Quinta da Regaleira – Sintra

Na minha opinião a Quinta da Regaleira é um dos locais mais românticos, mais enigmáticos e mais surpreendentes que Sintra pode oferecer.

A Quinta da Regaleira foi residência de verão da família Carvalho Monteiro, entre 1848 e 1920. António Augusto Carvalho Monteiro, um brasileiro riquíssimo de ascendência portuguesa decidiu adquirir esta quinta para criar o seu lugar de eleição.

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Quando adquirimos o bilhete de entrada é-nos entregue um mapa da Quinta. Não o percam porque vai dar muito jeito, pois o jardim é enorme e é muito fácil perdermo-nos por lá!

Apesar do Palácio da Regaleira ser o edifício principal desta Quinta, são os seus jardins os grandes protagonistas da visita e é aí que se encontra toda a magia e esoterismo.

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No enorme jardim podemos encontrar lagos, grutas, túneis subterrâneos, poços, torres, esculturas… é o inicio de uma viagem para um mundo de imaginação.

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Existem vários túneis, o que permite percorrer a quinta por debaixo da terra devido às ligações existentes entre eles. É aconselhável levar uma lanterna (ou o telemóvel) porque  lá dentro não há luz e a visibilidade é quase nula!

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É bastante interessante e misterioso percorrer estes túneis pois nunca sabemos ao certo o que vamos encontrar pelo caminho, nem onde vamos sair…

Um dos que mais gostei de fazer foi o Portal dos Guardiões, que nos leva a uma das entradas para o Poço Iniciático que é uma das imagens mais conhecidas da Quinta da Regaleira.

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O Poço Iniciático, ou a “Torre Invertida”, afunda-se a cerca de 27 metros no interior da terra, com acesso através de uma monumental escadaria em espiral. Acredita-se que aqui se faziam rituais relacionados com o esoterismo.

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A melhor forma de apreciar a grandiosidade desta obra, é percorrer um dos túneis que dão acesso à base do poço e ir subindo os degraus até ao topo.

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Não deixem de passar pelo Lago da Cascata, que pode passar despercebido aos mais distraídos por se encontrar um pouco escondido. Aqui temos que caminhar sobre umas pedras que se encontram ao longo do lago, para conseguirmos aceder ao túnel! Simplesmente mágico! 🙂

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Depois de percorrer todo o jardim deixamos para o final a visita ao Palácio. Aqui podemos encontrar diversas salas com uma decoração da época e algumas explicações sobre a história da Quinta.

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Uma das áreas que mais me impressionou aqui dentro foi a sua biblioteca. Junto às prateleiras o chão é em espelho, o que cria uma ilusão de óptica e dá a sensação que as prateleiras são infinitas!

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Informações Úteis:

Horário: 1 Abril a 30 Setembro – 09:30 às 20:00 Horas / 1 Outubro a 31 Março – 09:30 às 18:00 Horas

Preço: Adultos 6€. Desconto para crianças, idosos e estudantes.

Para os munícipes a entrada é gratuita aos domingos.

Morada: Quinta da Regaleira, 2710-567 Sintra

Site: http://www.regaleira.pt/default.aspx

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Roteiro de um dia no Porto

Já tinha ido ao Porto duas vezes, mas foi sempre de passagem. Da primeira vez o foco principal foi fazer o passeio de barco pelo Douro (2011) e da segunda, a viagem tinha como protagonista o Gerês (2012). Mas ficou sempre o desejo de voltar ao Porto para conhecer melhor a cidade.

Como em Outubro tinha uns dias de férias e não tinha nada planeado “agarrei” na minha mãe e rumamos à Cidade Invicta.

Começamos o dia bem cedo e cerca das 8 da manhã já estávamos a sair da estação de metro do Bolhão. Andamos sempre a pé e as únicas vezes que utilizamos os transportes públicos foi para ir e vir do aeroporto.

A primeira visita do dia foi à Capela das Almas, na Rua de Santa Catarina. Esta impressionante igreja com o seu exterior todo forrado a azulejo, representando os passos da vida de São Francisco e de Santa Catarina é um dos ícones da cidade do Porto.

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Entrada: Gratuita

Horário: 7:30-13:00/15:30-19:00

Muito próximo da igreja encontra-se um dos locais mais emblemáticos da cidade, o Mercado do Bolhão. Aqui podemos encontrar produtos alimentares como frutas, legumes, carnes, peixes, e até souvenirs.

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Seguimos para a Avenida dos Aliados, que é considerada o centro da cidade do Porto. Os seus imponentes edifícios tornam-na numa das mais bonitas e conhecidas da cidade.

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Fizemos uma pequena pausa num dos cafés desta avenida para tomar o pequeno-almoço.

Caminhamos até a Igreja de Santo Idelfonso. À semelhança da Capelas das Almas esta igreja também tem a fachada decorada com azulejos.

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Morada: Praça da Batalha

Horário Seg.: 15-18hrs

Entrada Gratuita

Acabamos por não entrar nesta igreja pois quando lá passamos estava fechada. Continuamos o passeio e “perdemos-nos” pelas ruas estreitinhas da cidade e apreciamos mais de perto a arquitectura portuense.

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De seguida entramos na Estação de São Bento. Esta estação já foi considerada uma das mais belas do mundo. E não é de admirar tal reconhecimento, pois o seu átrio encontra-se decorado com belíssimos azulejos que representam alguns dos momentos mais importantes da história de Portugal.

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De seguida fomos para um dos monumentos religiosos mais importantes da cidade: A Sé do Porto.

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Na praça onde se encontra a Sé, o Terreiro da Sé,  obtemos uma vista privilegiada para a cidade.

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Não querendo ficar apenas pelo exterior deste monumento, decidimos entrar. O interior da igreja é de acesso gratuito, mas não deixem de adquirir o bilhete que dá acesso ao claustro.

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Trata-se de uma zona simplesmente magnífica onde podemos encontrar fantásticos painéis de azulejos do século XVIII que revestem as galerias, assim como um acervo de arte sacra.

