Passadiço do Alamal

Há algum tempo que queremos fazer o percurso dos Passadiços do Paiva mas, para nós, não é propriamente perto (vivemos no Algarve) e acabamos sempre por adiar. Assim, quando descobri o Passadiço de Alamal, no concelho de Gavião, achei que era uma forma de colmatar a não ida aos Passadiços do Paiva.

Apesar de não ter a dimensão dos de Paiva, o Passadiço do Alamal foi uma agradável surpresa. É um tesouro pouco conhecido, mas sem dúvida que merece uma visita!

O percurso tem início na Praia Fluvial do Alamal e termina junto à ponte de Belver. É um percurso relativamente pequeno (4km, ida e volta), que se faz facilmente e sem grande esforço. Uma vez que não tem grandes desníveis, apenas um par de escadas, torna-o acessível a praticamente toda a gente.

É um percurso muito agradável de se fazer, sempre junto das margens do RioTejo, num percurso cheio de vegetação, e de brinde ainda temos uma vista privilegiada para o Castelo de Belver.

Alojamento

Nós decidimos pernoitar na Quinta do Belo-Ver, em Belver. Um alojamento bem perto do Castelo, que reunia algumas comodidades que apreciamos quando fazemos viagens em Portugal, como parque estacionamento privativo, piscina, ar-condicionado nos quartos e pequeno-almoço incluído (que era excelente por sinal).

Esta quinta, tem ainda de bónus uma vista fabulosa sobre o rio Tejo. E a piscina foi uma agradável surpresa, uma vez que a tivemos só para nós. Mais nenhum hospede usufruiu enquanto lá estivemos 🙂

Onde Comer

Na verdade não tínhamos muitas opções de restaurantes em Belver. No Tripadvisor só apareciam duas opções…e não queríamos “pegar” no carro para ir mais longe… Assim, decidimos ir ao restaurante “O Castelo”.

Como é dos poucos restaurantes por aqui, convém reservar. A comida é caseira e muito bem confeccionada, com produtos locais. O dono do restaurante é o cozinheiro, é muito simpático e bastante atencioso com os clientes. Lugar a repetir!

Monsaraz: A Vila, a Praia Fluvial, Alojamento e Restaurantes

Esta foi a nossa terceira vez em Monsaraz. Gostamos tanto deste lugar que não nos importamos nada de voltar. Apesar de já ter escrito um post sobre este local, nesta visita descobrimos vários sítios que acho que merecem ser mencionados.

Praia Fluvial de Monsaraz

O primeiro é a Praia Fluvial de Monsaraz, que se situa no centro Náutico de Monsaraz. Esta praia possui várias infra-estruturas que permitem passar um dia bem agradável, desde um parque de merendas, um parque infantil, assim como balneário e um bar/restaurante.

Além disso, tem áreas de relvado e de areal e também uma piscina flutuante, com zonas de banhos para crianças e adultos.

Em 2017, esta praia, recebeu o título de praia mais acessível, disponibilizando condições para que as pessoas com mobilidade reduzida possam usufruir, igualmente, de todo o espaço.

Passamos uma manhã e um início de tarde muito agradável por aqui, pelo que recomendamos bastante.

Alojamento

De seguida dirigimo-nos para a vila de Monsaraz. Ao contrário das outras visitas, desta vez ficamos alojados por aqui e a escolha recaiu na Casa da Tia Anica. Tem uma localização perfeita; fora das muralhas, o que permite encontrar um lugar para estacionar o carro com alguma facilidade, mas perto o suficiente para permitir aceder à vila a pé e rapidamente.

Outra das razões que nos fez escolher este alojamento foi o seu pátio interior, com uma vista soberba para o Alqueva, onde podemos, no final da tarde, descontrair e apreciar a vista.

Além disso tem todas as comodidades necessárias, desde WC, cozinha completamente equipada, TV, Wi-FI e Ar condicionado.

Restaurantes

Se pretendem fazer uma refeição em Monsaraz, principalmente no verão, aconselho a reservarem com alguma antecedência! Esta vila é bastante procurada e, dessa forma, os melhores restaurantes ficam logo sem vagas! Nós tentamos reservar nos “Sabores de Monsaraz“, que seria a nossa primeira escolha, mas quando ligamos já não estavam a aceitar reservas. Fomos para a segunda opção, a “Taverna Os Templários” e, com sorte, conseguimos uma mesa! O espaço é acolhedor e tem um terraço com uma vista soberba. A comida tipicamente alentejana é fantástica e o restaurante tem também uma boa selecção de vinhos.

Outro restaurante que recomendamos é o Xarez. Não fomos lá desta vez mas tínhamos experimentado na nossa última visita à vila. Na altura não fizemos uma refeição completa, e apenas pedimos uma sandes de presunto com queijo da serra, que estava divinal! E de bónus, tínhamos ainda uma vista espectacular.

