Budapeste: Dicas Práticas

Este será o último post sobre Budapeste e vou reunir algumas dicas práticas sobre a cidade (além daquelas que já foram mencionadas neste post.)

  • Hotel

Os requisitos para a escolha do hotel em Budapeste, como em qualquer outro lugar, foram a localização, que tivesse WC privado, que fosse minimamente confortável e que tivesse um óptimo custo x benefício. Inicialmente pensamos em alugar um quarto no Easyhotel, pois somos fãs do conceito. Mas continuei a pesquisar, tanto no Booking como no Airbnb, e encontrei um apartamento que preenchia todos os nossos requisitos e por isso decidimos reservar.

O apartamento é este. Infelizmente esqueci-me completamente de tirar fotografias ao sítio, como habitualmente faço.

Existem três apartamentos para alugar, em prédios residenciais, mas todos em diferentes localizações. Apesar de serem muito próximos uns dos outros, tenham em atenção esse pormenor. Assim que reservamos recebemos um e-mail do hotel com a localização exacta do apartamento, como lá chegar e outras informações importantes.

Uns dias antes de chegarmos a Budapeste enviamos um e-mail a confirmar a reserva e a hora de chegada. Mas como decidimos apanhar um comboio um pouco mais cedo do que inicialmente estávamos a pensar, no caminho enviámos um sms a questionar se era possível alterar a hora de chegada ao que responderem prontamente, informando que não havia qualquer problema (Como é um prédio residencial não existe recepção, temos que aguardar que venham ter connosco para nos entregar a chave). Fomos recebidos por um rapaz super atencioso e simpático, que nos mostrou todos os pormenores do apartamento e deu-nos várias dicas sobre a cidade.

O apartamento era pequeno mas não sentimos necessidade de mais pois tinha todas as comodidades necessárias para que tivéssemos uma estadia confortável. A cozinha era completamente equipada, tinha fogão com forno, micro-ondas, chaleira, diversas loiças.

Ficou aprovadíssimo!

  • Transportes Públicos

O metro de Budapeste é o segundo mais antigo do mundo. A linha M1 começou a funcionar em 1896 e foi declarado Património da Humanidade pela UNESCO, em 2002.

Mesmo que não pretendam utilizar transportes públicos durante a vossa estadia em Budapeste, não podem perder a oportunidade de andar, nem que seja apenas uma vez, por uma das linhas de metro mais antigas do mundo.

O metro de Budapeste é pequeno, tem apenas três linhas. É também barato! Nós compramos um bloco com 10 bilhetes na estação de comboios quando chegamos à cidade e deu-nos para toda a viagem. O bloco com os 10 bilhetes custou-nos 3000 HUF (cerca de 10€), e também podem para ser usados nos autocarros públicos.

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É necessário validar o bilhete antes de entrar na carruagem. À entrada das estações existem máquinas onde devemos colocar os bilhetes para serem carimbados, com a data e hora. E guarde o bilhete até o final da viagem, pois é bastante comum haver fiscalizações durante o trajecto e as multas são pesadas! Apesar de termos andando pouco de metro fomos fiscalizados uma vez.

  • Como ir para o Aeroporto

É muito simples e económico deslocar-se para o Aeroporto de Budapeste. Apanhamos a linha de metro M3 (Azul) até a estação Kobánya-Kispet, que é a última da linha e, assim que saímos da carruagem começamos a ver placas com indicações para o Aeroporto. Ao segui-las, encontramos o Autocarro que nos leva até lá. O Autocarro é o 200E, e deixa-nos mesmo junto à porta das partidas😉

Todo este trajecto leva cerca de uma hora. Utilizamos dois bilhetes (um para o metro, outro para o autocarro) do bloco de 10 bilhetes que tínhamos comprado no primeiro dia e, assim sendo, gastamos cerca de 2€ para chegar ao aeroporto😉

Cada bilhete unitário custa 350 HUF (cerca de 1,15€), por isso façam contas e vejam se não lhes compensa mais comprar o bloco com os 10 bilhetes para usarem em transportes públicos durante a vossa estadia.

  • Câmbio

Nós não chegamos a trocar dinheiro, pois fizemos o cambio ainda em Portugal e o dinheiro que levamos chegou perfeitamente para todas as despesas que lá fizemos. De qualquer forma, existem casas de câmbio espalhadas por toda a cidade pelo que não terão problemas em trocar dinheiro. Em muitos sítios podem pagar em Euros e, inclusive, vimos máquinas multibanco que permitiam escolher levantar HUF´s ou Euros!

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Itinerário de 2 dias em Budapeste

Como mencionei no post anterior, devido ao mau tempo que apanhamos no primeiro dia, tivemos que alterar um pouco os planos que tínhamos, apesar dos ajustes conseguimos ver praticamente tudo o que inicialmente tínhamos planeado.

1º Dia

Levamos todo o dia no lado Peste da cidade. Como estávamos hospedados na avenida Andrássy decidimos explorar as redondezas, inicialmente pensamos ir para o Museu do Terror, mas como nos pareceu que não ia chover nas próximas horas decidimos explorar a cidade, enquanto o tempo nos permitisse.

