Malta na prática: Voos, Transportes, Alimentação e Alojamento.

Nesta publicação vou deixar-lhes algumas dicas úteis que poderão ajudar-lhes a planear a vossa viagem até Malta.

Voos

Existem voos directos para Malta, a partir de Lisboa, através da companhia aérea Air Malta.

Na low-cost Ryanair há voos directos do Porto.

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Como nós somos do Algarve e a distância ao aeroporto de Lisboa e de Sevilha é praticamente a mesma, apanhamos o avião em Sevilha, com a companhia aérea Ryanair.

Alojamento

As melhores zonas para se hospedarem é em Sliema ou St. Julian´s, pois são locais muito bem servidos de transportes públicos e também onde se encontra facilmente restaurantes e locais de diversão nocturna.

Nós alugámos um apartamento através do Airbnb em St. Julian´s. Existe uma vasta oferta de alojamentos nestas zonas, entre hotéis e apartamentos, tanto no Airbnb como no booking.

Aluguer de Carro

Apesar dos transportes públicos serem económicos e os autocarros cobrirem todo o território do país, a forma mais eficiente e rápida para nos movimentarmos em Malta é alugar um carro.

Para quem quer explorar bem Malta e não tem muito tempo disponível, a verdade é que vai ficar muito condicionado pelos horários se optar pelos transportes públicos. Assim sendo, optamos por alugar um carro, o que nos deu mais liberdade e permitiu-nos efectuar um roteiro mais eficiente de forma a aproveitarmos todos os minutos que lá passamos.

Nós alugamos o carro através do site Rentalcars. Este site além de permitir fazer uma comparação de valores e veículos entre as diversas empresas de aluguer, tem ainda disponível um ranking com reviews, que nos dá uma noção do grau de satisfação com cada uma das empresas.

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Como decidimos muito em cima da hora que iríamos alugar carro, a escolha já não era muita e o melhor preço que conseguimos foi na GoldCar. Apesar de ter corrido tudo bem com o aluguer do carro o processo de entrega do mesmo foi muito lento. A fila no balcão desta empresa era enorme e levamos duas horas até finalmente conseguirmos sair do aeroporto com o carro…

A condução em Malta

Um dos senão pelo qual não decidimos logo alugar carro é porque em Malta conduz-se pela esquerda! Não cheguei a conduzir, mas é muito atrofiante ir a pendura do outro lado da estrada. O nosso cérebro está tão processado a conduzir pela direita que no inicio é tudo muito confuso e, até uma simples rotunda que estamos habituados a encontrar à nossa esquerda, por lá encontra-se no nosso lado direito e é muito fácil só a vermos depois de já a termos passado… 😮

Na condução verifica-se que os Malteses descendem dos Italianos… são igualmente doidos a conduzir, mas nada que nós portugueses já não estejamos habituados, não é verdade? 🙂

Estacionamento

O estacionamento era outro dos factores que me deixava um pouco receosa em alugar carro, pois li que era muito difícil encontrar estacionamento, principalmente nas cidades grandes. Então, quando escolhemos o apartamento escolhemos um que tivesse opção de estacionamento (ainda que pago à parte) e foi sem dúvida um grande alívio. Apenas em Sliema tivemos algumas dificuldades em encontrar estacionamento, mas tirando isso, estacionamos sempre sem qualquer problema. Em alguns sítios havia cobradores, mas nunca nos pediam um valor fixo, diziam-nos para darmos o que quiséssemos, normalmente entregávamos 1€.

Transportes Públicos

O nosso plano inicial era fazermos as deslocações em transportes públicos, pois é muito económico (para terem uma ideia um passe ilimitado de 7 dias fica a 21€) e cobre grande parte da ilha.

Mas à medida que começamos a organizar a viagem percebemos que em alguns lugares era praticamente impossível chegar através de autocarro ou tínhamos que apanhar dois para lá chegar… Depois, lemos relatos em fóruns de viagem que diziam que os autocarros iam muitas vezes cheios e por vezes chegavam a nem apanhar mais passageiros em algumas paragens por estarem com a lotação máxima… Foi aí que decidimos que talvez fosse melhor alugar um carro, pois ainda para mais íamos viajar com um bebé de dois anos, o que complica ligeiramente a logística.

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Ainda assim, para quem não quer conduzir, penso que seja viável fazer as deslocações em Malta de autocarro, mas preparem-se para esperarem, principalmente se viajarem em época alta.

O site oficial dos transportes públicos é muito completo e tem toda a informação necessária para planear as nossas deslocações, entre preços, horários e

rotas possíveis.

Custo de vida

Tinha lido que o custo de vida em Malta era muito barato, mas não tive essa opinião (Comparando com o poder de compra de um português), achei que era muito semelhante ao nosso.

Quando fazíamos compras no supermercado achei que era mais caro do que cá.

Comida

A comida maltesa tem influência mediterrânica e italiana e é muito boa. As massas e pizzas fazem parte das ementas da maior parte dos restaurantes. Não deixe de provar os pastizzi, trata-se de um salgado folhado com vários recheios, como o queijo, frango, atum… São uma verdadeira delícia e normalmente são muito baratos (por volta 1€).

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Um dos pratos que mais gostei foi um ravioli recheados com queijo de cabra, no restaurante Il Kartell, em Marsalforn Bay, em Gozo.

Língua

Apesar do Maltês ser uma mistura complicada entre o árabe e o italiano, praticamente 100% da população é bilingue em Maltês e Inglês, resultado das muitas décadas sob o domínio britânico.

Moeda

Desde 2008 que o Euro é a moeda oficial em Malta.

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Roteiro de Viagem a Malta em 6 dias

Vou deixar aqui a minha sugestão de roteiro para uma viagem de 6 dias por Malta, com base na minha própria viagem.