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 Morada: Largo do Terreiro da Sé

Horário: 09:00 – 19:00 Hrs/ Museu e Clastros: 09:00-18:30/ Missa:11Hr

Preços: Igreja grátis / Claustros: 3€

A poucos metros da Sé encontra-se o tabuleiro superior da Ponte Luís I. Decidimos atravessar a ponte a pé, para apreciarmos as vistas magníficas da cidade. Infelizmente o tempo não estava a colaborar connosco e começou a chover com mais intensidade.

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Depois de atravessarmos a Ponte Luís I caminhamos até chegar às margens do Rio Douro, do lado de Vila Nova de Gaia.

Tiramos as fotos praxe dos barcos Rabelos e da Ponte e, como já estávamos a ficar com fome, decidimos procurar um sitio para almoçar.

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Optamos por regressar ao Porto, mas desta vez usando o tabuleiro inferior. Descobrimos um restaurante típico, onde entramos para almoçar uma francesinha (Obviamente)! Mas não estava nada de especial, já comi francesinhas bem melhores :/

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Depois do almoço caminhamos calmamente junto à zona ribeirinha do Porto e apreciamos toda a beleza daquele local.

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De seguida fomos para o Palácio da Bolsa mas, infelizmente, não conseguimos visitá-lo. O processo é extremamente complexo, fazendo muito pouco sentido. Não são permitidas visitas livres, obrigando sempre à presença de um Guia, cujo idioma é determinado consoante as marcações que estão efectuadas. Quando lá chegamos, as duas próximas visitas seriam em línguas que não iríamos compreender… Supostamente seria possível fazer marcação por e-mail, algo que tentei, não tendo obtido qualquer resposta.

Fiquei mesmo com imensa pena de não ter visitado o Palácio da Bolsa mas, pelo menos, já tenho um bom pretexto para voltar ao Porto 🙂

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Com a nossa visita frustrada, seguimos até à Torre dos Clérigos. Entramos e  visitamos a sua igreja (que é gratuita). Se lá forem subam à Torre, pois dizem que a vista é espectacular! Além do dia estar chuvoso, também achei que a subida ia tornar-se demasiado cansativa para a minha mãe pois ela já não tem 30 anos…

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Próxima paragem: Livraria Lello. Aquando da minha primeira visita ainda não se pagava entrada mas, concordo plenamente com essa decisão pois a maior parte das pessoas que lá iam não chegavam a comprar nada. Mas sendo assim, esperava que fosse  tudo mais organizado, o que não aconteceu… Colocamo-nos na fila junto à entrada da livraria mas, quando chegou a nossa vez, disseram-nos que os bilhetes tinham que ser adquiridos do outro lado da estrada… E não havia nenhuma indicação nesse sentido…

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Os bilhetes eram adquiridos aqui

Adquirimos os bilhetes, esperamos novamente na fila e lá entramos! Mas havia tantas, mas tantas pessoas lá, que era impossível desfrutar do belíssimo edifício.  Foi bastante frustrante. Agora que a entrada passou a ser paga, deveria também haver um controlo mais rigoroso sobre o numero de pessoas que entram de cada vez, para não se tornar tão caótico como estava! Espero sinceramente que não seja sempre assim, senão vão sair de lá muitos turistas desiludidos.

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A entrada é 3€, mas esse valor pode ser descontado na compra de um livro. Foi o que fiz!

Seguimos para a Igreja das Carmelitas. Esta belíssima igreja tem na sua fachada lateral a sua principal atracção, sendo toda ela revestida em painéis de azulejo onde está ilustrada a lenda da fundação da ordem das Carmelitas.

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Horário: 07:30às 19 Hrs

Entrada: Gratuita

Antes de voltarmos para o aeroporto fizemos uma paragem no Macdonald´s da Avenida dos Aliados, que foi considerado um dos mais bonitos do mundo, para lanchar e descansar um pouco das longas horas de caminhada.

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Apesar de cansativo, foi um dia muito bem passado e divertido. Ficou o sentimento de saudade mesmo antes de irmos embora.

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Museu da Carris

Há imenso tempo que o Sérgio me dizia que gostava de visitar o novo museu da Carris. Como eu nunca lá tinha ido, aproveitamos um fim de semana que passamos em Lisboa e que não tínhamos nada combinado, lá fomos nós!

Desde 1872 que a Carris presta um forte contributo para o crescimento de Lisboa. A empresa de transportes públicos tem vindo a acompanhar a evolução da cidade desde então.

Ao visitarmos este Museu realizamos uma viagem no tempo através do vasto espólio disponível. Desde fotografias, uniformes, títulos de transporte, elétricos e autocarros, entre muitos outros documentos e objectos de grande interesse histórico.

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Fizemos o trajecto para o Núcleo II (que é o mais interessante, na minha opinião) num eléctrico de 1901. E não estava nada à espera, foi surreal! Só esta viagem valeu a visita ao museu 🙂

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No Núcleo II encontra-se em exposição viaturas que fizeram a história da empresa (carro americano, eléctricos e autocarros).

Carro Americano

Carro Americano

Carro Americano

Em 1873 a Carris inaugurou o seu serviço ao público com viaturas de transporte urbano a tracção animal deslocando-se sobre carris.

Apelidados, pela gíria, de “Americanos”, eram puxados por dois animais. A entrada em circulação do serviço de carros eléctricos, em 1901, conduziu à sua total extinção.

Ilustrando um dos modelos desaparecidos, a réplica que se encontra no museu foi integralmente construída nas oficinas da Carris, com base num projecto datado de 1886.

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Electrico nr.º 444

Entre Maio e Junho de 1901 entraram em funcionamento os primeiros carros eléctricos fechados que integraram a frota da Carris, num total de 75, de “grande conforto e elegância” para a época, com janela de caixilhos envidraçados, guarnições interiores de madeira trabalhada a baixo-relevo, cadeiras interiores reversíveis forradas com tecido de palha entrançada e uma pintura exterior muito bem acabada.

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Foram numerados de 401 a 474. Eram conhecidos por “São Luis”, devido à sua proveniência de fabrico, a fábrica americana St. Louis Car, Cª. e, a partir de 1952, foram sendo progressivamente abatidos ao serviço.

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Esta parte é bem interactiva, sendo possível entrar na maioria dos veículos, sentarmo-nos nos lugares dos passageiros, assim como no do motorista.