Começamos pela Sinagoga de Budapeste, que é a maior da Europa e a segunda maior do mundo.

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Esta zona era cercada com um muro e uma cerca de arame, para impedir as pessoas de saírem. Era um espaço isolado com pouco ou nenhum acesso a comida e combustível para aquecimento no inverno. E era daqui que eram seleccionadas as pessoas que iam ser deportadas para os campos de concentração. Em apenas oito meses a população de Judeus em Budapeste caiu de 200 mil para 70 mil pessoas, por conta das mortes e das deportações para Auschwitz.

Seguimos em direcção à Avenida Váci Utca, mas antes de embrenharmos por esta avenida, passamos pela Ponte Elizabeth que proporciona uma vista muito bonita para o Castelo de Buda.

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Vale a pena passear por esta zona, pois a arquitectura dos prédios é lindíssima e  muito interessante.

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No final da rua Vací Utca encontra-se o Mercado Central de Budapeste (Vásárcsarnok) que é o principal mercado da cidade. É bastante agradável passear pelo mercado pois é um espaço bem amplo e organizado. Aqui podemos encontrar frutas, legumes, carnes, souvenirs, a famosa paprika, entre outros…

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Antes de sairmos desta zona, passamos a ponte Liberdade, que fica mesmo ao lado do mercado.

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Depois de algumas fotografias dirigimo-nos para o Museu do Terror. Neste museu podemos encontrar retratados as monstruosidades que os judeus viveram durante o período nazi, no século XX. Mas podem ler mais pormenores sobre a minha visita ao museu aqui.

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Como já passava da hora de almoço e parecia que uma tempestade estava prestes a desabar decidimos ir para o nosso apartamento e almoçamos por lá. Pouco depois de chegarmos ao apartamento desmoronou uma tempestade enorme!

Apesar da chuva decidimos passar o resto da tarde nas termas Széchenyi. Podem ler mais sobre esta fantástica experiência aqui😉

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2º Dia

Felizmente no segundo dia completo na cidade o tempo sorriu-nos e nada de chuva, e ainda fomos brindados com um belíssimo dia de sol🙂

Como estávamos hospedados muito próximo da Avenida Andrássy fomos caminhando ao longo da avenida até chegarmos à Basílica de São Estevão. Mas até lá chegarmos fomos apreciando a que é a considerada a avenida mais bonita da cidade, repleta de residências elegantes, lojas caras e também da belíssima Opera.

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img_0787A Basílica de São Estevão é a maior e mais importante igreja da Hungria. O seu nome é uma homenagem ao primeiro rei Húngaro, que se tornou Santo após a sua morte.

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Esta basílica é imponente, tanto por fora como por dentro. O seu interior é lindíssimo e repleto de ricos pormenores, desde o seu altar majestoso, às pinturas até aos vitrais. A entrada para a basílica é gratuita. Se quiserem entrar devem ter algum cuidado pela forma que vão vestidos, não é permito entrar de calções, saia, ou grandes decotes. O Sérgio como estava de calções não entrou, apesar de não ter visto ninguém a fiscalizar e de ter visto algumas pessoas dentro da igreja de calções, mas fica a dica😉

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Daqui seguimos para o impressionante Parlamento. Este imponente prédio foi concluído em 1902 e na altura era considerado um dos maiores Parlamentos do mundo, sendo apenas superado pelo Parlamento Britânico.

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É possível visitar o interior do parlamento, através de visitas guiadas, mas é necessário comprar o bilhete com antecedência, pois os mesmos são limitados e esgotam-se rapidamente. Nós decidimos não visitar o interior, pois devido ao percalço do primeiro dia (mau tempo), apenas tínhamos este dia para explorar a cidade, por isso não queríamos perder muito tempo em filas de espera…

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Mas ficamos completamente siderados pela arquitectura e pelo tamanho deste magnífico Parlamento. É simplesmente assombroso e deslumbrante, impossível não estarmos sempre a contemplá-lo.

Muito perto do edifício do Parlamento existe um memorial do Holocausto. Trata-se do “shoes on the Danube Bank” e consiste em vários pares de sapatos de ferro, que simbolizam os judeus assassinados na cidade durante a segunda Guerra Mundial. Os Judeus eram obrigados a retirar os seus sapatos e depois eram alvejados à beira do rio, para que caíssem ao rio gelado e os seus corpos fossem levados com a corrente…

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Completamente arrepiante!

Nesta zona também temos uma vista privilegiada para o lado Buda de cidade, mais concretamente para o Castelo.

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dscn3723Atravessamos a Ponte das Correntes, que é a ponte mais famosa e antiga da cidade, pois foi a primeira ponte a ligar Buda a peste.

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Apanhamos o funicular para a chegarmos ao Castelo de Buda. Podem ler mais pormenores sobre o Castelo aqui.