1º Dia | Ilha de Comino

Dedique um dia inteiro à ilha de Comino e aproveite para relaxar e apreciar este pequeno paraíso com águas cristalinas. Mas, recomendo que chegue bem cedo, pois caso contrário encontrará esta pequena ilha completamente apinhada de pessoas e rapidamente a ideia de paraíso se desvanecerá.

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Encontrará todas as dicas de Comino neste post.

2º Dia | Ilha Gozo

A Ilha de Gozo tem muito para ver e, para quem tem tempo disponível, recomendo ficar dois dias de forma a não correr o risco de não conseguir visitar tudo o que pretende e acabar frustrada como eu…

Não deixe de ver a cidade de Vitória, a Gruta Calypso, as Salinas, a Basílica Ta´Pinu e as ruínas da Azure Window.

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A melhor forma de nos deslocarmos pela ilha é de carro mas, uma boa opção para quem não quer conduzir por lá, é utilizar os autocarros Hop on – Hop off.

Para mais pormenores sobre a Ilha de Gozo, aqui.

3º Dia | Mdina, Rabat , Mosta e Jardins Santo Antão

O dia hoje será dedicado à parte mais histórica de Malta. Deixe-se encantar pela antiga capital de Malta: Mdina, percorra as suas ruas estreitas sem pressas e aprecie a sua arquitectura.

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Não deixe de ir a Rabat e às Catacumbas de São Paulo.

Aproveite para ir a Mosta e aprecie a sua igreja com a maior cúpula de Malta e uma das maiores do mundo.

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Se for hora de almoço aproveite para ir ao restaurante Olympic, em Mosta. As refeições são extremamente económicas, saborosas e muito bem servidas.

Para terminar o dia, aproveite para passear nos jardins de Santo Antão, onde foram filmadas algumas cenas  da 1º temporada da série “Guerra dos Tronos”. Nas fotos que tinha visto achei que seria bem mais bonito do que na realidade é, devido ao facto de algumas zonas do jardim estarem um pouco ao abandono…

Mais detalhes de Mdina e Rabat, neste post.

4º Dia | Marsaxlokk, St. Peter´s Pool, Blue Grotto e Ghar Lpasi

Hoje o dia será passado na parte sul da Ilha. Começamos pelas fantásticas vistas que a St. Peter´s Pool nos proporciona e, de seguida, fomos visitar a vila piscatória de Marsaxlokk. Aproveite para ir a um Domingo e conhecer o seu mercado tradicional.

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De seguida fomos conhecer os cenários magníficos da Blue Grotto. Nesta famosa formação rochosa existem várias grutas junto à água sendo possível fazer passeios de barco e conhecer o seu interior.

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Terminamos o dia em Ghar Lpasi. Nesta aldeia piscatória encontra-se uma piscina natural com água cristalina e uma cor hipnotizante. Este lugar é bastante popular entre os moradores e pude comprovar isso, pois era Domingo quando lá fui e estava a abarrotar de locais a aproveitar a sua folga para  darem um mergulho.

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5º Dia | Popeye Village, Gneja Bay, Aquarium

Começamos o dia com um dos cenários mais bonitos de Malta, na minha opinião; Anchor Bay: A cor da água nesta baía é simplesmente incrível! Um azul turquesa com uma limpidez fora do comum e que nos permite ver perfeitamente o fundo. E, para completar esta magnifica vista, encontramos a popeye village como pano de fundo.

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De seguida dirigimo-nos a outro belo cenário: Gnenja Bay. Esta praia de areal dourado e agua transparente em tons esverdeados é um local excelente para se fazer praia, pois para além das suas condições naturais perfeitas, tem boas infraestruturas para um dia bem passado, desde o amplo estacionamento, até ao bar onde se servem bebidas e snacks.

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Durante a tarde pode aproveitar para passar algumas horas no Aquarium de Malta.

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E para fechar o dia com chave de ouro, mesmo ao lado do Aquário encontra-se o Café del Mar, que é o local ideal para assistir ao por do sol e saborear uma bebida com esta magnífica vista.

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6º Dia | Valletta e Birgu (Três Cidades)

Valletta, capital de Malta, merece pelo menos um dia inteiro. É uma cidade fantástica, que respira história e com uma arquitectura fascinante. “Perder-se” pela cidade é a melhor forma de a conhecer.

Um dos locais que mais me surpreendeu em Valletta foram os Lower Barrakka Gardens, são um verdadeiro oásis no meio da confusão da cidade. Neste jardim reina a tranquilidade, local perfeito para descontrair e apreciar as belíssimas vistas.

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Aproveite para conhecer as três cidades. Como não tinha tempo para visitar todas apenas fomos a Birgu (ou Vittoriosa) que é considerada a mais bonita das três.

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Se ainda lhe sobrar algum tempo, explore um pouco a parte mais turística do país: Sliema e a Baía de St. Julian´s. De Sliema tem uma das vistas mais características de Valletta.

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Malta National Aquarium

Num dos dias da viagem a previsão de tempo era de chuva… Assim sendo, decidimos que o melhor seria fazermos algo que não implicasse andar na rua e, por isso, decidimos visitar o Aquário de Malta.

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No Aquário Nacional de Malta podemos encontrar várias espécies marinhas de todo o mundo, desde tubarões, raias, polvos, alforrecas, etc… Mas, a maior atracção deste Aquário é o seu tanque principal, que ao ser atravessado por um túnel vidrado, permite ao visitante uma experiência diferente e bem próxima dos os peixes que lá se encontram.

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Num dos raros momentos que consegui apanhar o túnel sem pessoas.