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IMG_0392É um museu bem interessante e que vale uma visita! Eu adorei conhecer um pouco mais da história da Carris, assim como ter entrado em eléctricos e autocarros que estão fora de circulação há muitos anos!

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Informações Úteis:

Morada: Rua 1º Maio nr.º 101, Lisboa

Horário: Segunda a Sábado 10 às 18 Horas. Aos sábados encerra das 13 às 14 Horas. Encerrados aos Domingos e Feriados.

Preço: 4€/ Adulto

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Amesterdam ID Aparthotel

A hospedagem em Amesterdão é cara! Apesar de termos reservado com antecedência, todos os hotéis que encontrei não ficavam por menos de 80€/noite. Existem opções bem mais em conta, como hostels em quartos com dormitórios. Mas ultimamente ando um pouco mais selectiva com os hotéis, apesar de não escolher nada luxuoso (se o orçamento permitisse obviamente que escolhia!:p ), mas tento que tenha algum conforto, que tenha uma boa classificação e, principalmente, que seja limpo e tranquilo.

Já nos aconteceu ficarmos em algumas espeluncas (como em Paris), em que ouvíamos todos os ruídos na rua e nos outros quartos, e não conseguíamos descansar convenientemente. E isso acaba por estragar um pouco a experiência da viagem.

Como estava a achar os hotéis caros, comecei a procurar apartamentos. Assim sempre poupávamos algum nas refeições. E, além do mais, estamos fãs do conceito de alugar apartamentos nas viagens, pois dá-nos uma liberdade completamente diferente do que se ficarmos num hotel. Após alguma pesquisa encontrei o Amesterdam ID Aparthotel!

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E foi uma escolha acertadissíma! Apesar de não ficar mesmo no centro de Amesterdão, fica mesmo ao lado da estação de comboios Sloterdijk e em 10 minutos chegamos ao centro da cidade, pelo que não se tornou um problema para nós.

Ficamos agradavelmente surpreendidos pelas dimensões do apartamento, pelo conforto, pela decoração, por tudo! Adoramos!

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O apartamento era bastante espaçoso. Apesar de ser um T0 os espaços estavam bem distribuídos. Assim que entramos temos uma cozinha com todo o equipamento necessário para preparar refeições, desde fogão, microondas, frigorífico, tachos e loiças! Tinha até uma máquina de café, máquina de lavar loiça e vários chás de oferta.

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Logo ao lado estavam dois sofás bem confortáveis, uma mesa de centro e uma televisão.

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Atrás do sofá encontrava-se a nossa cama, bastante ampla e confortável e também um pequeno roupeiro.

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Mas o que mais no espantou foi a decoração, toda alusiva a Amesterdão, com bastantes detalhes fantásticos. Desde os pés da mesa da sala com as letras AMS (abreviatura de Amesterdão), ao pormenor do papel de parede da cozinha onde podíamos encontrar algumas receitas típicas holandesas. Simplesmente genial!

 

E o melhor de tudo foi a tranquilidade que lá encontramos! Não ouvimos rigorosamente nada durante a noite, nem na rua, nem no corredor, nem nos outros quartos. Nada! Conseguimos ter umas noites bem descansadas.

Existe um supermercado Spar mesmo junto à estação de comboios. Apesar de não ser muito grande é o suficiente para fazer as compras e preparar as refeições por alguns dias.

Ah, e quem não está a fim de cozinhar, o Aparthotel tem um restaurante no R/chão 😉

Sentimo-nos em casa! Se um dia voltarmos a Amesterdão, já sabemos onde vamos pernoitar! 😀

O apartamento para três noites ficou-nos em 269€. Acho um preço completamente justo por tudo o que tínhamos à nossa disposição.

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Naritaweg 51, Westpoort, 1043 BP,Amesterdão

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A vila tipicamente Holandesa: Zaanse Schans

Se ficamos um pouco desiludidos com Amesterdão, Zaanse Schans teve o efeito contrário em nós. Ficamos completamente rendidos aos encantos daquela pequena vila.

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Zaanse Schans é uma vila típica holandesa. Aqui podemos encontrar tudo o que é estereótipo da Holanda. Moinhos de Vento? Sim! Queijos? Sim! Tamancos? Sim! Nesta vila podemos encontrar tudo isto e muito mais.

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Este pequeno vilarejo é um verdadeiro museu a céu aberto. Os moinhos de vento que lá se encontram têm vários anos. Eles geravam energia industrial para diversas partes da economia Holandesa. Actualmente muitos deles ainda funcionam, e alguns estão abertos ao público, sendo possível visitar o seu interior.

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Além dos moinhos de vento, podemos entrar e visitar outras casas/fábricas tradicionais, como a fábrica de tamancos, onde se pode observar uma demonstração ao vivo de como se fabricam este tipo de sapatos e ver as centenas de modelos que tem expostos para venda na loja.

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E para quem gosta de queijo, não pode deixar de ir à Catharina-Hoeve. É uma fábrica de queijo onde é possível fazer degustação de todos os queijos que lá tem à venda!! E eram bastantes… Nós, obviamente, provamos todos, várias vezes! 😀

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Também existe uma loja onde fabricam chocolates e onde podemos saborear uns waffles, entre outras guloseimas, bem como apreciar um pequeno museu onde estão expostas algumas máquinas que utilizavam no fabrico do chocolate. É uma loja bastante amorosa, e o cheiro que sai de lá é simplesmente irresistível.

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Mas o melhor de Zaanse Schans é passear e explorar calmamente a vila e deixar-se encantar pela magia deste local.

Apesar deste vilarejo parecer ter saído directamente de um conto de fadas, na verdade, muitas das casas são habitadas. Por isso tenham atenção para não entrarem no jardim de alguém 🙂

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Quando aqui chegamos decidimos alugar uma bicicleta, pois não queria sair da Holanda sem passear no seu típico meio de transporte. E como em Amesterdão não fiquei muito animada com essa ideia depois de ver a doidice da quantidade de bicicletas que por lá circulam, achamos que Zaanse Schans era o local perfeito para o fazer! E assim foi. Como chegamos cedo, a vila ainda não estavam repleta de turistas, por isso, conseguimos percorrê-la calmamente sem atropelar ninguém 🙂

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Alugamos as bicicletas por 1 hora (custou 5€/bicicleta), mas em apenas 15 minutos demos a volta à vila toda. Por isso decidimos explorar mais além e divertimo-nos imenso! Tanto que até perdemos a noção do tempo, e quando vimos já tinha passado da hora de entregar as bicicletas.