Junto ao Bastião dos Pescadores existe uma escadaria que nos permite descer a colina e chegar à margem do Rio Danúbio e ficarmos mesmo de frente ao magnífico Parlamento.
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Antes de darmos por terminado o nosso dia decidimos voltar a Mercado Central de Budapeste para comprarmos alguns souvenirs para amigos e familiares, por isso caminhamos sempre junto ao rio e apreciamos as magnificas vistas que a cidade nos ofereceu.

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Como tivemos que alterar os nossos planos devido ao mau tempo que apanhamos no primeiro dia, houve certas coisas que não conseguirmos ver, como a Praça dos Heróis, o Parque da Cidade e assistir ao por do sol a partir da Cidadela.

Por isso, acho que temos que regressar a Budapeste🙂

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Banhos Termais de Széchenyi – Budapeste

No primeiro dia completo em Budapeste tivemos algum azar com o tempo, pois choveu torrencialmente durante toda a noite e também durante o dia, e até fomos brindados com fortes trovoadas.

Por essa razão tivemos que alterar os planos que tínhamos para esse dia. Durante a manhã ainda conseguimos conhecer um pouco da cidade e na hora de almoço fomos para o Museu do Terror mas, a seguir, começou a chover imenso e não sabíamos o que fazer… Tínhamos ido almoçar ao apartamento que alugamos na esperança de o tempo melhorar mas nem sinal da chuva dar tréguas… Começamos a ver as hipóteses que tínhamos disponíveis e, a maior parte das coisas que queríamos visitar eram ao ar livre! Mas estávamos em Budapeste e não sabíamos se íamos voltar a ter a oportunidade de visitar a cidade, pelo que não era a chuva que nos ia estragar a viagem… Assim, decidimos que íamos passar o resto da tarde nas termas Széchenyi.

E não podíamos ter tomado melhor decisão, pois simplesmente adoramos a experiência! É sem dúvida um dos lugares obrigatórios a visitar numa ida a Budapeste.

As Termas de Széchenyi são o maior complexo deste género na Europa. Inaugurado em 1931 e ampliado em 1927, actualmente conta com 15 piscinas interiores e 3 exteriores.

Piscinas Interiores

Piscinas Exteriores

As termas são abastecidas por fontes termais, de origem vulcânica, com temperaturas entre os 60 e os 76º, e as piscinas mantêm a sua temperatura acima dos 30º, seja verão ou inverno, mesmo ao ar livre.

Nós pouco aproveitamos as piscinas interiores porque estivemos a maior parte do tempo nas piscinas exteriores. E como estava a chover muito quando chegamos, as piscinas exteriores estavam praticamente sem ninguém, o que nos permitiu usufruir o espaço na sua plenitude. E foi, sem dúvida, uma experiência única  sentir a água fria da chuva a cair enquanto relaxávamos numa piscina com a água bem quente.

As piscinas exteriores quando chegamos

Quando adquirimos o bilhete deram-nos uma espécie de pulseira, que nos permitiu aceder ao interior do complexo e às cabines, onde trocamos de roupa.

No interior de complexo existem várias piscinas, serviço de sauna, massagens, bar e restaurante. No exterior existem três piscinas. No centro, a piscina de natação onde só é permitido entrar com touca e cuja água tem uma temperatura de cerca de 26º; existe também uma piscina termal com água a 38º e outra com água entre os 32 e os 34º. Quando lá fomos uma delas estava fechada, para manutenção.

Piscina de Natação

Quando saímos das termas sentiamo-nos tão, mas tão relaxados que mal conseguíamos andar. Era mesmo o que estávamos a precisar depois de vários dias sem qualquer descanso🙂

Em Budapeste existem outros banhos termais, dos quais se destacam os do Hotel Gellert e os de Rudas, os mais antigos, ambas na outra margem do Danúbio.

Como chegar

A forma mais fácil de chegar a Széchenyi é de metro. Através da histórica linha M1 do metro de Budapeste chega-se lá facilmente, descendo na penúltima estação (Széchenyi Fürdo) ficamos mesmo junto às termas.

Preços

Existem vários preços, para o fim-de-semana, para o dia todo, para apenas metade do dia, com ou sem cabine. Consultem o site das termas para mais pormenores.

Ah, e não se esqueçam de levar chinelos, toalha, touca e, claro, o fato de banho! Eles também tem estes itens para alugar (caso se esqueçam), mas é bem mais higiénico e barato levarmos as nossas próprias coisas😉

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Castelo de Buda

Hoje vou escrever sobre o lugar que mais gostei em Budapeste, o Castelo de Buda.

Para subir até ao Castelo utilizamos o Funicular, mas pode fazer-se este trajecto a pé, sem qualquer dificuldade. Muito provavelmente vão encontrar uma fila enorme para aceder ao funicular, mas vale a pena esperar um pouco, pois a subida é bem interessante e de bónus temos uma vista linda, para o lado de Peste.