Aquele local é verdadeiramente fascinante, principalmente para os amantes de fotografia: imaginem uma foto com uma pessoa a atravessar aquele túnel vendo passar por cima de si uma enorme variedade de peixes… seria perfeito! Mas, infelizmente, a realidade é um pouco diferente! Como seria de esperar, aquele lugar específico é bem concorrido e por isso é quase impossível tirar uma fotografia onde não aparecem pelo menos 30 pessoas! 😛

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Apesar de existirem inúmeros Aquários deste género espalhados pelos quatro cantos do planeta, e para nós Portugueses que temos o Oceanário de Lisboa que já foi considerado três vezes o “Melhor Aquário do Mundo”, continuo a achar que se trata de uma visita bem válida, principalmente se estiverem nas mesma condições do que nós: Tempo Instável e/ou com crianças.

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Quando derem por terminada a vossa visita ao Aquário, aproveitem para passar no Café del Mar, que fica mesmo ao lado.

É o local ideal para terminar o dia, tomar uma bebida e apreciar as vistas deslumbrantes sobre o mediterrâneo. O por do sol neste local é simplesmente maravilhoso!

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E se são apreciadores de partys, no verão eles tem vários eventos onde a animação é certa. Por coincidência, no dia que escolhemos visitar o Café Del Mar estava a decorrer uma Sunset Party.

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O Ano 2018 em Viagens

2018 está a terminar… (Thank God)! Parece que vivi vários anos neste ano… Apesar de me ter trazido coisas fantásticas, este ano foi muito desafiador e extremamente cansativo.

Anyway... Vamos falar das viagens do ano!! Sabíamos que este ano seria muito mais calminho nesse aspecto, pois nos primeiros meses do ano não nos podíamos ausentar de Lagos. Tínhamos que acompanhar a obra da casa e, ainda por cima, escolher mil e uma coisas relativas ao processo… (azulejos, pavimentos, cozinha, móveis…).

Mas, em Abril, quando  a obra estava finalmente concluída, decidimos que precisávamos de fazer uma escapadinha. Assim sendo, partimos uns dias rumo a Dublin! Adoramos a vibe da cidade que nos deixou com uma vontade imensa de explorar toda a Irlanda!

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Num dos dias demos um pulinho a Howth, onde aproveitamos para fazer uma caminhada e apreciar os penhascos verdejantes que tanto caracterizam o país.

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Em Maio veio um convite inesperado e completamente fora dos nossos planos de viagem para este ano, mas que não conseguimos recusar: uma viagem para Malta com amigos.

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Foi uma semana super divertida e intensa, onde conseguimos explorar todo o país; vimos as suas paisagens maravilhosas, fizemos um pouco de praia, “perdemo-nos” pelas suas cidades repletas de história e apreciamos toda a arquitectura.

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Entretanto começou o Verão e o trabalho aumentou drasticamente, o que me deixou sem qualquer tempo livre para viajar ou planear qualquer coisa…

Só em Setembro é que consegui tirar um dia e aproveitei um fim de semana prolongado para ir para Sintra. Num dos dias demos um salto à lindíssima cidade de Tomar que, apesar do Sérgio já conhecer, eu nunca lá tinha ido e fiquei apaixonada por aquele lugar.

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Em Outubro consegui tirar outro fim de semana prolongado, e fomos novamente até Sintra. Aproveitamos principalmente para descansar (que bem estava a precisar), mas ainda assim demos umas voltinhas pela Vila e seus arredores, bem como por Lisboa.

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E o ano não fica completo sem uma viagem a um mercado de Natal, não é verdade? Apesar da viagem já ter sido marcada há alguns meses, a verdade é que não tinha tido muito tempo nem vontade para a organizar… Mas a viagem chegou e, mesmo sem a organização que costumo fazer, correu tudo lindamente. Fomos para Baden-Baden, na Alemanha, que é uma cidade muito pacata e era tudo o que estávamos a necessitar… Um local com poucos turistas para passearmos e aproveitarmos os mercados de Natal descontraidamente 🙂

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Como Baden-Baden fica a uma curta distância de Estrasburgo, na França, num dos dias decidimos ir conhecer a “Capital do Natal”, como a cidade é conhecida.

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A cidade é muito fofa, mas demasiado turística. Saímos da pacata Baden-Baden e fomos meter-nos no meio da confusão… Além do mais, achamos que os mercados de Natal não são tão autênticos como os alemães, sendo mais para o turista ver… Mas, esta conversa fica para outro post 🙂

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Ainda assim, vale muito a pena conhecer Estrasburgo pois eles levam muito a sério o Natal, fazendo decorações em tudo, o que acaba por parecer exagerado! 🙂

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Como escrevi no início deste post, este não foi decididamente o meu ano, por isso não vejo a hora que chegue 2019 para renovar a minha esperança num ano melhor 🙂

Em relação às viagens para 2019, ainda não tenho nada marcado. Claro que tenho uma lista enorme de sítios que gostava de ir… Acho que está na altura de começar a planear para entrar no novo ano em grande! 😀

Que 2019 vos traga muitas viagens 🙂

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Quanto Custa viajar para um Mercado de Natal na Europa?

Depois do último post, hoje venho mostrar-vos que é possível fazer uma escapadinha de poucos dias para visitar um mercado de Natal na Europa, sem fazer um grande rombo no orçamento. O grande segredo para conseguir preços bem simpáticos é reservar com muita antecedência! Por vezes, ainda nem o Verão começou e eu já estou a planear a viagem para os mercados de Natal…

Com base nas minhas próprias viagens Natalícias, vou apresentar-vos vários custos (desde avião, alojamento, alimentação e transportes) para ficarem com uma ideia do quanto pode custar uma viagem a um mercado de Natal.

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Como algumas das minhas viagens já foram feitas há algum tempo e, para os valores serem o mais realistas possível,  fiz uma pesquisa de voos e alojamentos para Novembro/Dezembro deste ano.