A Vila

Monsaraz, na minha opinião, está entre as vilas mais bonitas do Alentejo. É difícil não ficarmos apaixonados por este pedacinho do nosso país: paisagens deslumbrantes, gente acolhedora, comida e vinhos fantásticos…

Aconselho a deixarem o carro fora das muralhas, pois lá dentro, além de ser difícil circular de carro é bastante complicado arranjar algum lugar para estacionar. E, este local vê-se bem é percorrendo a pé. Se visitar Monsaraz no verão, passe o dia na praia fluvial e visite a vila à tardinha ou no início da manhã, pois o verão aqui é muito quente!

O ponto mais emblemático de Monsaraz é o seu Castelo, que se encontra na extremidade oposta da Porta da Vila (entrada para as muralhas), mas até lá chegarmos caminhamos calmamente pelas ruas empedradas e fomos admirando as casinhas, os pormenores das ruelas e, acima de tudo, apreciamos a vista fantástica à nossa volta.

Percorremos a muralha até chegarmos ao Castelo, o ponto alto da visita a esta vila. Aqui podemos apreciar ainda melhor toda a vista, tanto para a Barragem do Alqueva, o maior lago artificial da Europa, como para a planície alentejana a perder de vista.

Junto à Igreja da Nossa Senhora da Lagoa, no local da antiga escola primária encontramos uma agradável surpresa, a loja de vinhos Ervideira. Nós, como amantes de vinho, decidimos entrar e fizemos uma fantástica descoberta! Numa sala fechada encontramos a loja, onde provamos alguns vinhos e acabamos por adquirir uma garrafa. Mas, a parte melhor acontece no terraço, onde é possível saborear um copo de vinho acompanhado com uma bonita vista para o Alqueva. Se não conhecem, experimentem o vinho “Invisível”. Trata-se de uma vinho branco, produzido com uvas tintas, da casta Aragonez. É excelente!

Para finalizar a visita, vale a pena deslocar-se até à Capela/Ermida de São Bento, que se encontra fora das muralhas da vila. Esta parte é pouco explorada e, dessa forma, com poucos turistas e, apesar da Capela encontrar-se ao abandono e em ruínas, vale a pena a ida para apreciarmos a vista panorâmica que se obtêm daqui é indescritível e mágica.

Montargil | O que visitar na região.

Apesar de Montargil não ter muitas atracções para ocupar o nosso tempo, podemos sempre fazer uma caminhada pelas margens da Barragem de Montargil. Se forem no verão, podem ainda usufruir das praias fluviais da zona.

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Não muito distante de Montargil, encontra-se Ponte de Sor, que é uma cidade muito agradável. Fizemos um pequeno passeio junto à zona ribeirinha, onde aproveitamos para apreciar a calmaria e a beleza do lugar.

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Outro lugar que recomendo a visita é ao Parque Ecológico de Gameiro, em Mora. A verdade é que descobrimos este lugar porque faz parte da área envolvente do Fluviário de Mora, o qual sinceramente, me desiludiu bastante.

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O Fluviário abriu as suas portas em 2007 e foi o primeiro aquário dedicado aos ecossistemas de água doce na Europa. Durante a visita podemos observar a fauna e a flora das espécies que lá habitam, como o Bordalo, a Cumba, a Carpa ou o Esturjão. Algumas destas espécies encontram-se em situações bastante vulneráveis e correm o risco de se extinguirem.

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A parte que mais queria ver era a das lontras, que se encontra na parte exterior do fluviário. Mas o género de aquário onde elas estão, estava de tal forma sujo que foi praticamente  impossível vê-las, o que me deixou muito triste. A parte exterior está muito mal aproveitada e com pouquissíma manutenção.

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As lontras são alimentadas às 12:45 e às 16:40, pode ser que nessa altura, as consigam ver um pouco melhor…

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E, quando demos por nós, já estávamos no final da visita, e ficamos literalmente a olhar um para o outro e a perguntar, “é só isto?!”

Achamos o preço demasiado elevado (7,20€/pessoa) para a infraestrutura e quantidade de coisas que nos oferece.

O Fluviário dispõe de uma cafetaria e de um restaurante, onde podemos fazer as refeições.

Não demos a viagem por perdida, porque aproveitamos e fomos apreciar a natureza no Parque Ecológico de Gameiro.

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Existe um passadiço, com 1.5Km de extensão (3Km, ida e volta), que segue junto da Ribeira da Raia. Aqui podemos fazer uma caminhada e apreciar a natureza e a calma que nos rodeia. 

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Aqui, e se o tempo permitir, pode ocupar o seu tempo na praia fluvial do Gameiro, que possui também um parque de merendas, uma Zona de Lazer e um parque de Arborismo. 