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O que chamamos de Castelo de Buda (Várhegy) é na verdade o Palácio Real (Királyi-palota) e foi a casa de vários Reis da Hungria. Começou a ser construído em 1308, mas foi sendo remodelado, destruído e reconstruído ao longo dos anos. A versão actual é de 1896, e foi dividida em dois museus; Galeria Nacional Húngara e Museu da História de Budapeste. Neste último podemos encontrar a história da cidade desde a idade média até aos dias actuais, incluindo a história do Castelo de Buda.

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Ao chegarmos lá acima não sabemos se apreciamos o palácio, se a vista para a cidade… Daqui temos uma panorâmica privilegiada para o Rio Danúbio e para o Parlamento.

DSCN3831Budapeste é realmente muito fotogénica, especialmente a vista de Buda para Peste e é praticamente impossível não estarmos sempre a tirar fotografias em especial se o dia estiver tão bonito como estava quando lá fomos.

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Ainda no distrito do Castelo encontra-se uma das igrejas mais conhecidas de Budapeste, a Igreja Mathias. Foi construída entre 1255 e 1269, no mesmo local onde uma igreja antiga foi destruída em 1241. Tem este nome em homenagem ao Rei Mathias, que nela se casou duas vezes.

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A Igreja toda branca por fora contrasta com o seu telhado super colorido, e torna-se um monumento lindissímo.

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Em frente à igreja há um monumento chamado Bastião dos Pescadores, um conjunto de sete torres que homenageiam as sete tribos Magiares que fundaram a Nação Húngara. Esta zona é uma das mais fotografadas da cidade e não é para menos, pois daqui temos umas das vistas mais fantásticas sobre Peste e o Danúbio.

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Este lugar é super concorrido, está sempre lotado, mas com um pouco de paciência conseguimos um momento sem ninguém a “estragar” as fotografias.

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Existem zonas no Bastião dos Pescadores, onde só é possível aceder se pagarmos e, apesar de não ter ido a essa parte, acredito que a vista não seja muito melhor do que nos outros locais gratuitos do miradouro… Além do mais numa das torres, a mais distante, há um café onde é possível entrar e apreciar as vistas.

Antes de dar por terminada a visita ao Castelo de Buda fiz questão de ir à coffee house mais antiga de Budapeste, o café Ruszwurm, que fica junto à Igreja Mathias. Tinha lido que serviam a melhor apfelstrudel de sempre, por isso, aproveitámos para descansar um pouco e lá fomos nós à procura do café. O lugar é bastante concorrido e quase não conseguimos mesa, mas vale muito a pena… E sim, o apfelstudel é delicioso. Ainda hoje fico com água na boca quando penso nele!!!🙂

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A entrada para o Castelo e para toda a área externa desde os pátios aos jardins, é gratuita mas, se quisermos visitar os museus ou a Igreja, o pagamento é feito à entrada dos mesmos.

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Por fim, descemos pelo Bastião dos pescadores e apreciamos as casas antigas, as ruas estreitas e as igrejas do bairro do Castelo, até chegarmos junto ao Rio Danúbio e obtermos uma vista super hiper mega lindíssima do Parlamento.

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O lado de Buda foi a parte que mais gostei da cidade não só pela vista para o Rio e o Parlamento, mas também pelo charme da sua arquitectura que a torna mais luminosa e genuína.

Informações: 

Funicular: 07:30 – 22:00 Hrs / Preço: 1200HUF Ida, 1800HUF Ida e Volta

Igreja Mathias: 09:00 às 17 Hrs / Preço: 1500HUF Igreja, 15000HUF Acesso à torre.

Museu da História de Budapeste: 10:00 às 18:00 Hrs Encerra às Segundas / Preço: 2000HUF, 800HUF Licença para Fotografias.

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Museu do Terror

A Hungria teve um passado negro e é impossível percorrer as ruas de Budapeste sem pensar na sua história…

Durante a Segunda Guerra Mundial a Hungria apoiou a Alemanha e, com a derrota nazi, passou um mau bocado nas mãos dos Soviéticos. Aproximadamente um terço dos 250 000 Judeus da cidade faleceram durante a ocupação nazi. A cidade ficou muito danificada quando foi tomada pelo Exército Vermelho.

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Se apreciam História e querem saber um pouco mais sobre este tema, têm que ir ao Museu do Terror. Mas, aviso já, é preciso ter estômago para visitá-lo… Apesar de já ter visitado um campo de concentração e a topografia do horror, em Berlim, tocou-me bastante o que presenciei aqui.

O prédio que acolhe o museu foi escolhido a dedo. Foi a sede do quartel general do partido nazi, em 1944. O Museu do Terror está muito bem conseguido. Aqui podemos encontrar, de uma forma bastante impressionante, toda a história sobre um dos capítulos mais tristes da vida do país.

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Na primeira sala em que entramos levamos logo um murro no estômago, ao visualizarmos um vídeo onde estavam a assassinar inúmeros Judeus a sangue frio e os seus corpos a serem largados em valas comuns… Ao ver aquilo logo na primeira sala percebi que esta visita não ia ser fácil…

O museu é dividido em quatro andares, onde podemos ver fotos, vídeos, objectos e depoimentos, sendo todas elas demasiado pesadas. No andar inferior, podemos encontrar as celas solitárias e de interrogatório, originais, que foram utilizadas há 50 anos.