Berlim

Voos

Através da companhia Low Cost Easyjet, desde Lisboa, com partida a 24/11 e regresso a 27/11, os bilhetes ficam por 86,36€

Easyjet Berlim

Alojamento

Na altura que fui a Berlim fiquei alojada no Easyhotel. É um hotel central e moderno mas,  para manter um preço competitivo, optámos pelo básico, ou seja, não estava incluído TV ou internet, por exemplo. Mas, na minha opinião, é o suficiente para quem só vai lá pernoitar.

De 24 a 27 de Novembro, as três noites ficam a 123€/Quarto Duplo, sem pequeno-almoço. Se não encontrarem alojamento aqui, os hotéis em Berlim são relativamente económicos e conseguem encontrar facilmente um hotel por 150€/para três noites.

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Alimentação

Gastou-se em alimentação cerca de 100€/ pessoa. Fui algumas vezes ao Macdonald´s, uma vez a um restaurante tipicamente alemão e a uma pizzaria maravilhosa (Trattoria Rossa), onde acabamos por fazer duas refeições.

Transportes

Os transportes públicos em Berlim são eficientes e económicos. Um bilhete diário custa 7€. Gastei num total 25€ em transportes públicos.

Preço total: 273€/ Pessoa

Artigos sobre Berlim

Hamburgo e Lüneburg

Voos

Através da Low Cost Ryanair, a partir de Lisboa no dia 03/12 e regresso a 06/12 os bilhetes ficam a 63,66€.

Anteriormente tinha feito uma pesquisa para as datas de 28/11 e regresso a 02/12 e os bilhetes ficam apenas por 29,98€, mas para essas datas o Hotel que eu fiquei já não tinha disponibilidade.

Ryanair Hamburgo

Alojamento

Ficamos alojados no Apartment-Hotel Hamburg Mitte e, apesar de não ser super central, é muito fácil lá chegar através de transportes públicos. Tem a vantagem de ter uma pequena kitchenette com frigorífico, lava loiça e microondas, onde podemos preparar algumas refeições simples e assim poupar algum dinheiro.

Para as três noites (03/12 a 06/12) ficam a 158€/Quarto Duplo.

hotel Hamburgo

Alimentação

Como ficamos alojados num apartamento economizamos bastante em alimentação, gastando apenas 50€/ Pessoa. Jantámos sempre no apartamento e durante o almoço comíamos nos mercados de Natal.

Transportes

Como o nosso apartamento não era exactamente no centro, fizemos todas as deslocações de metro e autocarro. Normalmente, comprávamos o bilhete diário e gastámos 22,50€/Pessoa em transportes. (Neste valor está incluído os custos de ida e volta para o aeroporto).

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Lüneburg

O bilhete de comboio ida/volta para Lüneburg foi 13€.

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Preço total: 213€/ Pessoa

Mercado de Natal Hamburgo

Mercado de Natal Lüneburg

Colónia & Aachen

Voos

A partir de Lisboa, pela TAP existem tarifas a 118,20€ para vários dias nos meses de Novembro e Dezembro, como podem ver na seguinte imagem:

Tap Colónia

Alojamento

Os alojamentos em Colónia são caros, sendo muito difícil encontrar algo por menos de 100€/Noite.

Nós alugamos um apartamentos no AirBnb que gostamos bastante. Era muito central e estava bem equipado mas, infelizmente, já não está disponível na plataforma.  Apesar disso, fiz uma breve pesquisa no site do Airbnb e encontrei este apartamento que me pareceu muito interessante, ficando por 286€ uma estadia de três noites.

AIRBNB Colónia

Alimentação

Jantamos sempre no apartamento, e ao almoço comíamos qualquer coisa nos mercados de Natal. A única vez que fomos almoçar a um restaurante, foi na cidade de Aachen e por isso economizamos bastante na alimentação, tendo gasto cerca 45€/pessoa.

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Transportes

Como estávamos hospedados mesmo no centro, quase não usamos os transportes públicos. Apenas nas viagens de e para o aeroporto e num dos dias que quisemos visitar uma loja que ficava um pouco afastada. No total gastámos 15€/Pessoa.

Aachen

O bilhete de comboio para Aachen custou 11€/ Pessoa. Como éramos quatro compensou comprarmos o bilhete diário até 5 pessoas, que custava 42,50€.

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Preço total: 320€/ Pessoa

Mercado de Natal Colónia

Mercado de Natal Aachen

Quer um incentivo para marcar a sua viagem? E que tal um desconto na sua estadia?

Airbnb – Através  deste link, depois de se registar receberá um desconto de 30€ na sua primeira viagem de valor igual ou superior a 65€.

Booking – Ao efectuarem a reserva do alojamento através deste link, serão reembolsados com 15€, após a vossa estadia.

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Mercados de Natal na Europa

O Natal está quase aí e com ele os seus tradicionais mercados… Apesar de cá em Portugal já se começar a ver alguns mercados em várias cidades, os mesmos ainda deixam muito a desejar… Temos muito a aprender com os outros países da Europa neste aspecto. Recordo-me de há uns 4 anos atrás ter ido a um mercado de natal em Lagoa (Algarve) e foi uma decepção total. O mesmo aconteceu há uns dois anos em Lisboa… nada tem a ver com os mercados que já visitei na Alemanha.

Para se conhecer o verdadeiro espírito natalício que se vive neste género de mercados, é preciso sair do país… Os mais antigos e tradicionais estão lá fora…

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Este tipo de mercados são muito tradicionais na Áustria, Suíça, França e Alemanha, sendo esta última a que tem a fama de conseguir ter os melhores. Ainda não tenho meio de comparação porque na verdade só fui a mercados na Alemanha, mas esses, posso garantir, são espectaculares!