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Montargil| Hotel & Restaurantes

Com a pandemia instalada em todo o mundo, é muito provável que o regresso à normalidade das viagens para o exterior não chegue tão cedo, seja por quarentenas obrigatórias exigidas nos países de destino ou mesmo pelo simples receio de viajar… Dessa forma, acredito que a maior parte dos amantes de viagens optem pela máxima “Vá para fora cá dentro” e, assim sendo, vou escrever alguns posts sobre escapadinhas que fui fazendo pelo nosso belo país nos últimos anos, e que ainda não tinha escrito. Pode ser que de certa forma vos inspire 🙂

Nau Hotels Lago Montargil & Villas

Em Outubro passado tínhamos alguns dias de férias e precisávamos mesmo de descansar, por isso, aproveitamos a oportunidade para ir para um hotel que há muito estava na minha lista de lugares a visitar. Estou a falar do Lago Montargil & Villas.

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O Nau Hotels Lago Montargil & Villas é uma referência na zona, que se destaca pela sua qualidade de um hotel de 5 estrelas.Este hotel tem duas zonas distintas: um complexo de edifícios onde se encontram os quartos, assim como piscina interior, SPA, bar, ginásio e restaurante; a outra zona, localiza-se junto à lagoa da barragem de Montargil, e é composta por 11 villas náuticas com piscina privativa, as quais me deixaram a suspirar…

Apesar de não termos ficado instalados nas villas, o nosso quarto também nos deixou bastante surpreendidos pela positiva. Um quarto bem amplo, com uma casa de banho espaçosa  e uma varanda com uma vista impressionante, para os jardins e piscina.A cama era de extrema qualidade e conforto. Um pormenor que os quartos tinham e que para mim é bastante importante, é o blackout total das cortinas, não deixando entrar qualquer claridade no quarto. É algo que me incomoda quando durmo fora de casa, uma vez que a mais pequena claridade consegue perturbar o meu sono.

Existem diversos espaços exteriores, como piscinas rodeadas por centenas de palmeiras e vegetação, onde é muito agradável passear. Mas o ex-líbris deste hotel é a sua piscina infinita, que tem como pano de fundo a barragem de Montargil. Esta está localizada junto do clube náutico.A parte que mais aproveitamos neste hotel foi mesmo o SPA. Aqui encontramos um ambiente calmo e relaxante, onde dividíamos o nosso tempo entre o jacuzzi e a piscina aquecida, com zonas de hidromassagem. Também existe sauna e banho turco, mas não usamos, pois não somos muito fãs.

Para darmos continuidade à atmosfera relaxante, aproveitamos e fizemos uma massagem relaxante a dois. Teve uma duração de 50 minutos e soube pela vida aquele momento… Num ambiente completamente zen, acompanhado por uma música relaxante, saímos de lá completamente na nuvens. Recomendo!

O pequeno-almoço é das primeiras coisas que penso assim que acordo num hotel! Simplesmente adoro toda a variedade que temos ao nosso dispor e faz o meu apetite disparar! Quem é como eu?

E este não desiludiu nada, bem pelo contrário! Tinha uma enorme variedade, havendo opções para todos os gostos e feitios e, além disso, estavam sempre a repor as faltas. Além do pequeno-almoço é possível fazer as outras refeições aqui, pois o hotel tem à nossa disposição um buffet, assim como restaurante à carta. Mas, sinceramente, não somos muitos fãs de refeições nos hotéis, à excepção do pequeno-almoço. E estando nós no Alentejo, cuja gastronomia adoramos, fomos experimentar os restaurantes locais. (Mais pormenores dos restaurantes, no final do post).

Como hotel de 5 estrelas é normal os preços não serem os mais convidativos para todos os bolsos. Na época alta, o Lago Montargil & Villas chega facilmente aos 300€/noite. Mas a minha dica é irem nas épocas baixas, e nesse aspecto este hotel consegue balancear muito bem os seus preços consoante a altura. Nós, em Outubro (já considerada época baixa) pagamos cerca de 90€/noite.É um lugar muito agradável para passar uns dias, se o seu propósito for ter uns dias de sossego e relaxamento. Recomendadíssimo!

Restaurantes Montargil

– O Tropical

Indicaram-nos este restaurante no hotel, e também tinha consultado o Tripadvisor onde reparei que era o nr.º 1 em Montargil. Dessa forma, não pensamos duas vezes ao escolhe-lo para o nosso primeiro jantar na vila. E foi uma escolha acertada, pois é um restaurante com ambiente tipicamente alentejano. Fomos recebidos pelo proprietário de uma forma simpática e brincalhona, o que nos fez de imediato sentir-nos à vontade. Jantamos umas plumas, que vieram acompanhadas por migas e batatas fritas, e estavam divinais! Uma boa relação qualidade/preço.

Morada: Rua Heróis do Ultramar 24A, Montargil.