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Em poucas horas vê-se praticamente tudo em Zaanse Schans, mas pode “perder-se” um dia inteiro por lá facilmente. Como foi o nosso caso, adoramos tanto aquele cantinho que tentamos prolongar ao máximo aquele momento.

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Dicas:

  • Tentar chegar o mais cedo possível. Perto da hora de almoço e durante a tarde estavam tantos turistas que era praticamente impossível circular pelas ruas estreitas da vila. Nós chegamos perto das 10 da manhã e estava bem pacífico nessa altura e conseguimos usufruir muito mais do local.
  • Existe um miradouro, mesmo ao lado do Museu Zaans, do qual obtemos umas vistas panorâmicas sobre a vila. Além das vistas magnificas, conseguimos fugir um pouco dos turistas, pois pareceu-me, que esta zona ainda é pouco conhecida uma vez que não se encontrava lá ninguém…

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Como lá chegar:

A partir de Amesterdão é bem fácil chegar a Zaanse Schans. É possível fazer o trajecto de comboio ou autocarro (ou de carro!).

  • Comboio: Da estação Central de Amesterdão até Zaandikj (estação de Zaanse Schans) são cerca de 30 minutos. Quando desembarcamos temos uma caminhada de cerca de 10/15 minutos até chegar ao centro da vila, mas que se faz facilmente. O bilhete de comboio tem um custo de 3,10€/trajecto. Também é possível apanhar o comboio na estação Sloterdijk, em Amesterdão. Foi o que fizemos, pois era mais perto do nosso hotel. O bilhete de comboio tem um custo de 2,50€/trajecto. Existem diversos comboios por hora.
  • Autocarro: Apesar de não termos feito esse percurso de autocarro, na altura vi que era possível fazê-lo. Também da estação central de Amesterdão existem autocarros que levam directamente até à entrada de Zaanse-Schans. Talvez seja uma opção mais viável para quem tiver com crianças ou tiver algumas dificuldades de locomoção. De autocarro o percurso é cerca de 40 minutos.
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Casa de Anne Frank

A casa de Anne Frank é um museu verdadeiramente fascinante. Aqui dentro podemos encontrar fotos, filmes e objectos originais que ilustram os acontecimentos que aqui se passarem, assim como ler citações do seu diário.

Anne Frank foi uma entre os milhões de vítimas da perseguição que os judeus sofreram durante a Segunda Guerra Mundial. Anne nasceu a 12 de Junho de 1929, em Frankfurt. Em 1933, ela e a sua família decidiram mudar-se para Amesterdão.

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Em Maio de 1940 o exército alemão invadiu os Países Baixos e implementou ainda mais medidas contra os judeus. No dia 6 de Julho de 1942, os pais de Anne, Otto e Edith Frank, bem como as suas duas filhas decidiram esconder-se num anexo da empresa de Otto, onde actualmente se encontra o Museu de Anne Frank.

Posteriormente, juntaram-se a eles Hermann Van Pels, a sua mulher Auguste e o filho deles, Peter. E, mais tarde, Fritz Pfeffer.

Os empregados do armazém desconheciam que havia gente escondida no anexo. No entanto, os empregados do escritório sabiam-no. Otto Frank pediu-lhes para os ajudarem na clandestinidade.

” Durante o dia temos sempre que andar levemente e falar sem barulho, porque não nos podem ouvir no armazém” Anne Frank, 11 de julho 1942.

Os empregados de escritórios, Victor Kugler, Miep Gies, Johannes Kleiman e Bep Voskuijl, forneciam aos clandestinos alimentos, roupas, livros e jornais. Esta responsabilidade era pesada pois os clandestinos estavam completamente dependentes deles e, ajudar gente escondida, era uma actividade de grande risco.

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Edifício do museu de Anne Frank

Os clandestinos estavam 24 horas por dia no interior no anexo. As cortinas permaneciam sempre fechadas, para que os vizinhos não os pudessem ver. De dia, quando os trabalhadores estavam ao serviço no armazém, os clandestinos tinham de estar em silêncio. A falta de espaço no esconderijo e a angústia de serem descobertos provocavam muita tensão.

“Durante o dia as nossas cortinas não se podem abrir nem um centímetro” Anne Frank, 28 de Novembro 1942.

O quarto de Anne Frank

Anne tinha que partilhar um quarto com Fritz e isso provocava regularmente grandes discussões. Custava muito a Anne não poder ir para o exterior. O seu diário, onde passava muito tempo a escrever, era onde desabafava os seus sentimentos e desejos;

“Apetecia-me andar de bicicleta, dançar, assobiar, ver o mundo, gozar a minha juventude, ser livre.” Anne Frank, 24 de Novembro 1943

Como muitas meninas, Anne decorava o seu quarto com imagens. As imagens reflectem a transformação de Anne de menina para mulher adulta. No inicio, ela gostava sobretudo de estrelas de cinema mas, mais tarde, ela interessou-se mais pela arte e pela história. Ainda é possível ver algumas das imagens que Anne colou nas paredes do seu quarto.

Durante a visita conseguimos ter uma perceção melhor de como foi possível esconderem-se por tanto tempo sem serem descobertos.

Após uma denuncia feita por telefone às S.S. alemãs, a polícia invadiu a Princegracht 263 a 4 de Agosto de 1944. Tinham sido traídos! Os oito clandestinos e os colaboradores Johannes Kleiman e Victor Kugler foram presos. Os nazis deixaram Miep Gies e Bep Voskuijl em paz.

A 3 de Setembro de 1944 os oito clandestinos foram deportados para o campo de concentração de Auschwitz.

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Arredores do Museu

Dos oito, apenas Otto Frank sobreviveu à guerra. Anne, Margot e Edith Frank, Peter, Auguste e Hermann van Pels e Fritz Pfeffer encontraram a morte num campo de concentração. Os colaboradores sobreviveram à guerra.