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O que visitar

Uma visita aos típicos mercados é marcada pelos aromas a especiarias, a salsicha alemã, pelo vinho quente (glüwein), assim como pelas lindas casinhas de madeira devidamente decoradas, pelas centenas de luzes e, o melhor de tudo, pelo contagiante espírito natalício que lá se sente.

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Estes mercados não são feitos apenas para o turista, muito pelo contrário. A maior parte das pessoas que os frequentam são os habitantes locais. É bastante comum ver, principalmente ao final da tarde e/ou início da noite, os locais em grupos de amigos à volta das mesinhas bebendo e comendo em ambiente bastante animado.

Em vários mercados, principalmente nos maiores, existem actuações de entretimento que vão desde músicos a acrobatas, e até espectáculos de dança. Em Berlim, assisti a uma actuação do grupo Die Artistokraten que, ainda hoje, quando me lembro começo a sorrir! 🙂

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O que comprar

Além das comidas e bebidas, existem muitas barraquinhas onde podemos fazer as nossas compras de Natal. Encontra-se desde decorações para a árvore de Natal, artesanato, velas e até roupa.

Algo que compro sempre nestes mercados, além da decoração para a minha árvore, é a caneca em que servem o vinho quente. Quando pedimos o vinho, temos que pagar uma caução pela caneca e, ao devolvermos, entregam-nos esse dinheiro de volta. Mas, normalmente, eu fico com as canecas como souvenir. Em todos os mercados existe uma caneca diferente alusiva ao mesmo.

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Vou deixar-lhes uma lista dos mercados por onde passei:

  • Berlim – Levei anos a sonhar em visitar algum mercado de Natal, e quando finalmente consegui ir, a escolha recaiu em Berlim. Não sei se foi porque ter sido o primeiro destino em que visitei mercados de Natal, mas recordo-me desta viagem muitas vezes, sempre com um sentimento de nostálgico.

Mercado de Natal em Alexanderplatz

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Mercado em Gendarmenmarkt

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Mercado de Natal no Palácio Charlottenburg

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Hamburgo foi uma agradável surpresa, este destino apareceu um pouco ao acaso, mas adoramos a cidade e os seus mercados.

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Muito próximo a Hamburgo encontra-se uma cidade bem pequena e com uma arquitectura apaixonante que combina na perfeição com os mercados de Natal. Se forem a Hamburgo não deixem de dar um pulinho aqui, pois vale muito a pena.

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Os Mercados de Colónia são considerados um dos maiores, mais tradicionais e dos mais visitados da Alemanha. Fomos no natal do ano passado e adoramos! Foram sem dúvida os mercados mais cheios onde estivemos e, à noite, é quase impossível passear por lá devido à quantidade de pessoas que por lá se encontram… Mas, em contrapartida, foram também os mais animados.

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Uma cidade que não precisa muito para ficar linda nesta altura do ano é Aachen. Toda a arquitectura e envolvência da cidade, com as casinhas de madeira dos mercados fazem-nos parecer que estamos num conto de fadas. A poucos quilómetros de distância de Colónia, é um lugar que não devem deixar de ir!

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Dependendo da cidade, normalmente os mercados abrem as suas portas no final de Novembro e encerram na véspera do Natal. O horário, na sua maioria, é entre as 11:00 até às 22 Horas.

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Como Planear uma Viagem & Dicas para organizar uma viagem económica.

Como planear uma viagem? Esta deve ser a questão que mais suscita curiosidade às pessoas quando me abordam sobre as minhas viagens. 99,9% das minhas viagens foram organizadas por mim! Apesar de ser algo que dá muito trabalho, pois é necessário reunir várias informações sobre o destino, fazer várias pesquisas e comparações… é algo que me dá muito prazer em fazer, planear a minha própria viagem, escolher os lugares que quero ir, no dia e hora que me apetecer sem pressões, algo que quando é organizado não acontece, temos um determinado itinerário e temos que nos sujeitar a ele.

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Budapeste – Hungria

Se organizar uma viagem fosse tão simples as agências de viagem não teriam trabalho! Mas, reconheço que as típicas agências de viagem são boas num certo tipo de viagens, como em Resorts nas Caraíbas ou Cruzeiros. Na altura que fui a Cuba (marquei numa agência de viagem) o preço que me paguei pelo Voo+Resort era o mesmo valor do hotel,  se fosse eu a marcar directamente. Nesse aspecto as agências tem uns preços muito mais competitivos.

Na Europa e na Ásia se formos nós a organizar a viagem saí bem mais em conta do que marcarmos numa agência. Mas se são daquelas pessoas que não têm paciência, nem tempo para levarem horas e horas a fazer pesquisas, o melhor mesmo é recorrerem a uma agência. Se tem vontade de organizar mas não sabem por onde começar, neste post neste post vou reunir algumas informações de como planear uma viagem e algumas dicas de como poupar em viagem 🙂

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James Bond – Tailândia

1 – Escolher o Destino

Aqui vai depender muito do vosso orçamento e do tipo de férias que pretendem (Cidades, Cultura, Praia).  Se já tem o destino escolhido, então é seguir com as pesquisas de voos.

Mas se não fazem a menor ideia para onde querem ir e estão abertos a qualquer sugestão é um óptimo ponto de partida para começarem a poupar em viagem. Como assim?! A minha primeira dica de poupança é ser flexível com o destino! Várias das minhas viagens tem como principal factor o preço dos bilhetes de avião. Se encontro algo realmente barato e tiver interesse em conhecer esse lugar não perco essa oportunidade, por exemplo, o ano passado encontrei bilhetes para Milão da TAP, a 20 e pouco euros, e foi por essa razão que surgiu a viagem para o Lago di Como.

Pesquiso essencialmente nos sites da Easyjet, Ryanair e Tap (que são as companhias que mais costumo viajar) para ver quais os destinos que tem os voos mais baratos. E compro sempre os bilhetes directamente no site das companhias aéreas e nunca por terceiros, para evitar comissões.