– Retiro do Mocho

Tínhamos visto no Tripadvisor que este restaurante tinha uma boa classificação, por isso decidimos vir cá jantar na nossa segunda noite em Montargil. Chegamos bem cedo e fomos os primeiros clientes a chegar para jantar. O atendimento foi bem simpático e a comida era bastante saborosa. Eu escolhi o bacalhau melhorado e o Sérgio foi para lombinho grelhado, e na altura, fomos avisados que ainda não tinham acendido as brasas, por isso ia demorar… E apesar de termos sido avisados, realmente a demora foi bastante… Quando a comida chegou, já estava naquele ponto da fome já ter passado… O que é realmente lamentável, pois a comida é bastante saborosa.

Morada: Foros do Mocho, Montargil.

Edimburgo: Dicas Práticas

Como Chegar a Edimburgo

É relativamente fácil e económico chegar à capital da Escócia, partindo dos aeroportos do nosso país. Várias companhias aéreas fazem esse percurso, mas nós optámos por voar com a Ryanair, a partir de Faro.

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Como Chegar ao Centro de Edimburgo desde o aeroporto

O Aeroporto de Edimburgo está localizado a cerca de 12 Km do centro da cidade e a melhor forma de lá chegar é através do TRAM. É rápido, (cerca de 30 minutos até ao centro), passa com bastante frequência, (entre 3 e 10 minutos), e funciona entre as 6:18 e as 22:48 Horas. Além disto é económico, pois o bilhete de ida custa 6 Libras, e Ida e Volta 8,5 Libras (Preços de Dez. 2019).

Os bilhetes podem ser adquiridos nas máquinas automáticas, que se encontram junto às paragens. As máquinas aceitam cartões de crédito e débito, assim como notas e moedas de 1 e 2 Libras. No entanto,  não dão trocos.

É necessário validar o bilhete antes de embarcar!

Existe também a hipótese de ir de autocarro através do Airlink 100, que também passa com muita frequência e é económico, mas ficamos um pouco condicionados pelo trânsito.

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Alojamento

Edimburgo é uma cidade cara e o alojamento é o que pode pesar mais no orçamento da nossa viagem. Para conseguirmos manter o nosso relativamente equilibrado, alugamos um apartamento e, dessa forma, conseguimos poupar alguma coisa em refeições.

Decidimos alugar um apartamento que fosse central, pois dessa forma não utilizamos transportes durante a estadia. Depois de alguma pesquisa encontramos este apartamento no AIRBNB.

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O anfitrião foi impecável, recebendo-nos pessoalmente, e deu-nos diversas dicas para tornar a nossa viagem mais especial. O apartamento era simples mas tinha todas as comodidades necessárias para uma viagem como a nossa. Existem várias serviços perto do apartamento, inclusive supermercados. Era relativamente central e tinha um preço acessível, comparando os preços praticados na cidade.

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Alimentação 

Assim como o alojamento, fazer uma refeição em restaurantes em Edimburgo é caro! Por essa razão fizemos praticamente todas as refeições no apartamento, expecto uma vez. Fomos ao OINK em Grassmarket, onde experimentamos uma sandes de porco simplesmente deliciosa. É relativamente barato, muito saboroso, e rápido, ideal para quando queremos fazer uma refeição sem perder muito tempo e não queremos ir ao Macdonald´s.

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Mercado de Natal de Edimburgo

Com o aproximar da quadra Natalícia, muitas cidades na Europa ganham mais brilho e encanto com os seus tradicionais Mercados de Natal, que invadem as suas ruas e praças. Apesar desta tradição ter sido iniciada no final da Idade Média na Alemanha, hoje em dia podemos encontrá-los um pouco por toda a Europa.

Quem me segue, sabe que adoro os Mercados de Natal e sempre que posso, nessa altura, marco uma viagem para a Alemanha. Mas há já algum tempo que queria experimentar visitar um mercado de Natal noutro país. Apesar de no ano passado ter ido a Estrasburgo, e de não ter adorado os seus Mercados, este ano queria ter uma experiência um pouco diferente.

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Dessa forma, este ano decidimos ir para Edimburgo, na Escócia, para conhecer o seu famoso “Christmas Market”, que se realiza entre meados de Novembro e princípios de Janeiro.

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Ao contrário dos mais conhecidos mercados da Alemanha, onde em cada praça existe um Mercado de Natal, em Edimburgo o Mercado encontra-se apenas num lugar: no Princess Street Gardens.

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Nesta altura do ano, o seu enorme jardim é invadido por inúmeras barraquinhas onde se pode encontrar desde comidas, bebidas, diversões e até artesanato variado, que pode ser uma excelente ideia para um presente de natal original.