A 3 de Junho de 1945, Otto Frank voltou para Amesterdão. Sabia que a sua mulher tinha morrido, mas tinha esperança de que as suas filhas ainda estivessem vivas. Depois de saber que Anne e Margot não tinham sobrevivido, Miep Gies entregou-lhe os diários de Anne.

Ele decidiu publicar o diário de Anne e, a 25 de Junho de 1947 saiu a primeira edição em holandês.

 Em 1960, o anexo secreto, onde viveram escondidos, tornou-se um museu.

Informações Úteis

Se fazem questão de visitar este museu aconselho a comprarem bilhetes com antecedência, para garantirem a vossa visita. Aliás, o museu, das 9 às 15:30 Hrs só permite a entrada de visitantes que possuam um bilhete online. Os bilhetes são limitados, os mesmos estão disponíveis para venda no site do museu (aqui) com dois meses de antecedência.

Os bilhetes esgotam muito rapidamente, por isso comprem o bilhete o mais cedo possível 😉

Ao comprarmos o bilhete temos que selecionar o dia e hora da vista, e temos que chegar a essa hora, senão o bilhete perde a validade…

Assim que adquirimos o bilhete, através do site, recebemos um e-mail com os mesmos que podemos imprimir ou apresenta-lo no telemóvel à entrada.

A partir das 15:30 Hrs não é necessário o bilhete online e é possível visitar o museu adquirindo o bilhete na entrada.

Preço: 9€ (+0.50€ despesas de reserva)

Morada: Prinsengracht, nºs 263-267, Amesterdão.

Como lá chegar: Da estação central, leva cerca de 20 minutos a caminhar. Os eléctricos 13, 14 e 17 – além dos autocarros 170, 172 e 174 – param perto do museu, no ponto “Westermarkt”.

Ah, é proibido tirar fotografias lá dentro.

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Os aspectos que me fizeram não adorar Amesterdão

No outro dia, num dos fóruns de viagem que sigo, perguntavam quais as três cidades preferidas dos viajantes. Posso dizer que em mais de metade das respostas estava a cidade de Amesterdão. Por isso, como fui um pouco dura no ultimo post sobre do que tinha achado da cidade, achei por bem enumerar os vários aspectos que me fizeram não ter amado aquele local.

– Bicicletas

Sei que parece uma tolice dizer que não gostei das bicicletas em Amesterdão, visto que quem lá vai sabe à partida que esta cidade tem mais bicicletas que pessoas… Mas, achei muito intimidante passear por lá pois estava sempre com receio de ser atropelada por alguma… E ia sendo várias vezes, durante a minha curta estadia por lá!

A ideia inicial era alugar uma bicicleta e andar a passear por lá, mas desisti logo dela pois achei que não iria correr lá muito bem…

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Outra coisa que não me agradou foi verificar que nas ciclovias circulam muitas vezes motociclos e outros veículos motorizados, nomeadamente “papa-reformas”. Se me distraía e não reparava que estava numa ciclovia, podia ser atropelada por um desses veículos, o que seria bem pior do que por uma bicicleta! Enfim, nunca andava a passear completamente descansada.

DSCN5515Além disso, vi diversas bicicletas espalhadas pela cidade completamente abandonadas, já sem várias peças… O que se torna muito pouco atractivo para um turista, passando uma imagem de cidade pouco cuidada.

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Apesar disso é impressionante ver a quantidade de bicicletas existentes na cidade e a mentalidade dos seus cidadãos. Eles andam de bicicleta faça chuva ou faça sol, vão às compras, deslocam-se para os seus trabalhos (de fato e gravata) e até andam com os seus bebés nos respectivos veículos. É tudo uma questão de mentalidade e, nesse aspecto, tiro-lhes o chapéu.

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– I Amesterdão

Sabem aquela foto que toda a gente tira em frente ao museu Rijksmuseum com as letras “ I Amesterdam”? Eu também tentei ficar com um registo, mas foi completamente impossível! Havia tantas, mas tantas pessoas lá que não havia um único espacinho livre para conseguir tirar um foto e perceber onde estava… Desisti!

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– Transportes Públicos

Já fui a várias cidades europeias e ando sempre de transportes públicos (metro, autocarro, electrico, comboio) e nunca tive grandes dificuldades em perceber como funcionava. Ás vezes, logo à chegada, ando um pouco à nora mas rapidamente consigo perceber o sistema.

Não aconteceu em Amesterdão! Chegamos a entrar no comboio errado e só nos apercebemos depois de termos começado a andar, mesmo tendo a certeza que estávamos na plataforma certa! E, sempre que entravamos em algum transporte  público, ficava a dúvida se seria o correcto.

Num dos dias levamos cerca de uma hora à procura de uma linha de eléctrico que nos levasse a um bar onde queríamos fazer uma tour! Resultado: Nada de tour, devido à chegada tardia… 😦

Outra coisa aborrecida com que nos deparamos foi que tínhamos que ter sempre moedas para comprar os bilhetes. Assim que chegamos ao aeroporto, não tínhamos trocos suficientes e tentamos vários cartões; VISA, Mastercard, e nenhum deu… Felizmente às horas que chegamos os guichés ainda estavam abertos e conseguimos comprar os bilhetes lá. (Aceita cartões “MAESTRO”).

Além de tudo isto, achamos uma cidade um pouco suja, com demasiadas bicicletas  corroídas pela ferrugem e espalhadas por todos os cantos, vários barcos completamente podres… Enfim, coisas que não são visualmente muito agradáveis. Sinceramente, não conseguimos captar a beleza desta cidade na sua plenitude!

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Amesterdão

Como já tem vindo a ser hábito, no aniversário do Sérgio tiramos uns dias e fazemos uma escapadinha. O destino escolhido para este ano foi Amesterdão.

Sentimos que era uma grande falha nossa não conhecer esta cidade, uma vez que adoramos viajar e Amesterdão é um daqueles destinos quase que “obrigatórios” para quem ama viajar.

Antes de partir e quando falava com alguém sobre esta viagem, toda a gente me dizia que ia adorar, que a cidade é fantástica, e eu própria convenci-me disso!

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Mas, (e agora preparem-se, pois vou ser polémica), não amei Amesterdão! Podem apedrejar-me, podem deitar-me à fogueira, mas estou a ser sincera! E fiquei muito desiludida por não ter gostado, pois antes de lá chegar achei mesmo que ia adorar aquele lugar!