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Mas também utilizo o motor de busca Momondo que compara preços e companhias aéreas e assim torna-se mais simples encontrar qual o voo mais barato.

Também é importante ter alguma flexibilidade nas datas, por exemplo, pesquisem em várias datas, o preço pode ser bem mais em conta noutras datas.

Outro aspecto que devem levar em consideração é o horário dos voos! Um voo barato mas que só chega ao destino à 1 da manhã, será que compensa pagar uma noite num hotel? Não compensará mais um voo de manhã mesmo sendo ligeiramente mais caro… Outro exemplo, um voo de regresso às 3 da manhã, haverá transportes públicos a essa hora, pagar um táxi ou até mesmo uma noite num hotel para não dormir compensará?

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Se os voos de Portugal estão muito caros ou não existem voos directos para um determinado lugar, tentem pesquisar noutra cidade europeia, como Barcelona, Frankfurt, Londres… E depois é só procurar um voo de ligação para essa cidade numa companhia low cost. Quando fui para Marraquexe e Malta, os voos a partir de Portugal estavam bem mais caros do que em Sevilha, por isso fui a Espanha apanhar o voo 😉

São todos estes pequenos pormenores que verifico quando estou a pesquisar os voos!

2-  Transportes aeroporto/centro

Mas antes de marcar o voo faço sempre uma breve pesquisa sobre o destino. Nomeadamente a que distância se encontra o aeroporto do centro da cidade, quais são as opções para fazer essa deslocação e os respectivos preços. Às vezes podemos ter algumas surpresas e ser bem mais caro do que estávamos a contar.

Principalmente as companhias low cost aterram muitas vezes em aeroportos muito distantes e sai muito caro a deslocação até ao centro da cidade.

Se o local tiver transportes públicos do aeroporto-centro dou sempre preferência a essa opção, porque é sempre a mais vantajosa.

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Lago di Como – Itália

3 – Alojamento

Pesquiso sempre os preços de hotéis e alojamentos antes de reservar a viagem. Há destinos cujos voos são bem em conta, mas os alojamentos são caríssimos, e pode ser um factor determinante se é ou não viável lá ir.

Faço as pesquisas e as reservas de alojamento essencialmente nestes dois sites: Booking e Airbnb.

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Zaanse Schans – Holanda

Ao reservar há três aspectos que levo sempre em consideração: os comentários dos viajantes, a pontuação do alojamento (por experiência própria só reservo se tiver uma pontuação superior a 8, no caso do Booking e no Airbnb a partir das 4 estrelas e meia) e a sua localização, pois dou sempre preferência a hotéis/apartamentos que fiquem centrais. Apesar dos mais afastados serem mais econômicos, o tempo e dinheiro que se perde nas deslocações muitas vezes não compensam.

Aqui a dica é reservar com antecedência, pois os alojamentos com melhores preços e posicionamento esgotam rapidamente.

4- Deslocações no local

Também faço uma breve pesquisa sobre os transportes que irei utilizar, se é necessário alugar carro ou se as deslocações podem ser feitas facilmente de transportes públicos. É algo que devemos ter em consideração, pois poderá ser um aspecto que pode pesar no  nosso orçamento.

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Caso seja necessário alugar carro, normalmente utilizo o site Rentalcars. Colocamos as datas da viagem, onde pretendemos recolher e entregar o veículo e ele mostra-nos os preços de variados automóveis.

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Lago di Como – Itália

 5 – Elaborar o itinerário

Depois de todo o trabalho chato de pesquisa vem a parte mais divertida (mas também bastante trabalhosa), procurar o que quero fazer/visitar no local. Não gosto de chegar ao destino sem ter nada planeado, gosto de organizar e saber com antecedência o que vou fazer. Dessa forma conseguimos rentabilizar melhor os nossos dias em viagem.

É importante sabermos o que queremos visitar com alguma antecedência pois algumas atracções tem que ser previamente marcadas (como a Prisão de Kilmainham em Dublin, o Parlamento de Berlim ou a Casa de Anne Frank em Amesterdão), correndo o risco de não a visitarmos. E na maior parte das atracções, comprando os bilhetes antecipadamente online conseguimos um desconto e ainda temos a vantagem de evitar filas na entrada.

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Viena – Áustria

Como sei em antemão o que quero visitar tenho consciência do dinheiro que vou gastar em actividades. Se vir que no global ultrapassa um pouco do que posso/quero gastar então faço previamente uma selecção do que quero MESMO conhecer.

Começo a elaborar o itinerário antes de marcar alguma coisa, primeiro para ter uma ideia dos dias que são necessários para conhecer o que quero visitar, mas também sé é necessário marcar alojamento em mais do que um local.

Na pesquisa dos locais que gostava de visitar recorro a outros blogs, a fóruns de viagem, assim como aos guias de viagem da Lonely Planet (os meus preferidos).

Só depois de ter pesquisado todas estas informações é que efectuo a reserva dos voos, assim como o alojamento e se necessário o aluguer do veículo.

6 – Burocracias e Pormenores

Não devemos descorar de alguns pormenores importantes que podem fazer-nos ficar em terra… Como a necessidade de visto para entrar no país, se precisamos de passaporte (e se o mesmo está em dia – em alguns países temos que o ter com uma validade de pelo menos 6 meses). Recordo-me que quando fui a Cuba já me encontrava dentro do avião mas o mesmo nunca mais descolava… Depois de algum tempo fomos informamos que dois passageiros tinham tido problemas com os vistos e por isso estavam a retirar as suas malas do porão…

Também é necessário verificarem se é preciso levarem alguma vacina, para entrarem no país, e aqui aconselho a marcarem a consulta do viajante.