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Mas o que distingue o Mercado de Natal de Edimburgo dos outros que já visitei é que tem várias atracções que, normalmente, apenas se encontram em parques de diversões. Desde a roda gigante, ao Carrossel, até a atracções mais radicais para os que gostam de adrenalina, há um pouco de tudo. Mas também tem várias diversões para os mais pequenos, e houve uma que achei particularmente interessante e que pode reunir toda a família: O labirinto de árvores de Natal.

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Nos anos anteriores havia uma pista de patinagem no gelo mas, este ano, infelizmente, cancelaram essa atracção. Não sei se nos mercados dos próximos anos a pista voltará… Mas podem manter-se informados de todas as novidades, através do site oficial ou do facebook.

Alias, esta altura do ano em Edimburgo é uma animação! Começa em meados de Novembro, com um grande evento com fogo de artifício quando as luzes de Natal da cidade se acendem, e estende-se até à primeira semana de Janeiro.

O Mercado tem entrada gratuita, e apenas pagamos se quisermos andar em alguma atracção. A compra dos bilhetes pode ser efectuada no site, ou no local, nos guichês próprios para o efeito.

Inicialmente estava um pouco receosa de ter uma desilusão com esta visita, pois sou fã incondicional dos Mercados Natal Alemães, mas fiquei agradavelmente surpreendida com a atmosfera que se vive no Mercado de Edimburgo. O ambiente é muito alegre e, tanto os locais como os turistas, estão em plena sintonia a apreciar toda a atmosfera natalícia que lá se sente.

Houve uma barraquinha que me conquistou logo de imediato. Tinha decorações de Natal personalizadas e podíamos escolher a decoração, dizíamos o que lá queríamos escrever e faziam a personalização na hora. Tinham as mais variadas temáticas, desde Casamento, primeiro filho, gravidez, animal de estimação, 1ª casa… Nós escolhemos este:  🙂

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Se também gostam de Mercados de Natal, considerem visitar Edimburgo nessa altura, pois com certeza não irão ficar desiludidos! 🙂

Informações:

Site Oficial: edinburghschristmas.com

Morada: Christmas Market – East Princess Street Gardens

Museu Nacional da Escócia | Edimburgo

O National Museum of Scotland é o museu mais visitado da cidade. E percebe-se facilmente porquê, pois é um museu divertido, interactivo, diversificado e bastante dinâmico.

Este Museu tem vários andares e muitas salas, com as mais diversas temáticas, desde Ciência, Reino Animal, Design, Transportes, História… Um pouco de tudo, e que consegue agradar praticamente a todos os gostos.

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Na realidade, não gosto particularmente de museus muito grandes, pois não gosto de “gastar” um dia inteiro de uma viagem dentro de apenas um Museu. Além do mais, chega a um ponto que começa a ser cansativo e desmotivador estar no mesmo lugar tanto tempo… Por isso, fui visitar o Museu Nacional da Escócia com um pé atrás, pois ele é enorme! Até tinha estudado o mapa do local (disponível no site oficial) e marcado os sítios que queria mesmo visitar, mas como se revelou tão interactivo, nem demos pelo tempo passar e fomos deixando-nos levar sala após sala…

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Estivemos lá cerca de 3 horas e, obviamente, não conseguimos ver tudo. No entanto, acabamos por ver  muito mais do que inicialmente tínhamos planeado.

A visita começa em grande, pelo  Hall central. Um lugar que deixa entrar muita luz natural, o que proporciona uma claridade e um bem estar ao ambiente. Em todos os andares é possível ter uma visão para o Hall central que é, sem dúvida, um lugar excelente  e lindo para tirar fotografias.

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Daqui, o difícil é escolher por onde começar… 🙂 Nós dirigimo-nos para uma sala de Ciência e Tecnologia. Trata-se de um local bastante interactivo, e parecíamos duas crianças a fazer todas as experiências e a testar as nossas aptidões nos inúmeros jogos que lá existiam.

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Ainda nesta sala encontramos a famosa ovelha DOLLY. Para quem não sabe trata-se do primeiro mamífero que foi clonado, com sucesso, a partir de uma célula adulta.

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Ainda no 1º andar, junto ao Hall Central, encontra-se o relógio Millennium que não podem deixar de assistir ao seu trabalhar! Infelizmente, nós não o conseguimos fazer, pois o mesmo estava em obras de requalificação… 😦

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Passamos por várias salas com a maior diversidade de temas, desde o Reino Animal até à Moda, sempre interactivo e interessante.

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Dentro do museu, existe um pequeno café e também um restaurante, assim como várias outras comodidades para tornar a visita mais prática e cómoda, como WC´s em todos os andares, banquinhos ao longo do museu para podermos descansar, e também um espaço de piquenique, onde é possível comermos algo que tenhamos trazido connosco.

Um dos lugares que não podem deixar de visitar é ao seu terraço, de onde obtemos uma vista espectacular sobre a cidade. E, se apanharem um dia limpo, (não foi o nosso caso), conseguem obter uma visibilidade bem abrangente de Edimburgo.