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O museu é bastante esclarecedor e realista, pelo que é praticamente impossível não ficarmos arrepiados e desconfortáveis ao ver tudo aquilo que se passou num passado que não é assim tão distante…

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Em todas as salas estão disponíveis folhas em Inglês com a descrição completa das informações.

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Não é permitido tirar fotografias no interior do museu. Todas as fotos do interior aqui colocadas, foram retiradas do site do museu.

No exterior do edifício, se olharmos para cima, vimos duas placas de aço a sair de cada um dos lados do telhado com a palavra TERROR. Também no exterior podemos ver algumas fotos das vítimas do holocausto.

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Morada: Andrássy út 60, Budapeste

Horário: 10 às 18 Hrs. Encerra às segundas-feiras.

Preço: 2000 HUF

Site: www.terrorhaza.hu/en

 

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Budapeste

Budapeste era a cidade que mais expectativas tinha nesta viagem. A sua rica arquitectura, a sua impressionante história… e quanto mais lia mais empolgada e ansiosa ficava para conhecer Budapeste. Mas, e parte-me o coração confessar isto, não fiquei apaixonada por Budapeste! É verdade… Não quero com isto dizer que não seja uma cidade linda, que o é, com um belíssimo e impressionante edifício do parlamento, com as suas magníficas pontes a atravessar o rio Danúbio, com o seu sublime castelo… São só alguns pretextos para se encantar por Budapeste. Mas, sinceramente fiquei com aquela sensação que fosse encontrar mais do que encontrei… Talvez a expectativa tivesse demasiado alta, talvez o cansaço que já se fazia sentir não tivesse ajudado a descobrir os encantos da cidade, talvez o mau tempo que apanhamos no primeiro dia, que nos alterou vários planos, não tivesse ajudado, ou talvez, visitar qualquer outro sítio logo a seguir a Viena (da qual fiquei completamente apaixonada) não seja a melhor ideia, pois vão haver sempre comparações e, apesar de serem duas cidades completamente distintas, é inevitável fazermos comparações quando fazemos uma viagem do género que fizemos (visitarmos várias cidades europeias numa só viagem).

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O que achava que ia sentir por Budapeste foi o que senti por Viena, ficar completamente arrebatada com tanta beleza  junta… Mas com isto tudo não quero dizer que não gostei de Budapeste, muito pelo contrário, adorei, apenas estava à espera de mais, é o que faz as expectativas elevadas…😛

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É impossível não gostarmos de uma cidade, que em tempos já foi duas cidades, de um lado Buda e do outro Peste, separadas pelo rio Danúbio. Esta união só aconteceu em 1873 e daí nasceu Budapeste.

No lado Peste encontramos o lado moderno, agitado com vários bares e restaurantes e muitas lojas e onde podemos encontrar o magnífico parlamento.

Do outro lado, no alto da colina, deparamo-nos com Buda onde podemos encontrar o seu castelo, as suas construções góticas e muita história.  Foi a parte que mais gostei da cidade, o lado Buda, muito charmoso com muitos edifícios lindíssimos e uma vista impressionante para o lado Peste.

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Nos próximos dias vou publicar alguns posts sobre os lugares que mais gostei em Budapeste, assim como o itinerário de dois dias na cidade😉

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Bratislava

Quando começamos a organizar a nossa Eurotrip, apesar do foco principal ser Praga, Viena e Budapeste, decidimos logo de imediato inserir Bratislava, na Eslováquia, no nosso roteiro. Já que estavamos alí tão perto não podíamos perder a oportunidade de passar por um novo país e conhecer uma nova cidade… E apesar de a visita ser só de passagem, pois apenas demos um “pulinho” de algumas horas quando íamos a caminho de Budapeste, valeu bastante a pena e a cidade surpreendeu-nos bastante.

A Eslováquia é um país bem recente, até 1992 a Eslováquia e a República Checa formavam a  Checoslováquia. Só a partir de 1 de Janeiro de 1993 o país tornou-se independente.

Bratislava é a capital do país. É uma cidade relativamente pequena que em poucas horas consegue-se ver o mais importante.

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Assim que chegamos à estação Central de Comboios, Hlavaná Stanica, fomos procurar o local onde podíamos deixar a nossa bagagem durante a nossa visita pela cidade e de seguida fomos comprar os bilhetes de comboio para Budapeste, com horário em aberto, assim podíamos visitar a cidade calmamente sem o stress de a determinada hora termos que ir embora para apanhar o comboio. Depois de tratarmos de todas as burocracias, começamos a visitar Bratislava.

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É possível ir da estação de comboios até ao centro de autocarro, mas a distância não é muito grande, por isso decidimos ir a pé.

O primeiro ponto de paragem foi o Grasslkovich Palace, local onde reside o presidente do país. Não é possível conhecer o interior do palácio, mas é possível visitar os seus jardins.