No final do primeiro dia na cidade até estava a sentir-me mal comigo própria por não estar a conseguir captar aquela beleza que toda a gente me disse que tinha… Pensei que era de mim, que talvez não estivesse com feeling para aquele destino, talvez fosse do cansaço e do stress (andava a trabalhar bastante)… Mas senti que o Sérgio estava a sentir o mesmo que eu, e ele também não adorou Amesterdão.

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Isto não significa que a cidade não tenha coisas boas, não é isso! Houve lugares que gostávamos bastante, mas no geral não adoramos! Acho que é unanime dizer que achamos a cidade suja, demasiado turística, os transportes públicos difíceis de compreender, chegamos a entrar em comboios errados e nunca estávamos seguros se íamos na direcção correcta… (já viajamos para várias cidades europeias, sempre andamos de transportes públicos e nunca sentimos grandes dificuldades). Além disto, no que diz respeito a cidades envolvidas por canais, achamos que Brugge, Ghent ou até mesmo Hamburgo são muito mais interessantes e, prédios tortos, também não era propriamente uma novidade para nós, uma vez que já tínhamos visto esse “fenómeno” em Lüneburg.

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Apesar disso, acho que é uma cidade que merece uma visita, pelo menos uma vez na vida. Vou deixar uma lista dos locais que passei que mais gostei.

  •  Casa Anne Frank

É uma das atracções mais procuradas em Amesterdão. Anne e a sua família viveram aqui escondidos durante mais de dois anos. Infelizmente o esconderijo foi descoberto e foram levados para campos de concentração, onde acabaram por falecer. Apenas o pai de Anne sobreviveu. Quando voltou ao anexo descobriu o diário que a sua filha escreveu enquanto estiveram escondidos e decidiu publicá-lo.

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Vou fazer um post com mais detalhes da visita ao museu, assim como, pormenores de como lá chegar e comprar o bilhete.

  •  Loja de Queijos De Kaaskamer

Tanto eu como o Sérgio somos doidos por queijos, por isso, quando li no guia de viagem sobre esta loja, inseri-a de imediato no nosso itinerário! E foi uma verdadeira tentação lá entrar!

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Como a escolha era imensa e estávamos bastante indecisos no que levar, pedimos para provar alguns… E eram todos deliciosos!! Para não nos desgraçarmos, pedimos duas sandes com um dos queijos que mais gostamos e foi o nosso almoço!

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Ainda fico a salivar cada vez que me lembro do sabor daquele queijo… 🙂 Se são fãs de queijo não deixem de lá passar!

Morada: Runstraat 7

  •   Begijnhof

Na praça Spui encontra-se a entrada do Begijnhof (uma porta discreta ao lado de uma livraria). É um pequeno aldeamento onde antigamente viviam as Beguinas, uma irmandade católica onde as mulheres viviam afastadas da restante sociedade.

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É um local bastante calmo e tranquilo, sítio ideal para fugir da agitação e loucura que Amesterdão vive.

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  • Bloemenmarkt (Mercado flutuante de flores)

Localizado sobre uma margem do canal Singel encontram-se várias pequenas lojas flutuantes, onde se vendem não só as famosas tulipas, como todo o tipo de outras flores.

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Este é o sítio ideal para comprar souvenirs, pois fica bastante mais em conta do que nas restantes lojas do centro da cidade.

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  • Canais

Uma das principais características de Amesterdão são os seus inúmeros canais, por isso é impossível visitar a cidade e não passear juntos a eles.

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Apesar de parecerem todos iguais existem alguns que se destacam:

Canto de Staalstraat e Groenburgwal. Daqui, se olharmos para norte, temos uma vista magnifica e inspiradora, aproveitada por Monet para o seu quadro intitulado “the zuiderkerk”.

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Caminhar ao longo da Herengracht até a Reguliersgracht, onde se encontram as “7 pontes”. Se nos virarmos de costas para a Thorbeckplein e nos inclinarmos um pouco sobre a ponte, podemos apreciar os sete arcos que se encontram em frente.

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  • Cervejaria Brouwerij´t

Uma das experiências para quem vai a Amesterdão é fazer uma tour por uma cervejaria. A maior parte das pessoas visita a fábrica da Heineken.

Nós preferimos ter uma experiência mais “caseira” e tínhamos planeado fazer uma visita à fábrica artesanal da cervejaria Brouwerij´t (fazem visitas de sexta a domingo às 3:30 hrs). Mas como esta cervejaria fica um pouco longe do centro da cidade tínhamos que apanhar um elétrico para lá chegar e esse foi o problema… Levamos quase uma hora a tentar encontrar o elétrico correcto para lá chegar! Foram azares atrás de azares… Primeiro perdi o nosso planeamento do dia, onde estavam os locais que queríamos ir e a melhor forma de lá chegar (moradas, nome das estações) E, apesar de me lembrar vagamente da localização da paragem do eléctrico, naquele mesmo local estava a decorrer uma manifestação e o trânsito estava completamente parado, por isso tentamos encontrar outra paragem…

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Conclusão, quando chegamos à Cervejaria já não havia bilhetes para a tour :/ Apesar disso, não demos como perdida a viagem. O local é bastante interessante, encontra-se num antigo moinho e as cervejas são mesmo muito saborosas! Se apreciam cerveja não deixem de lá ir, nem que seja apenas para descontrair um pouco e saborear uma deliciosa cerveja artesanal.

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Tours: Sexta a Domingo às 3:30 Hrs

Preço: 5€ (Tour)

Morada: Funenkade 7, 1018 AL Amsterdam

  • Red Light District

Na Holanda a prostituição é legal. Assim, como qualquer outra profissão, as prostitutas aqui pagam os impostos sobre o que recebem e também tem direitos como qualquer trabalhador.

Em Amesterdão a maior concentração está localizada no famoso Red Light District.

Aqui, por detrás das vitrines, podemos encontrar as prostitutas a exibirem os seus corpos de forma natural. Se alguém entrar e requisitar os seus serviços a vitrine é fechada com uma cortina e o cliente é levado para o fundo da casa, onde se encontra um quarto.

O Red Light District atrai turistas de todo o tipo, desde casais que passeiam pelo bairro, pessoas que procuram os serviços oferecidos e até simples curiosos.