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Praga – República Checa

Dias antes da viagem verifico se é necessário fazer câmbio e volto a verificar todo o itinerário (e normalmente acrescento mais coisas), confirmo a estadia e faço o check-in online dos voos.

Mas como sou muito minuciosa, além disto tudo, ainda vejo quais são os transportes públicos mais próximos do alojamento, assim como, quais os supermercados próximos (no caso de ficar em apartamentos) e quais os parques de estacionamento (no caso de alugar carro).

Uma ferramenta que tenho utilizado bastante nas últimas viagens e que já não vivo sem é a aplicação do tlm “Citymaps2Go”. Descarrego previamente o mapa da cidade ou país e marco todos os lugares que pretendo ir. Como a sua navegação pode ser feita offline permite-nos poupar nos dados móveis. Desde que comecei a utilizar esta aplicação nunca mais me perdi 🙂

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Aplicação CityMaps2Go

7 – Alimentação

Ultimamente temos ficado sempre em apartamentos, principalmente pela comodidade e poupança que nos permite, pois conseguimos preparar as nossas próprias refeições. Se forem almoçar e jantar a restaurantes todos os dias da viagem, o valor só em alimentação é bastante elevado, o que pode ficar drasticamente reduzido se forem a um supermercado local e preparar as refeições no apartamento.

Ainda assim, gostamos de experimentar pelo menos uma vez a culinária local. Nessa altura utilizo o Tripadvisor para escolher o restaurante, vejo fotos, leio os comentários e verifico os preços…

8 – Evitar as alturas altas

Se evitarem viajar nas alturas altas conseguem poupar muito, porque normalmente está tudo muito inflacionado nessas alturas. Além do dinheiro, nessas alturas a quantidade de turistas é bem maior, o que normalmente origina filas para entrar nas atracções, o que se pode tornar bastante frustrante.

Obviamente que pode haver situações que queremos ir numa altura que é considerada alta, quando assim o é marquem tudo com bastante antecedência. Por exemplo, eu adoro os mercados de natal da Alemanha, e sei que nessa altura há muita procura, por isso marco voos e alojamento com cerca de 5/6 meses de antecedência.

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Mar de gente no Mercado de Natal em Colônia.

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Aachen – Alemanha

Espero que lhes tenha ajudado a compreender como é todo o processo de sermos nós a marcarmos uma viagem, se lhes surgir alguma dúvida podem sempre enviar mensagem 🙂

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Como poupar para viajar: É assim que faço!

Muitas pessoas acham que ganho muito bem ou que ganhei o euromilhões ou, até mesmo, que tenho um namorado rico que me paga as viagens (Sim, já ouvi uma barbaridade dessas) por conseguir viajar algumas vezes. Estão muito enganadas! Nunca me saiu prémio nenhum, o meu ordenado também não é nada de especial e o meu namorado não é rico ou algo que se pareça para me bancar as viagens. Mas como viajar é uma prioridade e uma paixão para mim, faço algumas poupanças e esforços nesse sentido.

Grand Palace (97)

Tailândia – Janeiro 2014

Hoje em dia não precisamos de ser muito abastados para conseguir viajar, mas é preciso fazer alguns cedências. Eu estou disposta a isso para conseguir viajar! Como por exemplo:

  • Já pensaram no que gastam em restaurantes todos os meses? No dia a dia como sempre em casa! Aos fins de semana, também, raramente vou a restaurantes. Habituamo-nos a fazer um jantar mais especial (com direito a entradas, sobremesas e um vinho bom) ao fim de semana, e dessa forma não sentimos muito a necessidade de jantar fora.
  • Deixei de fazer compras por impulso. Preciso de ter aquele telemóvel que acabou de sair? Não! Ou aquela mala lindíssima de marca XPTO, mas que custa mais do que o meu ordenado?! Simplesmente não o faço! Se tenho que comprar algo mais dispendioso, pondero muito bem se preciso mesmo, ou se vou dar utilidade suficiente que justifique o investimento. E se sim, todos os meses separo uma certa quantia para esse fim. Claro que continuo a fazer compras supérfluas, como roupas e maquilhagem (a minha perdição). Mas hoje em dia não é nada disparatado.
  • Comprar revistas ou jogar nas raspadinhas, euromilhões e afins? Simplesmente não o faço, de todo!
  • Quanto fica uma saída à noite? Já pensaram bem? Uma caipirinha num bar, uma vodka na discoteca… Actualmente é muito raro sair à noite! Só o faço se houver um aniversário ou se houver algum convite de algum amigo. E, mesmo assim, consumo muito pouco. Não sou uma eremita! Simplesmente quando saio à noite em vez de consumir 10 bebidas, bebo uma na happy hour e pouco mais… Assim não faço grandes estragos no orçamento. E na realidade prefiro mil vezes ficar no relax de casa e beber um bom vinho tinto, do que sair à noite!
  • Fumar! Sei que é um assunto delicado, mas quanto é que um fumador gasta, por mês, em tabaco? Além de prejudicar a saúde também arruína a carteira.
  • Tenho uma conta-poupança de viagens. Ou seja, todo o dinheiro que sobra nesse mês, vai para essa conta. Todos os gastos das viagens saem dessa conta, assim, não chego a mexer na minha conta habitual. Dessa forma, não tenho nenhum rombo no orçamento mensal, quando viajo.
  • Arranjar um part-time. É uma boa forma de conseguirem ter um dinheiro extra! No meu caso, trabalhava aos fim-de-semana, na minha folga, durante o verão. Apesar de ser cansativo, é completamente recompensado quando estamos em viagem ☺️

Tailândia – Janeiro 2014

Paris – Março 2014

Estes são alguns exemplos das cedências que faço para poupar e conseguir viajar. Se eu consigo qualquer pessoa consegue, é só querer!Além disto tudo, pesquiso muitoooooo antes de marcar seja o que for! Hotel, vôos, aluguer de carro, bilhetes para museus…

Brugges – Setembro 2014

Pesquiso em diversas companhias aéreas antes de reservar o voo, para conseguir o melhor preço possível. E sempre com muita antecedência, 4/5 meses! Também utilizo muitas vezes o site momondo , para comparar preços. É um site bem útil!