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Seguimos em direcção ao Michalská brána, que é um dos quatro portões que davam acesso à Cidade Antiga de Bratislava. Hoje em dia esta é a única porta medieval preservada da cidade.

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Seguimos para a praça principal da cidade, a Hlavné Nám.

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DSCN3431É uma praça ampla, com diverso comércio, desde restaurantes, cafés, lojas… É uma praça muito fofa e charmosa, com os seus prédios muito bem preservados.

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Nesta praça e nas ruas que lhe dão acesso encontram-se as estátuas que caracterizam esta cidade:

Na Hlavné Nám encontra-se um soldado apoiado num banco.

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Na rua Rybárka Brána encontra-se o Schöne Nazi, que terá vivido em Bratislava no início do século 20. Doente mental, vestia-se sempre com trajes velhos, mas elegantes, e cumprimentava todas as pessoas com seu chapéu – o que originou a pose em que foi imortalizado.

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Na rua Panska encontra-se o Man at Work.

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Ainda procurei a estátua do Paparazzi mas não consegui encontrar😦

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Junto à praça principal existe uma outra praça mais pequena, onde se encontra o Palácio Primacial (Primaciálne Námestie), sede da Câmara Local.

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Daqui seguimos até à Praça Hviezdoslav, nesta praça encontra-se o Teatro Nacional.

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Como a fome começava a apertar decidimos encontrar um restaurante para almoçar e a escolha recaiu no Flag Ship.

A entrada para o restaurante em sí é um pouco confusa, depois de passarmos por vários salões sem ninguém para nos orientar, ao ponto de pensarmos que a entrada para o restaurante não era alí… Finalmente chegamos ao restaurante.

O espaço é enorme e tipicamente decorado.

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Eu sabia perfeitamente o que queria comer, queria experimentar o Bryndzové halušky, que é o prato mais tradicional do país. É basicamente um gnocchi de batata servido com queijo de ovelha e bacon frito. E estava simplesmente delicioso!

DSCN3465O Sérgio experimentou um género de um schnitzel recheado com queijo e fiambre, e também estava muito saboroso.

E a cerveja?! Divinal, com esta refeição conseguimos beber dois litros de cerveja… (Só bebi meio litro, o restante foi o Sérgio que tratou do assunto :P).

Além de termos sido muito bem servidos, o melhor de tudo é que a refeição saiu muito em conta.

Completamente “empanturrados” de comida e cerveja achamos que era melhor “desmoer ” tudo aquilo e continuar o nosso passeio pela cidade…

Seguimos em direcção à Igreja de Santa Elizabeth, mais conhecido como a Igreja Azul.

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Seguimos andando junto ao Danúbio a avistarmos o UFO, um observatório que abriga um luxuoso restaurante.
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É possível subir ao UFO para contemplar a vista da cidade, mas nós acabamos por não fazê-lo.

A ideia era seguir em direcção ao Castelo de Bratislava, que fica situado no cimo de uma colina, mas estava um calor tão sufocante (e tanto eu como o Sérgio não toleramos muito o calor) que achamos que ia ser uma subida bem sofrida, por isso decidimos não o fazer…

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Se ficamos arrependidos? Não! Apesar de adorar Castelos, o Castelo de Bratislava não é típico Castelo que estamos habituados a ver… E pelo que tinha lido e visto não perdemos muito, o que lá tem de melhor é mesmo a vista sobre a cidade. Além do mais era segunda-feira, e o interior do castelo encerra às segundas, por isso, não sabíamos se íamos conseguir obter uma vista boa, estando o Castelo encerrado…

E como tínhamos gostado tanto do centro da cidade, decidimos apenas “perder-nos” pela ruas do centro e explorar um pouco mais a cidade…

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Bratislava foi uma adorável surpresa e não nos arrependemos nada de termos feito este desvio a caminho de Budapeste…

Dá para ver o essencial em poucas horas, por isso, podem fazer um bate-volta a partir de Viena, ou fazer como nós, uma paragem a caminho de Budapeste🙂

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O apartamento em Viena

O apartamento que alugamos na nossa estadia em Viena foi feita através do AirBnb. Foi a primeira vez que utilizámos o site e estamos um pouco receosos, porque já tínhamos lido alguns comentários negativos em relação ao site… Mas a diferença de preços em relação aos hotéis e apartamentos que vimos no booking eram bastante diferente e por isso decidimos arriscar.

E ainda bem que o fizemos, foi o melhor apartamento que ficamos na nossa Eurotrip. Em relação a tudo, comodidades do apartamento, a disponibilidade do anfitrião, a localização e o preço!

Ficamos neste apartamento e o anfitrião é o Pascal. Quando alugamos o apartamento o anuncio do mesmo estava há poucos meses no site e por isso não tinha muitos comentários (que é um dos factores que devem ter em consideração quando alugam um apartamento através do AirBnb), mas os que tinha todos davam um óptimo feedback.

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O Pascal mostrou-se sempre bastante disponível, antes e durante a nossa estadia, respondendo a todas as nossas dúvidas numa questão de minutos. Tivemos um pequeno problema com o fogão e logo de imediato ele resolveu a questão.