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Além das famosas vitrines, aqui podemos encontrar uma série de restaurantes, coffeeshops, bares e casas de striptease. Também aqui se encontra o museu Red Light Secrets, onde se pode descobrir a história do bairro e do estilo de vida das prostitutas.

É proibido tirar fotografias às vitrines quando lá estão as prostitutas. E o melhor é mesmo respeitar a regra, para não transformar esse passeio em algo desagradável. Existem seguranças à paisana contratados pelas próprias e, se apanham alguém a tirar fotografias às vitrines, obrigam-nos a apagar as fotografias e podem até destruir a máquina fotográfica.

O Red Light District fica localizado no bairro De Wallen. É um bairro bastante seguro, sendo comum ver muitos polícias a passar por lá.

  • Coffeeshops

Outra das experiências imperdíveis em Amesterdão é entrar numa coffeeshop.

A Holanda orgulha-se de ser um país bastante liberal, além da legalização da prostituição, aqui encontramos à venda, facilmente, cannabis (com autorização do governo), em lojas especializadas para esse efeito.

Mas obviamente que existem regras. Apenas pessoas com mais de 18 anos podem entrar e comprar os produtos com cannabis.  O único lugar onde se pode comprar este tipo de droga é dentro das coffeeshops, a além disso, os estabelecimentos não podem vender mais de 5g por cliente/dia. Drogas pesadas não podem ser vendidas nas coffeshops.

No Red Light District existem inúmeras lojas deste género. Nós queríamos ter essa experiência, mas as coffeeshops mais conhecidas estavam completamente cheias! Percorremos algumas ruas e encontramos uma que conseguimos entrar (não me recordo do nome)!

Lá dentro existia um espaço apropriado onde podemos fumar cannabis, local esse onde os funcionários não podem entrar (compreende-se o porquê… :p).

Além das coffeeshops, pode-se fumar livremente pelas ruas, e é muito comum estarmos a passear e começar-mos a sentir aquele cheiro tão característico.

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Lüneburg

Se ficamos fascinados com Hamburgo, em Lüneburg ficamos completamente apaixonados por esta pequena cidade.

Só descobrimos a existência desta cidade poucos dias antes de partirmos. Estávamos a ver vídeos no youtube sobre Hamburgo e num deles falava sobre Lüneburg. Decidi pesquisar e quando vi uma cidade com uma arquitectura com estilo Backsteingotik (da qual sou completamente apaixonada) não pensei duas vezes, tínhamos que reservar um dia para ir a Lüneburg!

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É relativamente perto de Hamburgo e muito fácil de chegar, através de comboio (mais pormenores de como chegar a Lüneburg no final do post).

Lüneburg é uma das cidades mais fascinantes do norte da Alemanha. E foi das poucas cidades do país que conseguiu manter a zona histórica intacta, durante a Segunda Guerra Mundial. Por isso, ainda preserva o seu centro medieval e a maior parte das casas são as originais, com centenas de anos.

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Lüneburg cresceu devido à exploração do sal. Por mais de 1000 anos e até 1980 os seus habitantes exploraram o sal existente na região, período no qual a cidade viveu os seus anos de riqueza.

Mas, devido a essa actividade, Lüneburg pagou uma factura muito cara. A exploração foi tão intensa que parte do solo, literalmente, abateu. Por esse motivo é que se vê espalhados pela cidade inúmeros prédios tortos e ruas com a calçada desnivelada.

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Apesar do seu lado negativo, esse é um dos factores que fazem com que esta cidade tenha um atractivo extra!

Lüneburg não tem nenhum monumento de visitação “obrigatória”, pois a cidade num todo é a principal atração mas, existem alguns lugares que não se pode deixar de visitar.

  • Praça Am Sande

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Nesta praça existem vários edifícios atingidos pelo problema que relatei anteriormente, ou seja, alguns prédios encontram-se tortos devido ao abatimento do solo.

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Numa das extremidades da praça encontra-se o belíssimo edifício da Câmara do Comércio, que se destaca por ter as cores de cinzento e branco.

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Na outra extremidade encontra-se a igreja St. Johannis, que na altura tinha um mercado de natal bastante acolhedor e com toda a sua envolvência tornava-o especial.

  • Ruas Heiligengeiststraße e Grapengieberstraße

“Percam-se” nestas ruas, pois a arquitectura dos edifícios é simplesmente imperdível.

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  • Die Alte Raths-Apotheke

Não deixem de passar por esta farmácia, estabelecida em 1524, pois tem uma fachada com pormenores incríveis!

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  • Markt

Principal praça da cidade onde o grande destaque vai para o Rathaus, construção iniciada no século XIII. A sua fachada é impressionante e bastante diferente do que se encontra no resto de Lüneburg.

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Nesta praça havia o maior mercado de natal da cidade. Passamos imenso tempo por aqui, entramos numa das barraquinhas e saboreamos as deliciosas salsichas alemãs e bebemos um delicioso vinho quente (eu! O Sérgio ficou-se pela cerveja :p)

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Acho que Lüneburg foi o local onde tive mais dificuldade em encontrar um souvenir (gosto de comprar um objecto para colocar na árvore de Natal alusivo ao sítio, assim quando vou montar a àrvore recordo-me das viagens), entrei, literalmente, em todas as lojas que vi… E nada de souvenirs… Quando já estava quase a desistir, vi o Posto de Turismo (mesmo ao lado do Rathaus) e decidi lá entrar! E finalmente consegui comprar uma bolinha de natal de Lüneburg! 😀

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Toda contentinha depois de finalmente ter encontrado um efeito de natal de Lüneburg 😀

Fica a dica para quem quiser comprar alguma recordação deste local 😉

  • Wasserviertel

Antigo porto da cidade, era daqui que exportavam o sal em direcção a Lübeck.

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Dessa época ainda resta o Alter Kran, um guindaste portuário medieval. Construído em 1797, era na altura um dos guindastes mais poderosos em todo o norte da Alemanha. Actualmente, é um dos marcos da cidade.

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É bastante agradável passear por esta zona e existem muitos restaurantes e bares com esplanada, onde se pode descontrair e a apreciar toda a beleza deste local.

