarrota, em 1385.

Guimarães (9)Guimarães (7)Depois de uma breve caminhada pelo Largo da Oliveira fui parar à praça de Santiago. Esta praça tem uma casas encantadoras, muito bem preservadas.

Como fui muito cedo, a cidade estava praticamente deserta, e soube muito bem caminhar, sem rumo, por estas ruas.

Guimarães (8)Guimarães (10)Guimarães (12)

Guimarães (11)Fiz todo o centro histórico a pé, e é a melhor maneira de conhecer esta parte da cidade. Perdermos o tempo que for necessário a apreciar a bela arquitectura , os largos, e as suas ruas muito bem cuidados.

Guimarães (13)Guimarães (16)Guimarães (15)Guimarães (14)

Depois de percorrido todo o centro histórico, fui até ao Castelo de Guimarães. A partir do centro histórico é possível chegar ao castelo, facilmente, a pé. Eu não o fiz, porque o tempo que tinha disponível era escasso…

Guimarães (17)

Esta castelo viu nascer o primeiro Rei de Portugal, D. Afonso Henriques.

As muralhas ainda se encontram em muito bom estado de conservação.

Guimarães (23)

Guimarães (22)

O castelo encontra-se localizado no topo rochoso da colina Sagrada, em Guimarães.

Para aceder ao interior do castelo não é preciso pagar nada, mas para subirmos ao topo da torre é necessário pagar (já não me recordo qual era o valor), e subir umas escadas íngremes.

Acabei por não subir, estava bastante calor e fiquei a descansar um pouco as pernas, enquanto os meus companheiros de viagem subiram. Apesar de não ter visto, disseram-me que vale a pena subir, por causa da vista.

Guimarães (19)

Para terminar a visitar a Guimarães, fui até à Penha.

Há um teleférico que faz a ligação da cidade até à montanha da Pena. E foi o meio de transporte que utilizei, para subir e descer a Penha, paguei 4,30€, bilhete de ida e volta.

Guimarães (3)

Guimarães (24)

Apesar de não me ter sentido muito segura dentro de teleférico, correu tudo bem, e cheguei inteira ao topo da Penha 🙂

Lá em cima encontra-se o Santuário de Nossa Senhora do Carmo da Penha.

Guimarães (25)

Além do espaço de culto, existem restaurantes, hotel, parque de campismo, como também rotas pedonais pela montanha.

Depois de contemplada a vista panorâmica da cidade, no topo da Penha, almocei uma saborosa refeição num dos restaurantes disponíveis e segui viagem até Braga 🙂

Guimarães (2)Guimarães