Berlim – Dezembro 2014

E não sou muito rigorosa com o destino! Ou seja, se vir uma oportunidade muito boa, por exemplo, ver que os bilhetes de avião para determinado destino estão super baratos e apesar daquele lugar não estar nos meus planos imediatos, não perco essa oportunidade!

Londres – Outubro 2015

Em relação à hospedagem, normalmente utilizo o Booking. Aqui o truque também é reservar o quanto antes, para conseguirmos os hotéis com melhor classificação a preço mais em conta. Antes de reservar, vejo sempre a sua localização, tento que fique o mais central possível, para depois não perder muito tempo e dinheiro em transportes.

Lüneburg – Novembro 2016

Este post é o início de uma nova categoria que quero implementar no blog. Vou começar a mostrar-vos os custos de cada viagem, para assim terem uma noção dos valores gastos em cada lugar. Muitas vezes pensamos que aquele local de sonho é-nos completamente inalcançável por não termos orçamento, mas, com muita pesquisa e alguma poupança tudo é possível!

Lago di Como – Outubro 2017

Digam-me, têm algum truque para pouparem?

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Eurotrip Praga, Viena, Bratislava e Budapeste | Gastos

Só poderia inaugurar a nova rúbrica do blog sobre os gastos por viagem, a qual mencionei no último post, com uma das viagens que mais visualizações tem tido; A Eurotrip que fizemos em Maio de 2016, percorrendo Praga, Viena, Bratislava e Budapeste em 10 dias (com direito a algumas horas em Frankfurt).

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Praga

Quando vimos viagens deste género nos panfletos de agências de viagem, os valores  apresentados nunca atingem menos de 4 dígitos. Mas é possível fazer uma viagem assim com um orçamento bem mais restrito. Querem saber quanto gastamos? De realçar que esta viagem foi feita em Maio de 2016.

VOOS

Vamos começar por aquilo que provocou o maior rombo no orçamento; os voos! Fizemos Lisboa-Praga pela TAP , Budapeste-Frankfurt, pela Lufthansa e Frankfurt-Lisboa pela TAP.

Gastamos 643€  pelos dois.

Actualmente há tarifas bem mais em conta pela TAP, para estes voos. E também voltaram a ter a rota Budapeste-Lisboa, pelo que já não temos que fazer escalas.

Fiz uma breve pesquisa e encontrei voos de LX-Praga a 83€/pessoa e Budapeste-LX por 86€/pessoa. Ou seja, praticamente metade do que pagamos!

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Praga

ALOJAMENTO

Ficamos sempre em apartamentos:

Praga: Apartments Pushkin  (Review)

Viena: Apartamento no AIRBNB (Review)

Budapeste: Bebop Opera Apartments (O link para o Booking já não se encontra disponível)

Para 9 noites gastamos 470€ pelos dois.

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Viena

ALIMENTAÇÃO

Como alugamos apartamentos, normalmente fazíamos as refeições por lá, o que nos permitiu poupar algum dinheiro.

Mas fazíamos questão de ir a pelo menos um restaurante em cada país, para experimentar a comida local. E em Viena, como era o meu aniversário, fizemos uma pequena extravagância e fomos a um restaurante mais caro.

No total, em comida gastamos 190€ pelos dois.  (Além de almoços e jantares, neste valor também estão incluídos as diversas cervejas que experimentamos, assim como, doces típicos).

TRANSPORTES

Neste valor estão incluídos os trajectos de comboio Praga-Viena, Viena-Bratislava e Bratislava-Budapeste. Assim como todos os restantes valores de deslocações que fizemos nas cidades.

Gastamos 142€ pelos dois, em transportes.

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Viena

ACTIVIDADES

Aqui estão incluídos todas entradas em museus e palácios.

Gastamos 170€ pelos dois.

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Budapeste

 

Dá um total de 807€ por pessoa, com tudo incluído.

De realçar que esta viagem foi feita em 2016 e, como tinha mencionado em cima, actualmente podem gastar metade do valor que nós gastamos nos voos.

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Popeye Village| Malta

A Popeye Village encontra-se na parte noroeste de Malta, perto de Mellieha. Este local foi construído para servir de cenário para o filme Popeye, que estreou em 1980.

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Para construir esta aldeia de madeira, vieram troncos da Holanda e para os telhados foram utilizadas madeiras que vieram do Canadá.

Actualmente a Popeye Village foi convertida num parque temático, sendo uma das atracções mais visitadas em Malta. Aqui dentro, podemos visitar o interior de algumas casas que serviram de cenário para o filme.

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Além disso, existe uma piscina para adultos e outra para crianças e várias outras diversões aquáticas. Animação é que não falta, e certamente será um dia muito bem aproveitado e divertido. Na minha opinião, para quem viaja com crianças, é um local a não perder.

O bilhete também dá direito a um passeio de barco pela Baía Anchor.

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Nós não entramos no parque, apenas apreciamos a deslumbrante vista (não se paga)! Fiquei completamente hipnotizada pela cor desta água, simplesmente perfeito!

Na minha opinião é dos lugares “Must Go” em Malta, afinal não é todos os dias que vimos uma água tão cristalina e com estes tons e, para completar o cenário perfeito, com as casinhas de madeira da Popeye Village.

Morada: Anchor Bay, Triq Tal-Prajjet. Il-Mellieha
Site: Popeye Malta (Para consulta de preços e horários do parque)

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