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Informações Práticas:

Horário: Diariamente, das 10 às 17 Horas

Entrada: Gratuita, mas doações são aconselháveis.

Morada: Chambers Street, Edimburgo

Site: http://www.nms.ac.uk/national-museum-of-scotland/

The Scotch Whisky Experience | Edimburgo

Os amantes de Whisky não podem deixar de visitar o The Scotch Whisky Experience“, que se encontra logo ao lado do Castelo de Edimburgo. Confesso que apenas inclui esta experiência no nosso itinerário, porque o Sérgio gosta imenso desta bebida, mas eu, que não aprecio nem percebo nada de whisky, também adorei a visita!

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Existem vários tipos de tours, que vão desde as 17,00£ até às 79,00£. Podem ver o que está incluído nas diferentes tours no site oficial (aqui).

Nós fizemos a “The Silver Tour”, que é a mais comum. Não reservamos os bilhetes antecipadamente e na altura que fomos (Novembro), não vimos grande necessidade de fazê-lo. Assim que adquirimos os bilhetes “embarcamos” de imediato nesta experiência.

A tour começa a bordo de um carrinho em forma de barril, e à medida que vai andando é-nos explicado como se processam as diferentes fases da produção do Whiskey, através de projecções nas paredes. A visita é acompanhada por um áudio guia que contém toda a informação em vários idiomas, inclusive em Português (de Portugal).

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Quando saímos do carrinho dirigimo-nos para uma sala onde assistimos a um vídeo sobre as diferentes regiões da Escócia que produzem esta bebida. A visita aqui é efectuada por um guia em Inglês, mas podemos utilizar o áudio-guia e ouvir a explicação no nosso idioma. Tivemos muita sorte com a nossa guia, pois ela era bastante divertida e entusiasta a explicar tudo, o que tornou a visita bem mais animada e emocionante.

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Na entrada para esta sala e-nos entregue um cartão com as várias regiões produtoras de Whisky, e cada uma tinha um cheiro característico. Então, a guia explicou-nos como saber diferenciar, através do aroma, em que zona é produzido um whisky, que pode ir do frutado até ao fumado…

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De seguida passamos para uma sala onde vamos escolher o whisky que queremos experimentar, com base na explicação que anteriormente nos tinha sido dada.  Antes de  nos dirigirmos para a última sala da visita, através de efeitos visuais, é-nos mostrado a “abertura” de um cofre de alta segurança onde nos é apresentado a Maior Colecção privada de Whisky do Mundo. No momento que o “cofre” é aberto, o Sérgio larga um sonoro “Ahhhhhhhhh” num timbre duvidosamente agudo, que ainda hoje a nossa guia deve lembrar-se, uma vez que comentou que tinha sido a reacção mais entusiasta a que já tinha assistido! #sempreaenvergonharadesgraçadinha 🙂

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A colecção de Whiskys está exposta em várias vitrines de vidro, e é realmente impressionante. Aqui ficamos alguns minutos a apreciar as garrafas, assim como a saborear a bebida que nos foi oferecida. O copo onde nos é servido a bebida, para degustação, é um presente. No final dão-nos uma embalagem de cartão para colocarmos o copo, e dessa forma, o mesmo ficar melhor acondicionado.

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Esta experiência teve uma duração de 50 minutos, mas podemos ficar no bar do Museu o tempo que quisermos.

A última passagem é pela Loja, mas a mesma encontra-se aberta a qualquer pessoa, mesmo para quem não fez nenhuma tour. Aqui podem encontrar à venda uma enorme variedade de whiskys (em tamanho normal, como em miniatura), assim como diversos souvenirs.

Informações:

Morada: The Royal Mile,354 Castlehill

Site: scotchwhiskyexperience.co.uk

Horário: Existem diferentes horários consoante o mês. Dessa forma é melhor consultarem o site (aqui)

Preço: 17 Libras Silver Tour. Consultem o site para conhecerem as outras experiências disponíveis, assim como os respectivos preços.

Edimburgo | Escócia

Edimburgo é a capital da Escócia e, apesar de ser uma cidade pequena, tem várias atracções fantásticas! Tem um dos castelos mais importantes do Reino Unido, vários museus interactivos e inovadores, e até a experiência de ver como são feitos e provar os famosos whiskys escoceses na sua terra de origem.

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Passear pelas ruas da Old Town, com os seus edifícios antigos, ficamos com a sensação de termos sido transportados para outra época. É uma verdadeira delícia passear pelas suas ruas estreitas e antigas e sermos surpreendidos pela música da gaita de foles.