Apesar do apartamento ser pequeno tinha tudo o era necessário para uma estadia cómoda. Tinha um pequeno fogão, uma máquina de café Nespresso, uma torradeira, chaleira, utensílios de cozinha e também alguns coisas básicas para cozinhar, desde sal, pimenta, azeite, açúcar… Só achei que devia ter um microondas.

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Além do mais tinha certas comodidades que não estávamos à espera, desde a Netflix, diversos Dvd´s com séries e filmes, por isso as nossas noites foram passadas em grandes serões de filmes e séries (quando não me deixava dormir logo a seguir ao jantar :P)

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Na rua há um supermercado muito próximo do apartamento, onde fizemos todas as compras das nossas refeições, mas está fechado ao domingo (aliás como quase todo o comércio em Viena) e como não sabíamos ficamos sem pão fresco para o pequeno-almoço de segunda🙂

Também existe uma linha de metro muito próxima do apartamento, mas nós fizemos diversas vezes o percurso até ao centro da cidade a pé e faz-se tranquilamente.

Recomendo este apartamento e os comentários falam por si… Numa próxima viagem a Viena já sei onde vou ficar😉

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Restaurante Figlmüller – Viena

O nosso primeiro dia na cidade de Viena coincidiu com o dia do meu aniversário, por isso, queria ir jantar a um sítio especial e de preferência provar algo típico.

Depois de pesquisar um pouco descobri que o Schinitzel era um dos principais pratos típicos da Áustria e também vi que um dos restaurantes que melhor serve este prato, em Viena, era o Figlmüller.

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Praticamente um mês antes de viajar estava a consultar o site do restaurante quando descobri que dava para fazer a reserva online. Tal não foi o meu espanto quando verifiquei que para o dia que eu queria (o dia do meu aniversário), alguns horários já estavam esgotados… Por isso, não pensei mais e decidi reservar logo, e apenas consegui reserva para as 9 da noite… Recebi de imediato um e-mail com a confirmação, que tive que imprimir e apresentá-lo no restaurante.

Actualmente existem dois restaurantes Figlmüller, muito próximos um do outro. O primeiro abriu as suas portas em 1905 e devido ao seu enorme sucesso abriram o Figmüller Bäckerstrabe em 2001. E foi neste último que consegui a reserva.

Quando lá chegamos estava uma fila enorme à porta do restaurante, mas como tinha reserva passei à frente das pessoas que estavam à espera… Por isso, aconselho vivamente a fazerem a reserva com antecedência, se não querem ficar muito tempo à espera de uma mesa😉

Obviamente que o prato que escolhemos foi o Schinitzel original. O Schinitzel é basicamente um panado gigante, que pode ser de carne de porco ou vaca.

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Estava delicioso, mas é mesmo enorme, não consegui terminá-lo, e eu costumo ter bastante apetite😉

O prato de Schinitzel não traz nenhum acompanhamento, se quisermos temos que pedir à parte. Nós escolhemos arroz, e também estava muito bom.

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Para sobremesa queria experimentar uma sobremesa típica de Viena, a sachertorte, mas infelizmente já não tinham.

Por isso, escolhemos uma espécie de petit gâteau com chantilly. Uma autêntica bomba calórica, mas estava super deliciosa.

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Foi a escolha acertada para comemorar o meu aniversário. O atendimento foi óptimo, o ambiente super agradável e o melhor de tudo foi mesmo a comida!

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Quando chegamos ao apartamento vi que tinha um e-mail do restaurante a agradecer a visita e um questionário para classificar a qualidade do serviço prestado.

Uma viagem a Viena não fica completa sem experimentar um Schinitzel, e o melhor sítio para o fazer é no Figlmullër e apesar de não ser um restaurante económico, o atendimento e qualidade da comida compensam o facto de gastarmos um pouco mais.

Site: www.figlmueller.at/en/

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Viena: Itinerário de dois dias

1º dia

Dois dias é realmente pouco para conhecer Viena, mas era o que tinha disponível, por isso tentei aproveitá-los da melhor forma e tentei conhecer o máximo possível no tempo que tinha disponível.

O primeiro dia em Viena foi simplesmente fantástico, superando todas as minhas expectativas e deixando-me completamente rendida e apaixonada por esta lindíssima cidade.

Mesmo junto ao nosso apartamento encontrava-se um parque, o Stadtpark, bem grande que durante o fim de semana ganhou ainda mais viva, como o tempo convidava a sair, o parque ficou cheio de pessoas a fazer piqueniques, a passear, a fazer a fotossíntese ou apenas para assistir a actuações de músicos que estavam lá a tocar.

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Iniciamos a nossa visita à cidade na belíssima Catedral de São Estevão, que se encontra no coração da cidade, na Stephansplatz.

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E logo aqui vimos como o passado e o pressente convivem em plena harmonia. Mesmo em frente à Catedral encontra-se o hotel de luxo, bem moderno, DO & CO.

Subimos à torre sul da catedral e obtivemos uma das melhores vistas da cidade, podem vem mais pormenores e fotos aqui.