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Mas o melhor de Lüneburg é “perder-se” e deixar-se surpreender pelo que se vai encontrando (e vai surpreender-se muito!). A cidade não é muito grande e dá para ver tudo, perfeitamente, em apenas um dia.

Como chegar a Lüneburg a partir de Hamburgo:

A partir da estação central de Hamburgo existem comboios a cada hora para lüneburg.

Um bilhete para cada trajecto tem um custo de 8,70€. Nós adquirimos um bilhete diário de grupo para as áreas ABCDE que custou 26,50€, o que nos compensou. O bilhete de grupo permite até 5 pessoas viajarem durante todo o dia.

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Mercados de Natal em Hamburgo

A principal razão que nos levou a Hamburgo foi os seus mercados de natal. E apesar de a cidade nos ter surpreendido bastante e termos conseguido conhecer muito de Hamburgo, também passamos bastante tempo nos mercados de natal. Estes foram os que visitámos:

  • Rathausmarkt

O principal e maior mercado de natal fica em frente à Rathaus e é um dos mais famosos e respeitáveis mercados de natal da Alemanha.

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Mas também não é difícil perceber porquê. Toda a envolvência das barraquinhas do mercado e, como pano de fundo, o lindíssimo edifício do Rathaus tornam este cenário lindíssimo.

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Assim que entramos num mercado os nossos sentidos são logo despertados com o cheiro dos frutos secos caramelizados, das típicas salsichas e do popular Glühwein (vinho quente).

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Estes vinhos são servidos em canecas decoradas com motivos de natal e com o nome do respectivo mercado, por isso, todos os mercados têm um caneca diferente. Eu costumo ficar com as canecas, como souvenir. Nesta viagem trouxe duas, uma deste mercado outra da cidade de Lüneburg 🙂 Ao comprarmos a bebida temos que pagar uma pequena caução (cerca de 3€), e ao entregarmos a caneca devolvem-nos o dinheiro da caução. Como fiquei com a caneca fiquei sem esse dinheiro, mas quero fazer uma colecção dos diferentes mercados de natal que já fui. Já tenho 4! 🙂

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Uma das grande atracções deste mercado de natal é o pai natal no seu trenó que sobrevoa o mercado (através de um cabo de aço de 100 metros). Quando assistimos já era de noite e praticamente não se via o cabo. Dava mesmo a sensação que o trenó estava a voar sobre as nossas cabeças. Imagino que as crianças delirem com este espectáculo, pois eu fiquei toda derretida a assistir aquilo…

O pai natal vai visitar o mercado diariamente, às 16h, 18h e 20 h.

Uma das barraquinhas com mais movimento neste mercado é a da Käthe Wohlfahrt, uma loja especialista em decorações e artigos de Natal. Até fazem filas para lá entrar, mas vale muito a pena a espera!! A loja é uma tentação para os amantes do Natal, com artigos lindissímos, desde enfeites para a árvore de natal a presépios. O díficil mesmo é não comprar nada por aqui… Até o Sérgio que não liga nada ao Natal, andava todo contentinho a ver os artigos da loja :p

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  • Mercado de Natal em Gerhard-Hauptmannplatz

Este mercado de natal vai da Hauptbahnof (estação central de comboios) até à Rathaus, passando pela principal rua comercial da cidade, a Mönckebergstrasse.

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É uma área enorme, cheia de barraquinhas a fazer as delícias de miúdos e graúdos 🙂

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Neste mercado existe um espaço que gostamos bastante, a Winterwald, uma zona onde parecia que tínhamos sido transportados para o meio de uma floresta, pois estava recheada de pinheiros e outros arbustos. Um recanto mágico e super acolhedor.

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Como passamos por aqui, durante o dia e durante a noite, conseguimos ver a diferença e a dinâmica que os mercados ganham a partir do final da tarde. Durante o dia estava praticamente vazia mas, durante a noite, quase que não conseguíamos caminhar sem dar um encontrão a alguém…

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E não é só de turistas que estes mercados de natal estão cheios. Na realidade, os locais são a grande maioria. Saem do trabalho e vão conviver com amigos e/ou familiares, beber um vinho quente, fazer compras de natal… É um espectáculo ver todo aquele convívio e alegria e isso é contagiante! É impossível estarmos tristes enquanto estamos num mercado de Natal.

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  • Magia Branca em Jungfernstieg

Este mercado distingue-se dos outros por ser formado só com barracas e luzes brancas. Situa-se na avenida de luxo em Hamburgo, onde se encontram muitas lojas exclusivas.

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As barracas estão nas margens do Lago Alster e fazia mesmo muito frio quando lá fomos, por isso, estivemos pouco tempo por lá…

  • Mercado de St. Petri

As barracas colocadas à volta do igreja mais antiga da cidade, fazem este mercado ser bastante acolhedor.

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Tivemos pouco tempo por aqui, foi mesmo só de passagem.

  • Reeperbahn

Nesta conhecida rua de Hamburgo, famosa por aqui se encontrar o Red Light District, também existe um mercado de Natal.

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Nem éramos para vir aqui, mas como ainda faltavam algumas horas para o nosso voo, decidimos dar aqui um pulinho. E ainda bem que o fizemos, pois foi o mercado que mais nos surpreendeu, principalmente por ser tão diferente do que estamos habituados.

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É um mercado de natal normal, mas a grande diferença está nas suas decorações mais viradas para o erotismo e nos artigos pouco convencionais que encontramos à venda. Aqui podemos encontrar vários artigos eróticos com decoração de natal.

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Numa área fechada, numa extremidade do mercado e apenas acessível a adultos, existe uma tenda onde é possível assistir a shows de striptease.

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Estes são só alguns dos mercados de natal que a cidade de Hamburgo oferece, existem muitos mais. Mas claro, que com apenas 3 dias era-nos impossível percorrer todos e também conhecer minimamente a cidade.

Podem consultar este site para conferirem as datas, detalhes e localização dos mercados.

Geralmente todos os mercado de natal funcionam das 10 da manhã às 9 da noite e, às sextas, sábados e domingos, prolongam-se até às 10 da noite.

Nem que seja apenas uma vez tem que mercado de natal! É mesmo uma experiência única e encantadora, por momentos voltamos a ser crianças e vivemos a magia do natal como tal.

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