Os mais conhecidos e principais pontos turísticos de Edimburgo estão concentrados na Old Town e, principalmente, na Royal Mile, que é a rua histórica mais importante da cidade, e que vai desde o Castelo até à Abadia de Holyrood. Esta rua está sempre lotada de turistas e na sua extensão é possível encontrar várias atracções da cidade, desde:

O Castelo de Edimburgo, que é a atracção mais visitada de toda a Escócia e um dos castelos mais importantes do Reino Unido, tendo por cá passado diversos monarcas ilustres, desde a Rainha Mary of Scots à Rainha Margaret, que mais tarde foi nomeada Santa. Entretanto o seu filho, o Rei David I, mandou construir a Capela Margaret, em sua homenagem. Actualmente é o edifício mais antigo de Edimburgo.

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Na realidade, o Castelo é um conjunto de vários edifícios como o Royal Palace, o National War Museum, Honours Of Scotland, entre muitos outros. O espaço é enorme e requer algum tempo para visitá-lo na totalidade.

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Se a sua ideia não for visitar o interior do Castelo, não deixe de lá ir, nem que seja apenas para admirar a vista fantástica, uma vez que o mesmo encontra-se numa das colinas mais altas da cidade.

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Logo a seguir ao Castelo encontra-se o Tartan Weaving Mill, que se trata de uma loja que é também uma atracção turística, onde podemos ver como é toda a produção dos famosos kilts, que são muito tradicionais aqui. A experiência é engraçada, e tinham por lá uns cachecóis de caxemira lindos que fiquei a roer-me por não ter comprado um…

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Mesmo à frente ao Tartan Weaving Mill encontramos o The Scotch Whisky Experience. Lá podemos conhecer toda a história do Whisky e ainda ver a maior colecção privada do mundo desta bebida. Se são fãs de Whisky é, sem dúvida, uma atracção a não perder. Nós fomos e adoramos! Vou contar todos os pormenores num próximo post.

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Bastante perto encontramos a Camera Obscura & World of Illusions, que me pareceu bastante interessante de visitar mas, infelizmente, já não tivemos tempo para fazê-lo.

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Ainda na Royal Mile encontramos a Catedral mais importante da cidade: a St. Giles. É bastante fácil de identificá-la, pois o alto da sua torre lembra a forma de uma coroa. O seu interior parece magnífico mas, infelizmente, quando lá passamos estava fechado e depois já não tivemos oportunidade de lá voltar.

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Afastando-nos um pouco da Royal Mile, mas ainda na Old Town, dirigimo-nos para a Grassmarket. Tratava-se de um mercado onde podíamos encontrar à venda cavalos e gado, e era também o local onde se faziam as execuções públicas. Actualmente encontramos aqui vários restaurantes e comércio diverso.

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Não deixem de passar pela Victoria Street e Victoria Terrace, que é, na minha opinião, um dos locais mais fotogénicos e bonitos de Edimburgo.

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Não muito distante daqui, encontramos a famosa estátua do cão que guardou o túmulo do seu dono durante 14 anos, até morrer: a Greyfriars Bobby.

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E mesmo ali ao lado encontra-se a The Elephant House, que é passagem obrigatória para os fãs do Harry Potter, pois foi aqui que J.K. Rowlins começou a escrever os primeiros esboços dos livros.

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Do outro lado da rua está o National Museum of Scotland. É um museu extremamente interessante e interactivo, onde existem várias salas sobre os mais diversos temas: Reino Animal, Ciência, Transportes, História… Gostei tanto deste museu que vou fazer um post com mais detalhes sobre ele. E o melhor de tudo é que a sua entrada é gratuita. 😉

Os jardins do Princess Street separam a cidade velha da cidade nova.  Trata-se de um enorme parque, com belos jardins, mas na altura que lá fomos (e por isso é que lá fomos nessa época) estava a decorrer o famoso mercado de Natal, pelo que grande parte do jardim foi invadido por barraquinhas de comida e artesanato, assim como várias atracções e divertimentos.

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Um dos principais destaques deste parque é o Scott Monument, construído em homenagem ao escritor escocês Sir Walter Scott. É possível subir para obter uma vista da cidade, sendo a entrada paga.

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Mas um dos locais onde se obtêm uma das melhores vistas da cidade é sem dúvida, o Calton Hill. Se apanharem um dia bom (não foi o nosso caso) a vista é completamente desafogada. Ainda nesta colina podemos encontrar vários monumentos: National Monument of Scotland, o Observatório e o Dugald Stewart Monument.

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Ainda na New Town não deixem de passar pelo museu Scottish Nacional Portrait Gallery, nem que seja apenas para admirar o seu belíssimo interior.