Quando saímos da Catedral seguimos pela rua Graben e admiramos as impressionantes fachadas dos prédios, até chegarmos à Catedral de São Pedro (Peterskirche).

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Daqui “perdemo-nos” pelas ruas que circundam a Stephansplatz. Da rua Kolmarkt demos de caras com o Palacio Hofburg, aqui também podemos encontrar várias lojas luxuosas, desde Gucci, Burberry, Armani, Cartier, Tiffany & Co., entre muito outras… Numa das ruas próximas também encontramos lojas, que definitivamente não são para a minha carteira, Yves Saint Laurent, Prada…

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Depois de andarmos um pouco sem rumo, apenas a tentar absorver tanta beleza que estava à nossa volta (e que não era pouca), fomos parar, sem querer, à Neuer Markt, uma praça muito simpática com uma fonte no centro.

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Daqui seguimos em direcção ao palácio Hofburg. Depois de termos visitado o palácio (mais pormenores da visita aqui) seguimos em direcção ao Volkgarten onde fizemos uma pequena pausa para descansar um pouco e almoçar.

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Mais um lugar que me deixou de queixo aberto… Um parque extremamente bem cuidado, com muitas flores e vários sítios onde podemos sentar para relaxar e apreciar este belíssimo parque.

Caminhe calmamente e admire tudo o que este parque tem para oferecer…

Depois de descansarmos um pouco no Volksgarten passamos pelos Rathaus (Câmara Municipal) e pelo Parlamento.

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Seguimos para a Maria-Theresien Platz, onde se encontram os museus Naturhistorisches Museum e o Kunsthistorisches Museum, um de frente ao outro.

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A ideia inicial era entrarmos em pelo menos um dos museus, mas estávamos tão fascinados pela cidade e estava um dia tão bonito que decidimos aproveitar o máximo possível a cidade.

Muito perto daqui encontra-se o Museumsquartier (quarteirão de museus). É um complexo com vários museus com um pátio interno repleto de bancos convidativos ao relax.

DSCN3131Adorei a energia deste espaço, praticamente todos os bancos estavam ocupados (e não eram poucos) com pessoas a ler, a beber uma bebida, a conversarem ou simplesmente a relaxar.

Depois de termos ficado a viver o ambiente do local seguimos um pouco sem rumo, apenas nos “perdendo” pelas ruas e deslumbrarmo-nos como o que íamos encontrando inesperadamente.

Sem querer fomos parar ao Museu Albertina.

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Que tem uma vista privilegiada sobre a Ópera de Viena.

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E assim demos por terminado o primeiro dia inteiro em Viena, completamente rendidos e apaixonados por esta cidade.

2º dia

O segundo dia começou no Palácio que foi residência de verão dos Habsburgos, o Schönbrunn. (Vejam mais detalhes do palácio aqui.)

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Quando saímos daqui apanhamos o metro e seguimos em direcção a outro palácio, o Belvedere.

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Ficamos deslumbrados por este palácio e pelos seus jardins (mais pormenores e fotos aqui.)

Saímos caminhando até chegar à Karlskirche (Igreja de S. Carlos Borromeu).

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Esta igreja foi construída entre 1715 e 1737, em honra de São Carlos Barromeu, como forma de agradecimento por este ter libertado Viena da peste epidémica em 1713.

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Depois do almoço seguimos em direcção ao museu de Freud.DSCN3347

Trata-se da casa que Freud viveu durante 47 anos e onde se localizava o seu consultório, até que foi obrigado a deixar a sua casa em 1938, para fugir do nazismo, e instalar-se em Londres.

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Cadeira de Freud

Apenas alguns objectos e móveis são os de origem, uma vez que tudo o resto foi transportado quando ele se mudou para Londres.

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Sala de Espera do Consultório

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Sinceramente fiquei um pouco desiludida com o museu, estava à espera de mais… Pensei que houvesse mais informações sobre o seu trabalho.

Saí de lá com a sensação que não aprendi muito, o que não é muito bom sinal quando se visita um museu.

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Morada: Berggasse 19, Viena

Preço: 10€

Horário: 10 às 18 hrs, de Segunda a Domingo.

Muito perto do Museu de Freud encontra-se a Catedral Votivkirche.

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Vale a pena passar por lá para apreciar a linda arquitectura gótica desta catedral.

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Finalizamos o nosso dia no parque de diversões mais antigo do mundo, o Prater. (Mais pormenores do parque aqui).

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Desculpem a quantidade de fotografias, mas foi-me quase impossível fazer uma seleccção das centenas de fotos que lá tiramos e também queria que tivessem uma noção de como a cidade é linda!

Viena é uma cidade que respira arte, um museu a céu aberto com belíssimas construções, jardins lindos e muito bem cuidados e palácios exuberantes. Se estão na dúvida se devem ou não visitar Viena, não pensem duas vezes, façam as malas e apanhem o primeiro avião para lá😉 Foi um lugar tão especial que já estou a ponderar um regresso, talvez para um mercado de Natal😀😛

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