Sem dúvida que Edimburgo superou as minhas expectativas e deixou-me o “bichinho” de lá voltar e explorar toda a Escócia 🙂

Dicas práticas de Cracóvia e como conciliar viagem a Auschwitz e Minas de Sal Wieliczka

Como Chegar a Cracóvia

A Ryanair voa para Cracóvia a partir de Lisboa e do Porto, mas como achava os preços pouco low cost, decidi abranger a pesquisa também ao aeroporto de Sevilha. Como somos do Algarve, e a distância da deslocação para Lisboa ou Sevilha é a mesma, decidimos embarcar em Espanha uma vez que os preços eram bem mais simpáticos.

Como chegar ao centro de Cracóvia desde o aeroporto

O aeroporto de Cracóvia está localizado a cerca de 17 quilómetros do centro da cidade. Para lá chegar ou voltar para o aeroporto através de transportes públicos, podemos utilizar comboio ou autocarro. Nós optamos pelo comboio.

Comboio:  A estação encontra-se junto ao terminal. O comboio funciona das 04H00 às 23h30 com uma frequência de +/- 30 minutos, e a viagem tem uma duração de cerca de 20 minutos.

O bilhete de “Kraków Airport” para “Kraków Glówny” (estação principal) tem um custo de PLN 9 (2€/ preços em Maio/19) e pode ser adquirido nas máquinas situadas no terminal do aeroporto, que aceitam moedas, notas e cartões.

Como ainda não tínhamos Zloty (Moeda local), fizemos o pagamento dos bilhetes através do cartão Revolut, pois se tivéssemos utilizado o cartão multibanco português tínhamos pago uma taxa maior do que o preço do bilhete.

Dica: Há um carrefour à saída da estação de comboios (Nas Galerias Krakowka), e é uma boa opção para fazer logo algumas compras se estiverem hospedados num apartamento.

Alojamento

Escolher um alojamento central é uma óptima opção para não utilizar transportes durante a estadia. Nós escolhemos o Flower Residence, pois gostamos mais de ficar em apartamentos. Não é dos mais centrais, mas em cerca de 10/15 minutos a pé chega-se ao centro, tendo uma óptima relação qualidade-preço.

Como se deslocar

Se a localização do seu alojamento for central não precisará utilizar transportes para visitar Cracóvia, pois os principais pontos de interesse encontram-se relativamente perto uns dos outros e é bastante fácil fazer essas deslocações a pé. Apenas se pretender visitar os Campos de Concentração de Auschwitz ou as Minas de Sal Wieliczka é que terá que utilizar um meio de transporte para lá chegar, uma vez que ficam a alguma distância de Cracóvia.

Restaurantes

A gastronomia na Polónia é muito boa e tem um preço bastante acessível. Durante a nossa estadia fomos a alguns restaurantes e provamos alguns pratos típicos:

Fomos ao U Babci Maliny onde, além do serviço normal no andar de baixo, na parte superior funciona como um género de take-away.  Aqui escolhi a comida mais típica da Polónia: Pierogi. Pedi um prato onde havia três tipos diferentes de Pierogi e, apesar de ser saboroso, como eram fritos achei demasiado enjoativo…

No dia em que passeamos pelo Bairro Judeu, fomos ao Polakowski. O espaço é bem pequeno, mas a comida é bastante saborosa e económica. Aqui pedi um prato tradicional judaico: Tcholent, que é um género de feijoada com carne, batata e cevada e que estava delicioso! O Sérgio pediu um Schniztel de porco que também estava maravilhoso, e ainda pedimos Pierogi. Desta vez não eram fritos, e adorei!

No último dia decidimos almoçar pela feirinha que estava a acontecer na praça principal, pois o tempo estava magnífico e só apetecia estar numa esplanada. Dividimos uma espetada de carne que também estava deliciosa, mas foi a refeição mais cara que tivemos na Polónia!

Como conciliar uma viagem a Cracóvia com Minas de Sal e Auschwitz

Quem visita Cracóvia, normalmente, quer conciliar uma visita às Minas de Sal, em Wieliczka, e ao Campo de Concentração de Auschwitz.

O ideal será ficar 4 dias completos: 2 dias e meio em Cracóvia, uma manhã ou tarde para as Minas de Sal e um dia completo para Auschwitz.

Apesar de ser possível visitar Auschwitz e as Minas de Sal no mesmo dia, eu não recomendo, pois fica bastante cansativo e, além do mais, fica com pouquíssimo tempo disponível em cada sítio e acaba por não ver nada.

As Minas de Sal de Wieliczka ficam a 12 Km de Cracóvia e é fácil lá chegar através de de comboio, autocarro ou Uber (Podem ler o artigo completo sobre as minas e como lá chegar aqui).

Por sua vez, os campos de concentração de Auschwitz encontra-se a cerca de 70 Km de Cracóvia, também é possível lá chegar através de comboio ou autocarro. Como ainda é uma distância considerável e por questões práticas, decidimos fazer a visita aos campos de concentração através da empresa GetYourGuide. Mas podem ler o artigo completo sobre Auschwitz e como lá chegar aqui).